Resenha: Never Cry Werewolf

Faz tempo que não faço resenha de livro que li em inglês, então vamos lá!
Uma amiga me recomendou a leitura deste livro de capa LINDONA, mesmo não gostado muito dos lobisomens, resolvi dar um crédito ao livro, já que ultimamente os lobisomens têm me surpreendido.
Antes de comentar sobre o livro, vamos à sinopse.
Sinopse:inkscape_pasted_image_20100420_232308
(Traduzido pela Mariana)
O Luar pode mudar completamente sua vida.
E tudo começa tão simples.
Você. Ele.
A lua.
Você está frita.
Okay, talvez a Shelby tenha cometido alguns enganos com garotos ultimamente (como ela deveria saber que o Wes tinha ‘emprestado’ o Porsche?). Mas sua madrasta exagerou quando ela pegou a Shelby num beijo pós toque de recolher com um cara quente do último ano. Repentinamente os planos para o verão da Shelby ficam para depois e ela está sendo mandada para um acampamento para crianças. É um tchauzinho para o vestido de baile e um olá para as botas de caminhada.
As coisas começam a melhorar quando a Shelby conhece um colega de acampamento (e filho de um astro do rock) Austin Bridges III. Mas rapidamente ela percebe que há mais para o Austin do que um material esmagador – sua família tem um segredo obscuro e ele quer que a Shelby ajude a guardá-lo. Shelby sabe que ela não deveria de jeito nenhum se envolver com outro bad boy… mas quem é ela para virar as costas para um cara em apuros, especialmente um tão bonito?
Uma coisa é certa: Aquela lua cheia está prestes a colocá-la em apuros novamente.
O livro começa superbem, Shelby está passeando no jardim da sua casa com um cara superfofo sob a luz do luar, ele a beija e… a madrasta pega os dois no flagra!
A mãe da Shelby faleceu tem dois anos, seu pai casou-se novamente com uma fulaninha (Priscilla) que parece fazer de tudo para dificultar a vida da Shelby. Sendo assim, ela o convence que a Shelby deveria ir passar o verão num acampamento para crianças que sempre se metem em confusão, ela gostaria de mandar a Shelby para um lugar no meio do deserto com regime do tipo militar, o Red Canyon Ranch, mas Shelby consegue se safar e ir para um acampamento ‘menos ruim’, Camp Crescent.
Todos que estão a caminho do acampamento, são crianças problemáticas com pais ricos e famosos. No meio do caminho, Austin (filho de um astro do Rock), junta-se a eles.
Cabelos escuros caíam em sua testa, sua pele tom de oliva brilhava na luz escassa. Ele era alto, com braços compridos. Uma jaqueta de couro, uma camiseta preta, calça Levi’s e botas de moto mostravam que ele era qualquer coisa, menos engraçadinho como os outros caras do ônibus. E ele não estava todo de preto como os caras Góticos. Ele parou no corredor, imóvel, como se estivesse esperando alguém ter a audácia de dizer alguma coisa.
O bad boy lindo que você namora e ele destrói sua vida. Eu não estava impressionada. Mas quando ele tirou seus óculos de sol. Eu me encontrei olhando para seus olhos profundos, castanhos cor de âmbar.
O ônibus quebra perto de uma floresta nas proximidades do acampamento, todos descem para ‘esticar as pernas’ enquanto esperam a van que os levará ao acampamento. Charles, filho do dono de um tablóide muito famoso, resolve dar uma volta na floresta com a mochila do Austin, que ao perceber o sumiço de suas coisas, vai atrás dele, Shelby sente que tem o dever de ir atrás dos dois garotos e se mete em problemas antes mesmo de chegar ao acampamento.
O Sr. Winters (um dos monitores) acha os três e os leva de volta para o acampamento, porém a mochila do Austin foi confiscada pois continha umas ampolas que não estavam prescritas por seus pais quando ele foi enviado ao acampamento. Todos começam a achar que ele é dependente de drogas, mas logo ele conta a verdade sobre sua família para Shelby, que não sabe se entrega-se a esta nova paixão e ajuda o Austin ou se finge que não está nem aí para manter-se longe de confusões.
Confesso que o começo do livro é bem promissor: mocinha órfã de mãe rebelde + bad boy tudo de bom + acampamento para adolescentes causadores de confusão + cara que quer se dar bem a qualquer preço + romance.
Mas na verdade o livro me decepcionou do meio para o final…
Austin revelou seu segredo com muita facilidade para Shelby, a história das ampolas não é muito legal, a madrasta má também não é novidade e o desfecho foi um pouco óbvio.
Vamos dizer que três estrelinhas está bom demais para esse livro. (gastei meu inglês por pouca coisa)
Playlist:
Love Hurts – Aerosmith
Troublemaker – Weezer

Sobre o autor

Mariana Dal Chico, fisioterapeuta, esposa, leitora voraz e blogueira. Não sabe viver sem livros e música. Seu estilo literário é variado, no entanto, prefere livros de fantasia que a façam viajar para outros mundos e odeia spoilers. Também pode ser encontrada no @MariDalChico.

5 Comentários em “Resenha: Never Cry Werewolf”

  1. Alba disse:

    Nha… Mas a capa é linda! *_*

    [Responder]

  2. Tata disse:

    a capa parece a chapeuzinho vermelho! rs

    [Responder]

  3. Mariana disse:

    Eu tb gostei da capa, mas do meio pro final o livro dá uma decaída…
    Mto adolescente :(

    [Responder]

  4. Pâmela P. Ferso disse:

    (gastei meu inglês por pouca coisa)

    eu ri! rs
    Vamos ver, msm assim eu fiquei curiosa. =/

    [Responder]

  5. Grazielle disse:

    Ain…
    Achei a capa lindaa.. comecei a ler fui ficando interessada e agora no finalzinho ficou nhaaaaaaa…
    Vai para a lista quem sabe algum dia eu leio esse…

    Bjokas

    [Responder]

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