Zygmunt Bauman
Globalização: As consequências Humanas
Olá galera! Tudo bom com vocês?
Antes de iniciar a postagem e assunto da resenha, vou abrir um parêntese aqui, vocês não se incomodam não, certo? Se incomodar, me desculpem, mas eu vou falar, rs
ENTÃO. Ultimamente me tornei uma pessoa viciada em blogs. Não somente no sentido de ser blogueira, mas principalmente, de ser leitora. Só que eu venho notando certos tipo de tendências “legais” em blogs que eu visito.
Alguém já percebeu que os blogueiros, tem algo que faz você pensar naquelas velhas fofoqueiras de cidade pequena? rs Coisas do tipo “Você viu aquilo que aconteceu com fulano? Que coisa ridícula!” ou até mesmo, “Coisas chatas: acordar e dar ‘bom dia a todos’, como se todos fosse pronome…Eu sou mais que isso” bla bla bla
É como se juntasse uma cidade imensa para te falar o que fazer e o que não fazer… Por que se incomodar com as pessoas que dizem “Boa noite, a todos”, ou mesmo, por que se incomodar que o sapato da fulana é vermelho e não combinou com o vestido alaranjado e a pulseira branca? Por quê montar um padrão para tudo?! Então vamos lá, montando um padrão. Uhuuul \o/ #ironiaOFF
Bem, indo ao que interessa, o assunto acima me fez repensar minha postagem da semana, então vou falar sobre um livro que li quando fazia História (sim, eu cursei História por um ano e meio, e aprendi bastante).
Apresento-vos um dos maiores sociólogos da história, na minha opinião, acredito que ele ainda esteja vivo, depois eu checo essa informação: Zygmunt Bauman.
Globalização: As Consequências Humanas
Ano: 1999
Páginas: 145
Editora: Jorge Zahar
Sinopse: Sem intencionar oferecer todas as respostas sobre o tema, o sociólogo polonês mostra nesta detalhada história da globalização as raízes e as conseqüências deste processo, tentando dispersar um pouco da névoa e da banalização que cercam o termo “globalização”.
Numa análise instigante, Bauman convida os leitores a uma reflexão sobre os efeitos da globalização – premissa supostamente inquestionável a respeito do nosso modo de vida – na política, na economia, nas estruturas sociais e até em nossas percepções de tempo e espaço.
Opinião de Pamyz: Eu fiz uma resenha sobre esse livro no primeiro ano do curso de História. A típica aluna recém saída do Ensino Médio que morria de ódio de livros para-didáticos. Porém esse livro, e principalmente, o autor, me surpreenderam de tal forma, que eu adquiri mais alguns livros do estilo. O que falar de Zygmunt Bauman? Um dos melhores, se não o melhor, sociólogo da atualidade. O autor faz um apanhado na história, como tudo aconteceu e desenvolveu até o que somos agora, claro que o foco dele é Globalização. Onde, como e por que somos ‘Globalizados’.
Não me recordo das palavras da minha resenha, mas recordo algumas coisas que o Zygmunt discute no livro, tais como a nossa ideia de tempo e espaço, de como as coisas são mutáveis quando se insere no contexto, classes. É então que ele cita a questão dos “privilegiados” e os “não-privilegiados”. A liberdade de movimento dos privilegiados. Eu até me recordo que o Zygmunt discute a questão de viagens, aqueles que tem liberdade de ir e vir de país em país, e aqueles que lutam para se inserir em alguma outra nação (fronteira México-EUA). Ele também cita Michel Foucault, e insere a expressão ‘Panóptico’, pelo qual seria uma ‘Torre de observação’ onde um supervisor observa a sociedade, que é totalmente alheia ao Panóptico, discute o que seria, as consequências de tais coisas. Enfim, Zygmunt, em 145 páginas consegue te levar a pensar e analisar toda a sociedade, tanto histórica como na atualidade, te faz meditar sobre o comportamento e que linha estamos tomando pelo ‘desenvolvimento’ ou melhor, pela ‘Globalização’.
Foi uma resenha HIPER-resumida, que não faz jus ao trabalho do autor, mas que eu espero que tenha instigado um pouco de curiosidade sobre o seu trabalho. Portanto: SUPER RECOMENDO!!
Informações sobre o autor: Zygmunt Bauman (19 de novembro de 1925, Poznań) é um sociólogo polonês que iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Lá conheceu o filósofo islandês Ji Caze, que influenciou sua prodigiosa produção intelectual, pela qual recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Atualmente é professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia.(Fonte Wikipédia)
Playlist:
Linkin Park – Points of Authority
Linkin Park – Shadows of the day
U2 – Beatiful Day
Linkin Park – Shadows of the day
U2 – Beatiful Day
Ps: Dedico essa postagem às minhas amigas do blog Tara, Arba e Mari. S2′
Ps.2: Sou totalmente a favor de liberdade de expressão, mas totalmente contra à padronização de comportamentos. We are free! *Todo mundo nú* \o/
Ps.3: Se o meu professor de História Contemporânea ver esse post, me mata… EU tirei 7 na resenha que eu fiz. kkkkkk²
Ps.4: A média é 8.
Fui. Espero que gostem e até a próxima!! o/















Livros assim não me atraem. Esse assunto é mais pra Tara…
Liberdade de expressão concordo, *todomundonu* me dá medo! oO hahhahahahha
Amei doida!
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Esse livro é realmente muito bom. Bauman é sempre uma fonte de consulta e referência. Tenho aqui na estante pessoal.
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Considero isso uma traição às "leitoras cabeça de vento"!!!
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Paaammm!!!! S2
Definitivamente não é meu tipo de livro, gosto de ler pra sair da realidade.
Livros mais sérios corro para os da área da saúde
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eeeer, não é meu tipo de leitura tb .___. HAHAHA #passolonge
mas parece ser interessante pra quem gosta o/
beeijos
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Oiaaaaa, pintinho tbm é cultura! (e nerd) S2
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