O roteirista Mark Millar e o desenhista Bryan Hitch reinterpretam alguns dos heróis mais poderosos da Terra com uma abordagem única, trazendo os Vingadores para o século 21. Num mundo em que novas ameaças super-humanas aparecem todos os dias, eles são a última linha de defesa dos Estados Unidos contra toda sorte de inimigos.
Como surgiu:
Lembram que eu já comentei por aqui que muita gente fica de saco cheio da continuidade interminável das séries de super-heróis da Marvel e da DC (sou um deles)? Os editores não são bobos e perceberam que isso criava um problema para conquistar novos leitores. Afinal, um garoto de 12 ou 13 anos não começaria a acompanhar uma série com tanta informação anterior que precisaria de uma enciclopédia para entender que raios estaria acontecendo! A solução que a Marvel encontrou foi criar o selo Ultimate (no Brasil, batizaram como Millennium… vai entender…). A proposta era apresentar uma releitura dos heróis clássicos, livre de todo aquele ranço de mais de 40 anos de publicações. Começaram com o Homem-Aranha e X-Men e foi um sucesso. Em 2001, publicaram Os Supremos (The Ultimates), a versão ultimate para os Vingadores. Para alegria dos leitores, juntaram duas feras dos quadrinhos: o roteirista Mark Millar e o desenhista Bryan Hitch. Os dois já tinham mostrado do que eram capazes em alguns trabalhos para a DC. O resultado foi um sucesso tanto de crítica quanto de público. Merecido.
As diferenças:
As versões para os heróis que compõem Os Supremos diferem consideravelmente de suas contrapartidas “oficiais”, principalmente suas personalidades. O Capitão América, por exemplo: O personagem original é um defensor do “sonho americano de liberdade”. Um paladino cheio de honra, discurso nobre e abnegação. O Capitão América ultimate é violento, utiliza qualquer meio para vencer e é política e moralmente conservador. Várias das ideias utilizadas nesta série foram aproveitadas nos gibis originais e nos filmes que estão sendo produzidos pelos Estúdios Marvel. Sabe o Nick Fury interpretado por Samuel L. Jackson no Homem-de-Ferro e em Thor? Pois o Fury original da Marvel é um caucasiano, veterano da Segunda Guerra Mundial. A ideia de transformá-lo no Jackson foi apresentada neste Os Supremos. Bryan Hitch, aliás, utiliza o ator como modelo nos quadrinhos.
Temporadas: Indico para leitura as duas primeiras temporadas do gibi. Isso mesmo que você leu! Temporadas, como uma série de televisão. Cada temporada é formada por dois arcos de histórias: Primeira Temporada: No primeiro arco, o grupo é reunido e enfrenta o descontrole do Hulk, que ameaça destruir Nova York. No segundo arco, os Supremos enfrentam uma invasão alienígena que era planejada desde a Segunda Guerra Mundial. Segunda Temporada: No primeiro arco, além da condenação de Bruce Banner, acontece uma “caça às bruxas” dentro da equipe, com Nick Fury tentando descobrir quem é o traidor do grupo. No segundo arco, o traidor é descoberto e um grupo de terrorista super-poderosos toma conta dos EUA.
Minha opinião:
Como eu disse, Os Supremos é a série mais legal da primeira década dos anos 2000. A história é bem construída e os diálogos são inteligentes e engraçados. Um momento muito divertido e que foi aproveitado no último filme do Hulk: O Capitão América precisa assumir medidas extremas para derrotar um inimigo super poderoso. Para isso, ele ordena que o franzino Bruce Banner seja jogado de um helicóptero para que o stress da queda o transforme no Hulk. Se você assistiu ao último Hulk, vai lembrar que uma sequência parecida acontece nos momentos finais do filme. Em Os Supremos, a cena é carregada de tiradas cínicas entre os personagens. Difícil ler e não rir.
O traço de Bryan Hitch é realista e irretocável. Há quem critique por que ele utiliza imagens de filmes e atores como referência, mas a verdade é que é um desenhista muito competente e as cenas de ação que ele constrói são fantásticas. Os Supremos é como um daqueles blockbusters, cheios de ação, mas com um ótimo texto. Tudo é grandioso e sem as concessões comuns aos quadrinhos de super-heróis. Quando o Hulk perde o controle e sai em um frenesi assassino, mata mais de 800 inocentes. Quando o Capitão América ataca terroristas, ele não dá aqueles socos heróicos que nocauteam. Ele joga granadas, quebra pescoços e faz o que julga necessário… como um militar faria. O Thor é o mais legal. Um ativista ecológico. Ninguém sabe de onde vem seus poderes e o leitor fica na dúvida se ele é um esquizofrênico que teve acesso a uma tecnologia avançada e que acredita ser um deus ou se realmente é o deus que afirma ser. Se você quer ver como se faz um bom quadrinho de super-heróis, procure os arcos de histórias dos Supremos produzidas pela dupla Millar e Hitch.
O que aconteceu com a série depois:
A dupla Millar e Hitch afastou-se para realizar outros projetos dentro da Marvel. As duas temporadas que mencionei já foram publicadas aqui no Brasil, dentro da revista mensal Homem-aranha Millennium, mas a primeira foi relançada em um volumão que ainda pode ser comprado na Livraria Cultura. No Book Depository, dá para comprar as duas temporadas em quatro encadernados de capa cartonada. Compensa mais comprar na Amazon, que ainda tem as edições mais novas. São dois volumes em capa cartonada, com preço bem mais convidativo.: Ultimate Collection 1 e Ultimate Collection 2. Seja qual for sua escolha, é um quadrinho que vale a pena.
Depois da saída de Millar e Hitch, a Marvel cometeu a heresia de colocar a série nas mãos do roteirista Jeph Loeb. Há quem diga que o sujeito já escreveu coisas interessantes lá nos anos 90 mas, pessoalmente, nunca vi nenhum trabalho dele digno de nota. Ele praticamente afundou o universo Ultimate, primeiro com um arco de histórias absurdas com Os Supremos e, depois, com uma saga que envolveu todos os personagens do selo e que foi um dos momentos mais constrangedores da Marvel, chamada Ultimatum. Um conselho: fique longe dessas bombas. Recentemente, Millar foi chamado para voltar a escrever a série. Não tem a mesma qualidade, claro. Não é fácil consertar o monte de bobagens que Loeb cometeu… mas está ficando bacaninha.
Curiosidade:
A Marvel, além de utilizar algumas ideias desta série em suas produções cinematográficas, já lançou dois longas animados baseados nesta série. Infelizmente, não chegam perto do material original.
Para as duas primeiras temporadas de Os Supremos, escritas por Mark Millar e desenhadas por Bryan Hitch, merecidos:
Playlist:
Linkin Park, ZZ Top e White Zombie
Sobre o autor
Walter Tierno é ilustrador, escritor, blogueiro, pagador de mico, engolidor de sapo e um cara desagradável que responde sinceramente quando alguém pergunta sua opinião. Seu livro de estreia é Cira e o Velho, uma história de vingança que utiliza fatos e personagens históricos e mitologia brasileira.
Esse meme foi criado pela Kristi, doThe Story Siren, onde toda semana vamos mostrar o que chegou de novidade para o Psychobooks. Ao clicar em cima do nome do livro, o link te leva para a página do Skoob com maiores informações sobre o título.
Hoje começamos a tarde superbem!! A fofa da Larissa Siriani entrou em contato comigo, disponibilizando um superkit do livro dela, “As Bruxas de Oxford”, e como RECORDAR É VIVER, bora lá lembrar o que eu achei de leitura?
Sinopse: A antiga Casa Azul nunca foi cenário de boas histórias. Há mais de cem anos – dizem - era o lar de sete bruxas que foram queimadas na fogueira e que juraram vingança. Mas é quando Malena, seus pais e seus seis irmãos mais velhos se mudam para lá que a lenda se prova verdadeira. Coisas estranhas começam a acontecer sempre que ela se exalta, e, de repente, ela se descobre cercada por um passado que até então desconhecia e condenada a consertar os erros de uma vida passada. E, quando os velhos inimigos começam a aparecer, Malena vai perceber que certos sentimentos se carregam para além da vida.
Comentários:
O livro da Larissa já prendeu minha atenção dentro do elevador. Sim, você leu certo.
Toda vez que o porteiro me liga que chegou alguma coisa, sempre subo para meu apartamento já abrindo o pacote (sim, sou desesperada) e lendo algo da obra que recebi.
Já fiquei encantada com as primeiras descrições do livro. A Larissa tem aquelas capacidades que acho superimportantes em um autor: Fluência no texto, ligação entre os acontecimentos, construção coerente dos personagens e a principal de todas! CRIATIVIDADE!!
Afinal, o que é um texto bem-escrito se durante a leitura o autor não nos surpreende?
O livro de Larissa que será lançado no dia 13 de março, pela Editora Multifoco, tem como tema o mundo adolescente + sobrenatural, que confesso que achava que já estava mais do que batido. Ponto para a autora que mais uma vez, surpreendeu.
Trata da história de Malena, uma adolescente de 16 anos com uma característica inusitada. (não vou revelar qual é, sem o prévio consentimento da autora) Só tinha visto essa característica em um protagonista até hoje, e foi exatamente por meio dessa diferença que a protagonista me conquistou.
Malena vê sua vida virar de cabeça para baixo quando seus pais decidem deixar Oklahoma e voltar para a cidade de Oxford, onde nasceram e onde vivem todos seus parentes.
E aqui está a única crítica que faço à obra de Larissa. O livro poderia muito bem ter sido ambientando em uma cidade brasileira, acredito que assim haveria uma maior identificação do leitor. Mas não fiquem decepcionados, o fato da história ser ambientada em outro país não tira em anda o encantamento da leitura.
A casa escolhida pela família é a que contém a história mais sombria da cidade… E é nela que Malena passa a ter todas as revelações que irão mudar sua vida.
“Toda a casa era sombria. Não importava quantas janelas ou lâmpadas nem lustres meus pais pudessem pendurar, nem a cor alegre das tintas que cobriam as paredes castigadas, nem mesmo a alegria que nós tentássemos plantar ali, as sombras permaneciam. Eu podia vê-las, até senti-las nos cantos das paredes, cobrindo os móveis, espreitando as janelas”
Página 9 do manuscrito
Por ser a sétima filha e única mulher, Malena é ao mesmo tempo tratada como princesa da casa e como mais um dor irmãos, o que é confuso e ao mesmo tempo engraçado.
Aliás, o humor está presente em todo o livro. Ri em várias passagens com Malena e com as situações em que se coloca devido aos fenômenos sobrenaturais que a perseguiam.
Trata-se de uma história de bruxas, e talvez aqui eu entenda o motivo do local escolhido por Larissa para ambiente o livro. Por 100 anos a magia ficou afastada de Oxford, e agora com a chegada de Malena à cidade, tudo muda. As sete irmãs bruxas: Irma, Jane, Elleanor, Cecilly, Nayse, Zethi e Dorothi passam a fazer parte de sua vida, de uma maneira surpreendente e inovadora!
Larissa não esqueceu de colocar uma carga romântica na história. A figura escolhida foi Sam, um morador de Oxford e aluno da mesma sala de Malena. Não desvendei Sam completamente… Por tudo o que acontece com a protagonista, ele acaba ficando um pouco de lado. Espero que nos próximos livros o personagem ganhe mais foco, assim como os seis irmãos de Malena.
Aí você pode perguntar: “Próximos livros?” Siiimmm!! \o/
Trata-se de uma saga intitulada “Trilogia Coração da Magia”, então aguardem mais de Malena e companhia!
Aliás, por falar em companhia, essa foi uma das características que gostei bastante na construção dos personagens da Larissa. Todos têm suas próprias características descritas, e não fogem daquilo que é esperado que eles façam! Já falei lá em cima, né? ÓTIMA construção dos personagens!!
Parabéns Larissa! Seu primeiro livro me deixou com gostinho de “quero mais”! Com certeza uma autora que vou ficar de olho e ansiosa pelos próximos lançamentos!!
Bora pro sorteio valendo um kit com: 1 Livro “As Bruxas de Oxford” com dedicatória especial; 1 Botton 1 Marcador
Regras do Sorteio: 1- Seguir o blog PUBLICAMENTE pelo Google Friend Connect (basta ter uma conta no google/gmail/orkut/twitter e clique no botão SEGUIR na coluna do lado esquerdo do blog); 2- Deixar um comentário neste post; 3- Preencher o formulário abaixo; 4- Ter endereço de entrega no Brasil. Para ganhar mais números de sorteio, preencha o formulário novamente para cada nova divulgação.
O livro “As Bruxas de Oxford” da autora @LarissaSiriani que o @psychobooks está sorteando vai ser MEU! http://migre.me/4COLd
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A promoção tem início hoje (24/05/11) e vai até dia 24/06/11 às 18:00h . O sorteio será feito pelo site Random. O vencedor será notificado com um e-mail e têm até 3 (três) dias para respondê-lo, caso contrário um novo sorteio será realizado. O resultado será anunciado no twitter e publicado aqui nesse post.
24/06/11 – Atualização
RESULTADO DO SORTEIO
Sobre o autor
Leituras, resenhas, novidades e divagações sobre livros. Desde janeiro de 2010 entendendo sua loucura!
Oie Galera!!! Recentemente recebemos uma ótima notícia: a Ediouro, irá lançar pelo selo Agir a série Dark Swan da Richelle Mead. E tem mais, a editora irá publicar o texto integral, sem cortar as partes calientes! *__* O lançamento está previsto ainda para esse ano. Só nos resta esperar ansiosamente por ele! \o/ Mas enquanto não sai o livro aqui no Brasil, confira aqui a resenha da Mari dos dois primeiros livros da série.
Sobre o autor
Leituras, resenhas, novidades e divagações sobre livros. Desde janeiro de 2010 entendendo sua loucura!
Oie Galera! Hoje minha resenha é de um livro que peguei emprestado com a May do Blog Frozen e que atualmente é chamado de “Um Percy para meninas” (referência aos livros do Percy Jackson)
Quando Pegasus, o majestoso e mitológico cavalo alado, é atingido por um raio e cai em seu terraço durante uma violenta tempestade que deixa Nova York no escuro, a vida da jovem Emily transforma-se em uma lenda. Buscando ajuda para tratar os graves ferimentos de Pegasus, Emily recorre ao garoto estranho da escola, Joel. Trabalhando juntos, eles rapidamente descobrem que o cavalo alado tem mais do que ferimentos da tempestade.
Comentários:
Criei muitas expectativas com esse livro, mas acabei me decepcionando.
Achei a história muito semelhante a de Percy Jackson e um pouco sem sentido.
Na história são usadas as representações dos deuses romanos: Júpiter, Mercúrio, Juno…
Acabei ficando um pouco confusa por estar acostumada as representações gregas e só identificava os deuses por associação, mas alguns nome eu tive que recorrer ao Google.
A narração é um pouco tediosa e a Emily e o Pegasus são super sem-graça. Ela não tem sal nem açúcar e o Pegasus apesar de ser idolatrado, nem é tão magestoso assim.
A Emily é apenas uma criança inocente que está disposta a fazer tudo que puder para ajudar o “cavalo” e, ela até se sente um pouco dona dele.
E o Pegasus é o que chamamos de “via de mão única”. Ele entende o que a Emily fala, mas ela não entende o que ele fala.
A missão do cavalo alada no começo é um mistério já que a garotinha não entende o que ele diz, mas nem por isso ela está menos disposta a judá-lo e, quando ela descobre a verdadeira missão do cavalo com uma certa ‘ajudinha divina’ ela resolve correr os riscos e ajudá-lo.
Uma coisa que achei totalmente sem sentido é que o Olimpo está sendo atacado por criaturas chamadas Nirads (seres cinzas com 4 braços – Essas criaturas na hora me lembraram o Goro do Mortal Kombat (obrigada a Alba e ao Tio Dú por me ajudarem a lembrar dele) e, essas criaturas estão causando uma grande destruição no Olimpo e são uma grande ameaça para os deuses.
Se bem me lembro os deuses são seres imortais, apesar de que os Titãs seriam capazes de matá-los. Mas enfim, esses nirads, além de não fazerem parte da mitologia, também não possuem uma definição certa do que são no livro. Sabe-se apenas que eles são praticamente invencíves e bla blá blá.
Achei o livro um tanto sem pé nem cabeça, faltou um glossário e uma definição melhor de certos personagens.
Sinceramente não pretendo continuar lendo essa série, apesar de saber de pessoas que adoraram o livro.
Ainda bem que não comprei esse livro. Provavelmente eu teria me arrependido.
Pelo menos a leitura flui fácil, apesar de tediosa.
(Não consegui pensar numa playlist para esse livro)
Sobre o autor
Lê quase tudo que cai em suas mãos - até bula de remédio - mas não é muita fã autoajuda nem de romances muito açucarados. Gosta de ler desde que se conhece por gente. Já gostou muito de romances espíritas, hoje... nem tanto! Também pode ser encontrada no @xtatolinax.
Hoje voltei para falar sobre meu tema favorito, vampiros. Os vampiros da Melissa de la Cruz tem um conceito bem diferenciado com uma mistura de vampiros, anjos caídos, imortalidade e reencarnação.
Série Blue Bloods: 1- Blue Bloods – Vampiros de Manhattan 2- O baile de Máscaras 3- Reveletions (disponível em inglês) 4- The Van Alen Legacy (disponível em inglês) 5- Misguided Angel (disponível em inglês) 6-Lost in Time (previsto para 2011 em inglês) Keys to the Repository – ‘guia’ (disponível em inglês) Bloody Valentine – três contos (disponível em inglês)
Schuyler Van Alen deseja uma explicação para as mortes misteriosas de jovens vampiros. Ao lado de Oliver, ela viaja a Itália na esperança de encontrar seu avô, o único homem que pode ajudá-la a encontrar as respostas. Entretanto, de volta a Nova York, todas as atenções estão voltadas para o Baile dos Quatrocentos, uma festa exclusiva em que jovens Blue Bloods – entre eles, os gêmeos Jack e Mimi Force – serão apresentados à sociedade dos vampiros. O Baile de Máscaras preparado por Mimi, por sua vez, irá desviar o foco de Schuyler para outros problemas mais urgentes – como as complicações de sua natureza meio humana, meio Blue Blood e a paixão de Jack – e lançá-la em outro mistério que, por trás de uma máscara, colocará a sua vida e a de outros Blue Bloods em risco.
Cometários:
O primeiro livro da série, Blue Bloods, não tinha me deixado muito animada, a concepção de vampiros nesse mundo que a Melissa criou não tinha me prendido, já aviso para quem espera muita ação, não vai encontrar por aqui. O foco do livro é em cima de mistério e romance, com pouca, bem pouca ação. Ainda assim, gostei mais desse livro do que o primeiro que abriu a série. A narrativa é feita sob os pontos de vista de Schuyler, Mimi e Bliss. Uma das coisas que me agradam muito, são os flashbacks vividos pelos personagens sobre suas vidas passadas que acaba por interligar todos os Blue Bloods.
Tudo começa com Schuyler em Veneza a procura de seu avô, sem ter nenhuma pista de seu paradeiro desde que chegou a cidade, ela só consegue encontrá-lo a muito custo, próximo ao dia do seu retorno para Manhattan. Enquanto isso, Mimi e Bliss estão a procura do vestido perfeito para o Baile dos Quatrocentos, jantar anual exclusivo para os Blue Bloods, após o jantar, um pós-festa apenas para os adolescentes mais descolados da alta sociedade serão convidados, mas para entrar, além do convite, eles têm de estar de máscaras.
Os pesadelos de Bliss continuam acontecendo, ela acorda sem saber onde está nem como foi parar lá. Certa noite um garoto misterioso a salva de se afogar num lago, mas antes que ela possa ver quem é, ele desaparece sem deixar pistas.
Mimi continua maravilhosamente bem no papel de vilã e faz tudo a seu alcance para prejudicar a Schuyler e como a Bliss tem conseguido mais publicidade do que ela, está com ciúmes da imprensa em cima de sua amiga. Jack aparece pouco, mas quando o faz é de arrancar suspiros. Finalmente ficamos sabendo quem ele realmente é e porquê está tão ligado a sua gêmea. Não posso deixar de falar que o Oliver estava MUITO fofo nesse livro S2
O novo personagem, Kingsley Martin, é muito misterioso, encantador que atrai as atenções de todas as garotas da Duschene e como é atraído para confusões, ele se torna amigo inseparável de Mimi.
Se assim como eu, você não gostou muito do primeiro livro, dê uma chance a série e leia O Baile de Máscaras, o enredo melhorou bastante, a narrativa está mais rápida e o mistério melhor elaborado.
Quando Schuyler entrou no salão de baile do St. Regis, todos os presentes ficaram paralisados. Os convidados ficaram observando enquanto ela esteve parada na entrada, iluminada sob o holofote, sem saber direito para onde seguir. Até mesmo alguns suspiros puderam ser ouvidos entre os presentes.
Página 122
Playlist:
Oasis – Don’t go Away Run Run Run – Fade Into You Muse – Time is Running Out
Sobre o autor
Mariana Dal Chico, fisioterapeuta, esposa, leitora voraz e blogueira. Não sabe viver sem livros e música. Seu estilo literário é variado, no entanto, prefere livros de fantasia que a façam viajar para outros mundos e odeia spoilers. Também pode ser encontrada no @MariDalChico.
Sabem o que é Cyberpunk? Bom… Eu também estava meio (inteira) por fora dessa onda de Cyber/ Steam/ Sandal/ Diesel/ Punk. Aqui no Brasil esses gêneros são relativamente novos; se não novos, pelo menos mais abordados agora. A Mari fez na semana passada uma resenha loira e dhyva sobre “Steam Punk”, hoje é minha vez de convidar vocês a conhecerem um pouco de Cyberpunk. Vamos lá?
Mas primeiro, vamos conversar com nosso amigo Wikepédia e ver o que ele tem pra nos dizer:
Cyberpunk é um subgênero da ficção científica, conhecido por seu enfoque de “Alta tecnologia e baixo nível de vida” (“High tech, Low life”) e toma seu nome da combinação de cibernética e punk. Mescla ciência avançada, como as tecnologias de informação e a cibernética junto com algum grau de desintegração ou mudança radical na ordem social. De acordo com Lawrence Person: “Os personagens do cyberpunk clássico são seres marginalizados, distanciados, solitários, que vivem à margem da sociedade, geralmente em futuros despóticos onde a vida diária é impactada pela rápida mudança tecnológica, uma atmosfera de informação computadorizada ambígua e a modificação invasiva do corpo humano.”
Obrigada Wikipédia, seu lindo! Agora bora pra minha resenha:
Sinopse: Nele o leitor se depara com uma Realidade Alternativa, que se desenvolve em um universo Pós-cyber, no qual os países do eixo-norte do globo se encontram em decadência, confrontados pelas três grandes potências surgidas no eixo-sul: a União da República Brasiliana, a Africanísia e a Euronova. A qualidade de vida abaixo da linha do equador assume ares de utopia, enquanto no outro hemisfério as corporações lutam pelo controle dos espólios dos antigos países. Nesse cenário, em que uma parte da economia mundial está visivelmente instável, o equilíbrio é mantido por meio da força, de uma consistente e bem defendida base econômica, e da tecnologia que avançou a passos largos até se tornar fundamental à vida. Foi nesse contexto que o Hipermundo se desenvolveu. Um sistema baseado em uma super-rede de servidores, no qual as pessoas desfrutam de uma forma complexa de realidade aumentada, utilizando-a para trabalho, socialização, cultura e registro digital de todas as informações mundiais. Parte do enredo dá suporte para uma ação vertiginosa que se desenrola enfatizando os dramas dos personagens, enquanto a outra se aprofunda nas questões desencadeadas pelo cenário social, levantando questões como: a tecnologia poderia afastar realmente o homem do rumo espiritual para o tecnológico? Até que ponto desejamos nos afastar do convívio pessoal e transpor esse contato para a virtualidade? Do que seríamos capazes de abrir mão em troca da imortalidade? O modo de vida que desfrutamos hoje é algo definitivo ou apenas um conceito a que nos atemos?
Comentários:
Tá, vou confessar… Peguei o livro do Richard sem muitas expectativas… O tema sempre me deu um certo arrepio, e por puro pré-conceito mesmo! Pura falta de conhecimento do que se tratava! Depois de ler o significado de “Cyberpunk” percebi que já li alguns livros (e assiste muitos filmes) no gênero. E sabem de uma coisa? Eu gosto! \o/ Adorável percepção.
O livro é narrado na terceira pessoa, acompanhando o ponto de vista de três personagens principais:
Kamal – Soldado da República Brasiliana, que após um “infeliz” acontecimento (logo no primeiro capítulo do livro) se vê envolvido com o Cartel.
Sa-Id – Um muçulmano de 42 anos, fera na arte da programação. Sequestrado pelo Cartel, se vê obrigado a fazer uma entrega no Hipermundo.
5.i-cent – O personagem mais misterioso do livro. Ligado a Serguey Kajaram de uma forma obscura e misteriosa. Só conhecemos bem suas intenções no finalzinho do livro.
Sob o ponto de vista de cada um dos personagens principais, os coadjuvantes da história ganham vida e densidade. Richard criou um enredo bem complexo e cheio de detalhes. Num mundo dominado pela tecnologia, com muitas pessoas preferindo viver no Hipermundo – uma forma de interface de realidade virtual – toda a estrutura da sociedade foi redefinida. Em uma guerra sem precedentes, República Brasiliana (o Brasil após a conquista de vários territórios), Africanísia e Euronova dominaram o mundo, e têm o controle tanto do Hipermundo quanto do mundo real, e, como em todo enredo que se prese tem que haver algum antagonista, esse vem na forma do Cartel, uma Associação de 16 líderes mundiais, encabeçada por Serguey Kajaram da Sicilli Corporation, proveniente de Silicon Valley; aqui percebemos relação com nossa realidade atual, e fica clara a especialidade de Serguey: tecnologia da informática; e seu objetivo: tomar as rédeas do Hipermundo e do mundo real.
As mulheres da trama são Cin-d e Zin Lin Wong, cada uma está presente em um mundo, acompanhando um personagem principal. Zin Lin é uma programadora, que está no final da gravidez e está sendo usada pelo Cartel para chegar a seus objetivos, Cin-d cai na aventura meio que por acaso, seu crescimento durante o enredo é surpreendente.
A trama poderia ser confusa, se não fossem todas as explicações que Richard coloca entremeada ao enredo. Essa técnica é bem perigosa, alguns autores acabam se atrapalhando nas explicações, se focando muito na parte técnica do texto e deixam a leitura enfadonha. Não é o caso de Cyber Brasiliana: todas as explicações estão bem colocadas e são de suma importância para o bom entendimento do livro.
A carga emocional da história recaí sobre Zin Lin e sua luta no Hipermundo para acelerar a realização de seus objetivos e com isso salvar a vida de sua filha, que está prestes a nascer.
Todas as três histórias ocorrendo em separado, levam a um final bem amarrado e cheios de surpresa. Conforme as páginas vão avançando, o clima de tensão também cresce, e fica impossível largar a leitura.
O que me surpreendeu bastante, é que, apesar de o Brasil ser “A Potência” do momento, Richard não explorou esse ambiente, deixando toda a parte de ação focada na América do Norte. Isso me deixou um pouco decepcionada, mas não ao ponto do livro perder sua essência e riqueza de enredo.
(…) Ela respirou fundo e soltou aquilo que estava evitando, mas que sabia que seria melhor libertar do peito naquele momento. – Sa-Id é o seu terceiro pai, que lhe jogou nessa situação, sem ter a intenção de fazer isso. Você deve perdoá-lo por isso. Eu sou sua segunda mãe e serei também sua algoz. Mas não se preocupe, não preciso do seu perdão.”
Página 43
Tem muito de Matrix no enredo, mas em vez de lutar contra a realidade virtual, as pessoas buscam viver ali. Um novo enfoque ao tema que achei bem interessante.
Playlist: Guns N’ Roses – You could be mine Marylin Manson – Rock is Dead Bjork – All is full of love
Regras do Sorteio, valendo um livro “Cyber Brasiliana” com dedicatória especial para o vencedor:
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Eu quero o livro “Cyber Brasiliana” que o @richarddiegues + @tarjaeditorial + @psychobooks estão sorteando! http://migre.me/4Bj5I
ATENÇÃO: Nesse sorteio será permitida a inscrição de 10 tweets por dia, não importando o horário, mas não se esqueça de preencher novamente o formulário para cada novo tweet. Mande o link do tweet, clicando embaixo dele onde aparece, por exemplo: less then 10 seconds…
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A promoção tem início hoje (21/05/11) e vai até dia 10/06/11 às 18:00h . O sorteio será feito pelo site Random. O vencedor será notificado com um e-mail e têm até 3 (três) dias para respondê-lo, caso contrário um novo sorteio será realizado. O resultado será anunciado no twitter e publicado aqui nesse post.
11/06/11 – Atualização
Resultado do Sorteio:
Sobre o autor
Alba Milena, casada, 34 anos, é mãe do menino mais lindo do mundo: o Lucas. Supereclética nas suas escolhas de leitura, nutre um ódio profundo e inexplicado por Danielle Steel. Também pode ser encontrada no @AlbaMilena.
E olha que hoje eu trago mais um montão de livros novinhos que estão vindo por aí!! É uma perdição atrás da outra! A culpada da vez é a Editora Draco, que traz váááários lançamentos pra lá de legais!
Bora encher a estante???
MEU AMOR É UM ANJO Organizado por Eric Novello e Janaína Chervezan
A coleção Amores Proibidos vem mostrar que o amor verdadeiro vence todas as barreiras, e pode fazer pessoas muito diferentes descobrirem que tem algo em comum, mesmo quando uma delas não pertence a esse mundo. Se envolver com alguém não é nada fácil. Rola ansiedade no primeiro beijo, medo de expor os sentimentos e expectativa de saber quando será o próximo encontro. Imagine então quando o pretendente é um anjo?
Pode ser um tradicional de cabelos loiros cacheados, um sombrio de asas negras, um anjo da morte atrapalhado ou até mesmo um anjo num mundo de realidade virtual, louco para te levar em uma aventura inesquecível. Nesses casos, a adrenalina é ainda maior!
Nas surpreendentes páginas de Meu Amor é um Anjo você conhecerá histórias angelicais de diversas autoras de literatura fantástica nacional, repletas de casais apaixonados e situações inusitadas. Mas não pense que tudo são flores, afinal de contas, encontrar o par Perfeito pode esconder terríveis surpresas.
Prepare-se para voar por histórias que vão do romance ao suspense, da fantasia ao terror, numa leitura com beijos de tirar o fôlego. É hora de se apaixonar e cair em tentação.
IMAGINÁRIOS – Contos de fantasia, ficção científica e terror (volume 4) Organizado por Erick Santos Cardoso
Grandes e novos autores exploram infinitos imaginários nesta coletânea da Editora Draco. A coleção Imaginários trará, a cada volume, contos inéditos que explorarão o fantástico em todas as suas variantes, contando histórias de ontem, de hoje, de amanhã e – por que não? – de nunca.
Neste quarto volume da coleção IMAGINÁRIOS da Editora Draco o organizador ERICK SANTOS CARDOSO participa com um conto fantástico ao lado de LEONEL CALDELA, FÁBIO M. BARRETO, GEORGETTE SILEN, LUIZ BRAS, NAZARETHE FONSECA, CRIS LASAITIS, ANTONIO LUIZ M. C. COSTA, CLAUDIO BRITES e RENATO A. AZEVEDO, extrapolando as fronteiras do real e apresentando excelentes histórias de fantasia, ficção- científica e terror.
Pode uma mulher se apaixonar por um centauro, criatura de uma estirpe tradicionalmente inimiga dos humanóides, especialmente os terrícolas? Uma surpreendente história de amor regada a sensualidade e aventura, A Guardiã da Memória, do veterano autor Gerson Lodi-Ribeiro, traz enfim a maturidade da ficção científica erótica brasileira.
Em Ahapooka, o Mundo-sem-Volta, descendentes de náufragos de inúmeras espécies inteligentes erigiram culturas mestiças e vigorosas ao longo dos milênios numa tentativa de recriar as glórias de suas civilizações ancestrais. A maioria das culturas alienígenas de Ahapooka discrimina os humanos pela crença da evolução das espécies de forma espontânea, sem auxílio de promotores alienígenas. Para tentar reverter essa situação, a operativa humana Clara — heroína da premiada noveleta “A Filha do Predador” — é enviada para uma missão secreta no Império. Quando os planos da Nação Humana não saem como o esperado, Clara é obrigada a fugir às pressas a bordo de um navio tripulado por alienígenas anfíbias em companhia de um centauro. Isolada com ele por meses a fio, a amizade que a humana nutre pelo alienígena se transforma em algo mais.
O BARONATO DE SHOAH – A Canção do Silêncio José Roberto Vieira
O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio é o romance de estreia de José Roberto Vieira, uma emocionante aventura épica em um mundo fantástico e sombrio. Passado, presente e futuro se encontram com a cultura pop numa mistura de referências a animações, quadrinhos, RPG e videogames. Considerado o primeiro romance nacional pensado na estética steampunk, o mundo de O Baronato de Shoah une seres mitológicos como medusas e titãs a grandes inventos tecnológicos.
Desde o nascimento os Bnei Shoah são treinados para fazerem parte da Kabalah, a elite do exército do Quinto Império. Sacerdotes, Profetas, Guerreiros, Amaldiçoados, eles não conhecem outros caminhos, apenas a implacável luta pela manutenção da ordem estabelecida.
Depois de dois anos servindo o exército, Sehn Hadjakkis finalmente tem a chance de voltar para casa e cumprir uma promessa feita na infância: casar-se com seu primeiro e verdadeiro amor, Maya Hawthorn. Entretanto, a revelação de um poderoso e surpreendente vilão põe Sehn perante um dilema: cumprir a promessa à amada ou rumar a um trágico confronto, sabendo que isso poderá destruir não só o que jurou amar e proteger, mas aquilo que aprendeu como a verdade até então.
O Castelo das Águias, romance fantástico de Ana Lúcia Merege, é um lugar especial. Localizado nas Terras Férteis de Athelgard, região habitada por homens e elfos, abriga uma surpreendente Escola de Magia, onde os aprendizes devem se iniciar nas artes dos bardos e dos saltimbancos antes de qualquer encanto ou ritual.
Apesar de sua juventude, Anna de Bryke aceita o desafio de se tornar a nova Mestra de Sagas do Castelo. Aprende os princípios da Magia da Forma e do Pensamento e tem a oportunidade de conhecer pessoas como o idealizador da Escola, Mestre Camdell; Urien, o professor de Música; Lara, uma maga frágil e enigmática, e o austero Kieran de Scyllix, o guardião das águias que mantêm um forte elo místico com os moradores do Castelo.
Enquanto se habitua à nova vida e descobre em Kieran um poço de sentimentos confusos e turbulentos, uma exigência do Conselho de Guerra das Terras Férteis põe em risco a vida e a liberdade das águias. Com o apoio de Kieran, Anna lutará para preservá-las, desvendando uma trama de conspiração e segredos que envolvem importantes magos do Castelo.
SPACE OPERA – Odisseias fantásticas além da fronteira final Organizado por Hugo Vera e Larissa Caruso
Quem nunca imaginou viajar em uma nave estelar e explorar novos mundos? Ou lutar contra um temido Império Galáctico? Ou destruir implacáveis robôs que tentam exterminar a humanidade? Ou ainda travar uma luta mortal contra um arqui-inimigo usando armas do futuro?
Space Opera é um subgênero da Ficção Científica que traz aventuras espaciais e planetárias em cenários exóticos, com heróis e vilões que vivenciam conflitos pessoais empunhando suas armas sempre prontas para a luta. A expressão foi criada nos EUA, nos anos 1940, em analogia às melodramáticas radionovelas da época, então chamadas de soap operas, sendo que Space Opera pode ser melhor traduzida como “novela espacial”, e é um sucesso na literatura, na TV e no cinema.
Conflitos políticos, batalhas espaciais, alienígenas, romance, espionagem, tecnologias do futuro, aventuras shakespearianas e um toque de jeitinho brasileiro. Prepare-se! A nave Space Opera já irá partir…
CRÔNICAS DA ATLÂNTIDA – O tabuleiro dos deuses Antônio Luiz M. C. Costa
Em Crônicas de Atlântida – O tabuleiro dos deuses, romance de estreia de Antonio Luiz M. C. Costa, editor e colunista na revista CartaCapital, os deuses começaram mais uma partida de um jogo milenar secreto no qual o mundo fantástico de Kishar é o tabuleiro e os heróis humanos seus peões. Mas até eles serão surpreendidos com o desenrolar dos acontecimentos, pois novos jogadores se intrometem para mudar as regras e virar a mesa, enquanto as peças se rebelam e querem decidir seus próprios destinos.
Baseada em diversas fontes, como os escritos de Platão e referências esotéricas, a reconstrução da lendária Atlântida é de um detalhamento impressionante, e a viagem do leitor enquanto acompanha as descobertas da sensual xamã Tiakat, do idealista guerreiro Sistu e da exótica e talentosa Tjurmyen será inesquecível.
Para esse triângulo amoroso, a fantástica capital e seus segredos será uma rede que os envolverá nas mais altas intrigas em um mundo no qual a magia, a religião e a ciência andam de mãos dadas. A capital de Atlântida será o palco de um conflito em que uma era será decidida, mas que pode significar o fim de um legado de desenvolvimento nunca atingido entre todas as raças humanoides.
O PEREGRINO – Em busca das crianças perdidas Tibor Moricz
O romance O Peregrino, de Tibor Moricz, fala de duelos heroicos, amizade e coragem. Fala também de cobiça, ódio e perseguição. Narra a jornada de um homem em busca de crianças perdidas, de pistas para esclarecer seu passado misterioso e de suas próprias e assustadoras verdades.
Para lá do Posto de trocas do Finnegan, para lá da Garganta do enlouquecido (muito cuidado aos que forem atravessá-la), existem três cidades. Em duas, Downtown e Middletown, os cidadãos vivem massacrados pelo jugo totalitário imposto por Uptown, a terceira delas.
De Uptown vêm abutres terríveis, delegados simbiontes mortíferos e fantásticos mecanismos cujas funções extrapolam a mais fértil imaginação. Só uma coisa une todas as cidades: a crença na vinda de um homem, na vinda de um salvador. A crença na vinda do Peregrino.
Ufa!!! Eu avisei que era um montão (e um melhor do que o outro, não é mesmo?) Lembrando que Meu Amor é um Anjo vai ter resenha aqui no Psychobooks!!! Não deixem de conferir!
Playlist: Adele – Take It All
Sobre o autor
Sabrina Inserra, paulistana, geminiana, curiosa e irrequieta. Prefere a cidade ao campo, mas o campo à praia. Gosta de música, tecnologia, livros e cappuccino. Na sua bolsa nunca faltam o iPod, o celular e, é claro, a leitura do momento. Quer fazê-la feliz? Dê um cartão ilimitado para ser gasto em uma livraria.
Um romance arrebatador, que hipnotiza o leitor da primeira à última página. A consagrada Jodi Picoult narra a história do casal Emily Gold e Chris Harte, que se conhecia desde o primeiro dia de vida. A amizade das duas famílias parecia ser das coisas mais sólidas do mundo. Ninguém se surpreendeu quando os dois começaram a namorar. Pareciam ter nascido um para o outro. Mas tudo desmoronou numa madrugada, quando Emily morreu com um tiro na cabeça bem ao lado de Chris, encontrado desmaiado pela polícia. Assassinato? O menino garante que havia um pacto de suicídio entre ele e a namorada. Ambos deveriam ter morrido naquela noite. Alguém falhou. Onde está a verdade?
Comentários:
Emily Gold e Chris Harte foram criados juntos, mais que isso, estavam sempre juntos. O mesmo acontecia com Gus e James, pais de Chris, que se tornaram melhores amigos de Michael e Melanie, pais de Emily.
Na adolescência, Emily e Chris começaram a namorar, o que não foi surpresa para nenhum dos pais. Os dois se completavam, eram como se fossem um.
Ele é atleta e agitado, ela é artista e supercalma. Ele é extremamente apaixonado por ela e não vê sentido na vida sem ela
Eu sinceramente me apaixonei pelo amor dos dois. Um amor simples que não necessitava de palavras e que a felicidade e bem estar do outro estava acima de tudo. Apesar da idade, o relacionamento deles era bem maduro.
Planos foram feitos para o futuro dos dois: faculdade e até um possível casamento.
Mas todos esses sonhos foram frustrados por uma ligação no meio da noite.
Emily e Chris fizeram um pacto de suicídio. Ela está morta e ele está sendo acusado de assassinato.
Nesse ponto surge o questionamento: até que ponto vai a amizade dos Hartes e dos Golds?
Gus acredita piamente que o filho jamais teve tendências suicidas e que não teve culpa na morte da namorada, já Melanie também não acreditava que Emily tivesse tendências suicidas e que Chris é o culpado pela morte de sua filha.
Jordan McAfee contratado para defender Chris e, esse personagem acaba se destacando no livro.
Para ele não interessa a verdade, apenas o que aconteceu. O importante não é prevalecer a verdade, mas sim livrar seu cliente.
Jordan segue a risca seus princípios e, acaba se entregando completamente ao caso. O único que parece trazer Jordan de volta ao mundo real é seu filho Thomas, um menino de 13 anos bastante maduro para a idade.
Outro ponto importante da história são os capítulos narrando o passado dos dois jovens juntos.
O final é surpreendente e você só o aceita e entende por causa dos capítulos que contam a história dos dois juntos.
Confesso que achei que esse seria mais um livro de romance autoajuda.
A narrativa envolve o leitor de tal maneira que diversas vezes eu já imagina as cenas de um filme, a alegria nas coisas simples, o drama das mães e ate a rotina de Michael como veterinário.
“E o amor só sabe seu tamanho na hora da separação.”
KAHLIL GIBRAN
O Profeta
Página 257
Playlist:
O Teatro Mágico – “O Anjo Mais Velho”
Creed – “My Own Prison”
Trevisan – “Sobra Tanta Falta”
Sobre o autor
Lê quase tudo que cai em suas mãos - até bula de remédio - mas não é muita fã autoajuda nem de romances muito açucarados. Gosta de ler desde que se conhece por gente. Já gostou muito de romances espíritas, hoje... nem tanto! Também pode ser encontrada no @xtatolinax.
“O Mestre do seu sistema – O caminho de volta para a ansiedade e a síndrome do pânico” é dividido em três partes, o livro se completa com um final revelador, que explica porque o mestre está no nosso sistema. Na primeira parte – Novos caminhos – Máera conta como começou seus estudos na MTC, fala sobre conceitos básicos da Medicina Tradicional Chinesa – os meridianos, o Yin e Yang, o Qi (pronuncia-se Tchi) de forma acessível a qualquer leigo. E ainda introduz a figura do Mestre com uma deliciosa lenda sobre a origem do homem na Terra. Na segunda parte – Os Caminhos dos Desequilíbrios – os personagens tomam a palavra para descrever seus desequilíbrios, um cotidiano no qual todos nós nos reconhecemos. Falam sobre problemas que sentem na pele, de forma aberta e sem preconceitos, num diálogo direto com o mestre Shen Menn. Na terceira parte – Os Caminhos da Cura – “O Mestre do seu Sistema” traz vários exercícios ilustrados, praticados e aprovados por pacientes que, vítimas de transtornos de ansiedade e pânico, seguiram os ensinamentos da MTC e dão seus testemunhos sobre como mudaram a qualidade de vida e ganharam mais saúde e equilíbrio.
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Atualização dia 23/05
Resultado do sorteio
Sobre o autor
Leituras, resenhas, novidades e divagações sobre livros. Desde janeiro de 2010 entendendo sua loucura!