Editora: Novo Século
Páginas: 312
ISBN: 8576793962
Publicação: 2010
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Sinopse:
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O enredo gira em torno da Tapeçaria do Apocalipse, que mede no total 103 metros. Está exposta no Castelo de Angers (França), onde a mesma vem sendo restaurada ao longo dos anos, depois de ter sido cortada em vários quadros e espalhada pelo mundo. Grande parte das telas já foram encontradas e restauradas, mas a mais simbólica, A Besta dos Mil Anos (nº 75) ainda encontra-se desaparecida. O governo francês está disposto a tudo para trazê-la de volta e aprisionar o A Besta em sua Tapeçaria.
Aurélien, ex-militar e hoje bibliotecário em Paris, tem a missão de vir ao Brasil, mais precisamente na Rocinha – RJ, investigar a autenticidade do suposto quadro de nº 75. Nessa missão ele encontra não só o quadro, como também Julia, uma bela repórter, que foi criada em Mauá, seu pai é um francês que se encantou por uma brasileira e pelas nossas belas paisagens, resolvendo permanecer no Brasil e abrir uma pousada.
Leonardo é um homem com vida dupla. Um sujeito com aparência comum, veste-se sem chamar atenção. Depois da morte trágica de seu pai, ele traçou como meta da sua vida ficar rico e comprar a mansão em que passou sua infância. Ninguém desconfia das suas atividades criminosas, tudo começou aos poucos até que ele finalmente conseguiu cumprir sua meta. Mas tudo tem seu preço.
A narrativa é feita em terceira pessoa sob o ponto de vista de diversos personagens, com uma linguagem bem mais formal do que os livros para adolescentes já que esse é voltado para o público mais adulto. Intrigas, assassinatos, tráfico, corrupção, dinheiro, sedução e maldição estão presentes nesse enredo cheio de reviravoltas e surpresas.
Os personagens são muito bem desenvolvidos, tem a profundidade ideal para um livro onde várias pessoas são importantes na trama, o que tira o foco apenas da busca pela tapeçaria e deixa a narrativa mais interessante.
Todos reconheciam sua competência e a cabeça matemática. Daí o apelido de Cabeção – como era conhecido no submundo do crime. Fez amizade e prestou pequenos serviços a todos os integrantes da quadrilha. E, como para comprovar que as diferenças se atraem, seu maior amigo era o ‘braço armado’ do chefe, o temido exterminador Corredor, batizado com esse simpático apelido esportivo pelo hábito de entrar nas favelas correndo e atirando para matar.
Página 65
Got to get into my life – Beatles
Monkey wrench – Foo Fighters
















