Bom dia, genteeee!! \o/
1- Insaciável (2011);
2- Overbite (lançamento em inglês: julho 2011)
Mari - Lilás
Alba – Vermelho
Editora: Galera
Páginas: 504
ISBN: 9788501091345
Lançamento: junho 2011
Skoob | Leia os primeiros capítulos
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Sinopse:
Eu li “Meg Cabot” + “Vampiro” e já fiquei superinteressada no tema. O livro chegou e eu não via a hora de me jogar na leitura… até tirar o livro do plástico… =´( A Capa é emborrachada! Tenho muito desespero dessa textura. A leitura em si correu superbem (quando eu esquecia da capa XD)
Meena, sua linda. Eu adoro, ADORO as mocinhas idealizadas pela Meg Cabot. Não tem isso de “me salve” ou “sou indecisa”. Todas elas são fortes, decididas e se viram muito bem sozinhas. Com Meena não é diferente.
Lucien é o senhor das trevas, o rei dos vampiros, mas também tem seu lado triste, beirando o depressivo em algumas situações. Sua entrada na vida de Meena é cheia de ação.
Alaric é uma figura e tanto. Um menino por trás da máscara de homem.
Há muitos personagens abordados durante a leitura e que vemos a possibilidade de crescimento durante a continuação da série. O casal Emil e Mary Lou é superdivertido e carismático. A melhor amiga de Meena, Leisha, e seu marido Adam também têm sua participação numa crescente durante a evolução do texto. A construção da narrativa é em terceira pessoa – uma novidade para a dhyva Meg Cabot, mas ela soube se virar bem e com isso os sentimentos de todos os personagens – e também suas motivações – ficam bem mais claras durante todo o livro.
Acredito que a Meg quis fazer um ‘jogo’ com os nomes dos personagens: Dimitri, Alaric, Stefan, que já conhecemos de outros livros com o mesmo tema. Mas para mim, ainda faltou alguma coisa para ser um 5 estrelas, que não consigo dizer o que é. Uma coisa que me irritou bastante, foram os comentários longos feitos entre parênteses que quando eu acabava de ler, não lembrava mais do que estava sendo falado antes…
A motivação de Meg quanto aos outros textos de sucesso sobre vampiros fica claro desde o começo. Ela cita “vampiros que brilham no sol”, fala de “óculos Strigoi”, coloca personagens com nomes de mocinhos e vilões de outras tramas numa tentativa clara de abordar as qualidades e defeitos de cada um deles. A visão de Meena de vampiros sendo “seres misóginos” é hilária! Bem a característica de Meg Cabot, mesmo. A impressão que eu tive e que me agradou MUITO durante toda a leitura foi a seguinte:
Meg Cabot: “Vocês querem escrever sobre vampiro, tendo como fundo um triângulo amoroso e a briga do bem contra o mal? Peraê que eu ensino a vocês como se faz!”
E ela ensinou!
Porém, não havia nada de errado em parecer um caçador de demônios musculoso… principalmente quando se é isso. Alaric não tinha diploma em nada, exceto cortar cabeças de vampiros e devolver suas vítimas para a vida humana novamente.Página 62
“(…) Ele tinha que admitir que a achava encantadora e precisava se lembrar de ser cuidadoso. Ela era humana e, a julgar pela cacofonia na sua cabeça, louca.Ele continuava parecendo confuso. Parecia achá-la um enigma. (…)” Páginas 125 e 129
| Mari |
| Alba |
Natasha Bedingfield – Unwritten
Alice in Chaisn – Man in the Box
Information Society – What’s On Your Mind
Gala – Come Into My Life

















Tive a impressão que essa autora só quis se aproveitar do tema vampiros, para pegar onda no sucesso desses seres. Essa não é a praia dela.
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Eu quero muito ler algo da Meg, nunca li nada dela (#shameonme), e eu quero que esse seja a minha primeira leitura dela, mas o livro está um pouco caro, vou esperar um pouquinho para comprar!!
39878274023472309472 beijoos
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Estou com vontade de ler esse livro
Essa capa é maravilhosa e eu adorei a temática dele !!
Nunca li nada da Meg que relacione vampiros, quero ver como ela criou …
Beijos
Letícia Giollo
http://www.louca-por-livros.blogspot.com.br/
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