Resenha: 72 Horas para Morrer

 Boa Tarde Galera!!
Hoje a resenha é sobre um lançamento brasileiro pela Editora Novo Século. O autor Ricardo Ragazzo é um um corinthiano fanático e estreante na literatura. Está envolvido no projeto “República dos Escritores” – ainda não sabemos do que se trata, a República será proclamada desvendada   no dia 14 de agosto, no Fantasticon.

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 72 HORAS PARA MORRER
Ricardo Ragazzo
  1. Editora: Novo Século
    Páginas: 254
    ISBN: 9788576794950
    Publicação: 2011
    Compre:
    Saraiva | Cultura
    Skoob
    Sinopse:
Pior do que conhecer um Serial Killer, é um Serial Killer conhecer você! “O Carro pertence à sua namorada.” Com essas palavras, Júlio Fontana, delegado da pacata cidade de Novo Salto, tem a vida transformada em um inferno. Pessoas próximas começam a ser brutalmente assassinadas, como parte de uma fria e sórdida vingança contra ele. Agora, Júlio terá que descobrir a identidade do responsável por esses crimes bárbaros, antes que sua única filha se torne o próximo nome riscado da lista. 72 Horas para Morrer é uma corrida frenética contra o tempo, que prenderá o leitor do início ao fim.


Comentários:

Bom, ao ver indicações de hora e datas logo no início do livro imaginei que teríamos muita ação ao estilo 24 horas.
A história já começa de forma eletrizante. A namorada do delegado Júlio Fontana – Agatha – está desaparecida e seu carro foi encontrado na pacata cidade onde vive. Ao se deparar com um bilhete dentro do jornal, Júlio Fontana não fazia ideia de que sua vida a partir daquele momento se tornaria um inferno. Com sua namorada  desaparecida nosso protagonista se encontra numa corrida contra o tempo para encontrá-la viva…
O enredo se desenvolve de forma instigante prendendo completamente o leitor. Senti que a narrativa forçada   algumas vezes, mas entendo que é preciso relevar algumas coisas, por se tratar de ficção.
Apesar de ter um temperamento beeeem explosivo, algumas atitudes do delegado são absurdas, sabe dessas que a gente só vê em algum telejornal? (oi Datena!) .Não achei que foram condizentes com sua personalidade… As coisas desencadeiam de forma absurda, uma atitude atrás da outra, sempre impune, justificável.
A leitura me prendeu até certo ponto, mas um acontecimento quase no final do livro me desanimou… Achei que o enredo perdeu um pouco do foco… Me surpreendi, não esperava a reviravolta e fiquei, digamos, beem desanimada com o rumo que a história tomou.
Tal ‘desvio de história’ foi justificado no final do livro, mas ainda acho que  não merecia tanta atenção assim. Acredito que a história vinha fluindo superbem, com todos os elementos necessários e indispensáveis para um bom thriller.
No final, ficou impossível para mim não assemelharr a história com a do filme “O Apanhador de Sonhos” do Stephen King – por conta da mistura de tópicos.
No geral o livro me agradou bastante, pena que o final não foi bem o que eu esperava.
“Sentia um calafrio toda vez que o filme terminava. Uma sensação contraditória de querer saber o que realmente havia acontecido e o medo da resposta. Seriam aquelas ameaças verdadeiras ou apenas parte de um jogo psicológico que pretendia me enlouquecer?”

3estrelas

Playlist:
Alien Ant Farm – “Smooth Criminal”
A Perfect Circle – “Weak and Powerless”
Red Hot Chili Peppers – “Higher Ground”
Assinatura

Sobre o autor

Lê quase tudo que cai em suas mãos - até bula de remédio - mas não é muita fã autoajuda nem de romances muito açucarados. Gosta de ler desde que se conhece por gente. Já gostou muito de romances espíritas, hoje... nem tanto! Também pode ser encontrada no @xtatolinax.

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