Boa noite, genteeee!! \o/
Hey galera!
Hoje vamos comentar sobre o segundo livro da série Instrumentos Mortais: Cidade das Cinzas.
1- Cidade dos Ossos (2010);
2- Cidade das Cinzas (2011);
3- City of Glass (disponível em inglês);
4- City of Fallen Angels (disponível em inglês);
5- City of Lost Souls (lançamento em inglês 2012);
6- City of Heavenly Fire (lançamento em inglês 2013).
ATENÇÃO: Pode conter spoiler de Cidade dos Ossos
Alba – Vermelho
Mari – Lilás
Tata – Verde
Editora: Galera
Páginas: 406
Lançamento: 2011
ISBN: 9788501087157
Skoob | Primeiro Capítulo | Hotsite
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Sinopse:
Nessa sequência de tirar o fôlego, Cassandra Clare atrai os leitores e fãs da da série “Os Instrumentos Mortais”, de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações.
Mais uma vez vou começar a resenha discordando da Mari… Terminei CdO com expectativa zero…. Comecei CdC da mesma forma eeeeee….. o mesmo sentimento.
Alba como sempre do contra ahahah
Eu comecei a ler CdC desesperaaada, necessitava de respostas, custava a creditar que as coisas ficassem daquela forma (me refiro a como terminou CdO)
Pôxa vida!! Essa coisa de que só os adolescentes estão disponíveis para resolver todos os problemas do submundo realmente me cansa… Cadê a Clave quando se precisa dela? Onde estão os ADULTOS? Quanto ao acontecimento que a Mari comentou no mundo das fadas… Pra mim foi uma das cenas mas grotescas já descritas em livros! Sério, pouca coisa me faz ficar assim = o.O Essa passagem, DEFINITIVAMENTE me assustou!
Confesso que as vezes fiquei um tanto confusa devido a quantidade de informações.
O que gostei desse livro é que alguns personagens passaram a ter mais destaque: Alec, Magnus (amoo) e até o Simon nesse livro consegue conquistar a simpatia de algumas pessoas. (ainda não é meu caso)
Apesar dos pais do Alec e da Isabelle aparecem nesse livro, eles literalmente não vão para luta de certa forma. Até concordo ate certo ponto com a Alba, mas também tem aquela coisa de que adolescentes adoram um mistério. Quanto mais segredo, mais eles tentam se envolver no assunto.
Toda a questão da Inquisidora, e ninguém acreditando em Jace me fez novamente lembrar muito de Harry Potter. Durante toda a narrativa imaginava Dolores Umbridge no papel da personagem (pra quem não se lembra, é a professora de Defesa contra as Artes das Trevas que faz HP passar por maus bocados). O conflito interno de Jace é completamente compreensível, suas atitudes de bad boy por conta disso, nem tanto… Clary tinha tudo para brilhar nessa história, ela até que tentou, mas a persistência em retornar ao papel de vítima é realmente cansativa. Simon (agora eu sei que a Mari está me xingando), ganha corpo no enredo e finalmente mostra a que veio. Não imaginava os desdobramentos de seu futuro. Cassandra realmente me surpreendeu.
O fato da Clary estar um pouco ‘desbotada’ nessa história, permitiu o surgimento de novos personagens e, para muitos leitores, a ida dos ‘caçadores de sombras’ ao mundo das sombras é um dos pontos altos do livro, mas confesso que gosto da parte da Inquisitora surgindo pra colocar um pouco (talvez ate demais) ordem.
Apesar de toda rigidez exagerada, a inquisitora no final das contas se mostrará suscetível a erros, mesmo que seja tarde demais…
Melhor sacada da autora! Sério! Ganha meia estrela pela sagacidade e delicadeza da abordagem no assunto!
Adoroooo o Magnus, principalmente o destaque que ele tem nesse livro. Jace carrega um mundo de responsabilidades nas costas, se acha o engraçado e realmente adulto, mas no fim ele não passa de um adolescente com uma terrível sina.
Já o Magnus é um adulto, consciente dos seus atos, divertido e sarcástico na medida certa e, pelo primeiro livro, achava que ele não seria muito fundamental para história e, logo seria descartado.
Valentim quer dominar o mundo.Tá, passa pra outra… Bora revelar todos os segredos e acabar com esse cara. Me irrita a forma como ele se diz – e é considerado – tão bonzão mas SEMPRE tem que contar vantagem do que vai fazer. Fico com a impressão que ele não tem AMIGOS aí quando se vê frente à frente com alguém, não se aguenta e quer dividir tudo o que já fez e o que vai fazer. Solidão é a palavra.
Achei a construção da personalidade do Valentin perfeita. O cara é convicente, encantador e toltamente volúvel. Será que a autora se inspirou em um Hitler da vida? É incrível que mesmo sendo um cara do mal ele consiga tanto ‘apoio pela causa’.
Mais uma vez todas as peças estão lá. Dessa vez elas foram movimentadas pela tabuleiro, mas ainda não consegui visualizar o padrão, e sinceramente, o xeque-mate está longe de acontecer. (sim, isso foi apenas uma analogia) A leitura prende e é fluente. A narrativa é feita em terceira pessoa, ora acompanhando Clary, ora acompanhando Jace. As tiradas de Simon e Jace são bem divertidas e dão uma pitada de bom humor na medida certa. Bora esperar Cidade de Vidro (é esse o nome?), pra ver se dessa vez rola a empatia.
Apesar de maravilhoso, envolvente e tudo mais, achei algumas coisas que ‘forçaram a amizade’. Alguns demônios são simplesmente inimagináveis… Alguns ate me lembraram de um chiclete que vinha com figurinhas de cruzamento entre animais! ahahaha
Mas não há como negar a ousadia da autora ao misturar culturas, conceitos e diversos personagens num único livro. Tal mistureba para muitos pode soar exagerada, para mim foi na medida certa.
- Por mais que tudo isso seja muito divertido – disse a rainha friamente, inclinando-se para frente -, o beijo que vai libertar a menina é o que ela mais deseja. – O deleite cruel no rosto e na voz dela se acendeu, as palavras pareciam esfaquear os ouvidos de Clary como agulhas. – Apenas isso e nada mais.Página 162
“Jace ergueu as sobrancelhas.
_Eu sabia – disse ele – Você quer me beijar, não quer?
Simon jogou as mãos para o alto, exasperado.
_Claro que (…)”
Página 162
” – Por que meninas mortais demoram tanto no banho? – perguntou ele – Meninas mortais, Caçadoras de Sombras, feiticeiras, vocês são todas iguais. Não estou rejuvenescendo enquanto espero aqui fora.
Clary saiu do caminho para deixá-lo passar
- Quantos anos você tem aliás? – perguntou curiosa.
Magnus deu uma piscadela para ela.
Eu estava vivo quando o mar Morto era só um lago que estava se sentindo mal.
Clary revirou os olhos.
Magnus fez um movimento para enxotá-la.
- Agora tire seu pequeno traseiro daqui. Preciso entrar; o meu cabelo está uma tragédia.
- Não use todo o meu sabonete líquido, é caro. – Clary disse a ele e foi para a cozinha, onde procurou filtros e ligou a cafeteira Mr. Coffee” Página 250
| Mari |
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| Alba Tata |
Cássia Eller – Lanterna dos Afogados
Epica – Cry For The Moon
Anthrax – Safe Home


















Alba, concordo contigo, mulher. A Imogen é a Dolores Umbrigde na pele de uma Caçadora de Sombras. Na verdade, o livro todo teve tantas referências a Harry Potter que acabou não fazendo com que eu me empolgasse com a leitura dele, embora eu tenha gostado bastante do primeiro.
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