Resenha: Paixão, Drogas e Rock’N’Roll

 

Oie Galera!!!

A resenha de hoje foi um tanto difícil de escrever, já que o livro é maravilhoso e simplesmente não consiguia colocar em palavras todas as emoções que a história passa.

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PAIXÃO, DROGAS E ROCK’N’ROLL
Daniela Niziotek

  1. Editora: Maquinária
    Páginas: 192
    ISBN: 9788562063213
    Publicação: 2010
    Compre:
    Saraiva | Cultura
    Skoob
    Sinopse:
Brian Blue é vocalista e líder de uma das maiores bandas de hard rock do início dos anos 90 e Vicky, uma adolescente brasileira. Desse encontro improvável, nasce uma história de amor com todos os ingredientes dos tempos modernos. Com rara sensibilidade, Daniela Niziotek envolve o leitor ao abordar as dificuldades e concessões enfrentadas para a concretização dessa relação quando um fato trágico se interpõe, mudando para sempre a vida dos personagens. De modo delicado e comovente, mas com aguda percepção, Daniela fala das belezas e dores humanas, trazendo à tona, em meio a uma torrente de sentimentos, os bastidores do mundo do rock. Um mundo de muito glamour, mas também de desencanto e impossibilidades extremas. Brian e Vicky vivem e sofrem os dilemas do amor e da paixão, da insensatez e da lucidez, da luta para fazer prevalecer a razão em um universo cheio de contradições. Dessa mistura de emoções, nasce uma trama muito bem urdida que nos faz pensar sobre a essência do amor e suas nuances mais caprichosas e imprevisíveis.

Comentários:

A primeira palavra que me vem a cabeça para definir a leitura é INTENSO! Acho que resume perfeitamente bem o enredo.

O livro se passa no começo da década de 90, onde as bandas de hard rock eram extremamente famosas.

Brian Blue é o típico rock star da época, polêmico, sempre envolvido com drogas, bebidas, mulheres e escândalos na mídia.

Vicky é uma jovem de 18 anos recém aprovada no curso de filosofia.

Mas inesperadamente a vida dos dois se cruza: a calmaria e os pés no chão de Vicky com a vida “holywoodiana” de Brian.

Daí surge um amor improvável, intenso, consumista…

A história é extremamente apaixonante e envolvente. A inocência de Vicky e a “vida adulta” do Brian formam uma mistura encantadora. A personalidade dele é algo incostante, variavél e Vicky é a jovem apaixonada, paciente.

Ler o livro é como estar numa montanha russa, às vezes num ápice de alegria, às vezes num poço se fundo de tristeza, raiva.

A leitura se torna uma compulsão, você simplesmente não consegue deixar de acompanhar esse “amor”, algo viciante como uma droga.

O final foi extremamente surpreende e desanimador (pelo menos pra mim), mas histórias da vida real nem sempre tem finais felizes.

” – Você realmente não sabe nada sobre mim, não é? – disse, voltando-se para ela e esqueendo-se do piano.
- Isso incomoda você?
- Não, na verdade é outra coisa que adoro em você. Você parece não ter ideia de quem fui, ou expectativa com o que acha que sou. Eu me sinto tão real quando estou com você. Me sinto livre para descobrir coisas sobre mim que eu também não sabia, coisas que ficavam encobertas por uma ideia que tinha de mim mesmo, pela minha história, entende?
Ela não respondeu, mas ele sentia que ela podia entender.
Já há algum tempo ela havia notado que o encontro entre eles despertava nela descobertas e transformações das quais ela nunca havia suspeitado.
Página 49   

4estrelas

 

Playlist:

Teas for Fears – “Shout”

Whitesnake – “Love Ain’t no Stranger”

Scorpions – “Holiday”

Gary Moore – “Still Got The Blues”

Sisters of Mercy – “Temple of Love”

Whitesnake – “Is This Love?”

 

Assinatura

Sobre o autor

Lê quase tudo que cai em suas mãos - até bula de remédio - mas não é muita fã autoajuda nem de romances muito açucarados. Gosta de ler desde que se conhece por gente. Já gostou muito de romances espíritas, hoje... nem tanto! Também pode ser encontrada no @xtatolinax.

3 Comentários em “Resenha: Paixão, Drogas e Rock’N’Roll”

  1. Ulysses disse:

    Mesmo decepcionante, segundo a resenha, gostaris de saber como termina essa história de amor inusitada.

    [Responder]

  2. Fabiana disse:

    Eu quero muito ler esse livro…. adoro rock e teria sido um sonho participar desse cenário decada de 90… adorei a resenha vou ler sem sombra de dúvidas

    [Responder]

  3. Bruno Ferreira Lindenberg. disse:

    Sempre achei esse “ditado” popular uma porcaria, pois estimula uma coisa que NUNCA fez e NUNCA vai fazer bem a ninguém: DROGAS. Me lembro do Rock In Rio 2011 que fizeram uma campanha contra as drogas que usava exatamente essa frase como base, onde eles substituíam DROGAS por outra palavras. TIPO: sexo, família/felicidade/LIVROS/saúde e Rock N’ Roll. Achei mmuuuuuuiittoooo interessante essa campanha, porque pegou uma coisa que já estava na boca do povo e modificou, defendendo um assunto já bem conhecido. Claro, que houve MUITA ajuda da publicidade. Isso é o que eu chamo de publicidade funcional.

    [Responder]

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