Resenha Dupla: Quando cai o raio

Boa Noite, genteeeee! \o/
Olá!

Hoje vamos falar de uma série que, apesar de ser estreante no Brasil, já foi encerrada nos Estados Unidos de forma BRILHANTE. Sim, eu (Alba) já li todos os livros da série e super-recomendo:
Quando Caio o Raio (Brasil) – 2011
Codi Name Cassandra (EUA) – 2003
Safe House (EUA) – 2003
Sanctuary (EUA) – 2003
Missing You (EUA) –  2006
Alba – Vermelho
Tata – Verde

QUANDO_CAI_O_RAIO

QUANDO CAI O RAIO
Meg Cabot
  1. Editora: Galera Record
    Páginas: 272
    ISBN: 9788501088178
    Publicação: 2011 
    Compre:
    Submarino | Saraiva | Cultura
    Skoob
    Sinopse:
Mandaram que eu escrevesse um relato, em primeira pessoa, sobre o que aconteceu comigo, falando toda a verdade e nada mais do que a verdade. Então tá. O que aconteceu comigo: fui atingida por um raio. Tudo culpa da Ruth, que resolveu que queria voltar da escola andando, para queimar uns quilinhos… Acabou que eu é quem fui queimada. Ninguém acreditou em mim, nem eu mesma, pra ser sincera. Eu não estava me sentindo mal, não tinha nenhuma marca ou machucado… Nem estava chamuscada! Mas logo as coisas começaram a mudar. Quando acordei no dia seguinte, de alguma forma sabia onde estavam as duas crianças cujas fotos estampavam a caixa de leite, aquelas do Disque-Desaparecidos, sabe? Pois é. Eu tinha certeza absoluta sobre onde elas estavam. O problema é que eu achava que estava fazendo uma coisa boa! Liguei para o Disque-Desaparecidos e avisei à simpática senhorinha onde estavam essas duas crianças, e depois mais outras… Até que dois não-tão-simpáticos agentes federais apareceram na minha escola para conversar comigo. Até parece! Agora sou foragida da justiça, tenho que ajudar um dos meninos que foram encontrados e ainda preciso disfarçar o quanto o motoqueiro da sala de detenção mexe comigo… Ainda bem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar… Certo?

Comentários:

Antes de conhecer a série A Mediadora, sempre achei que Meg Cabot era do ramo chick lit. Justamente por já ter uma ideia da escrita da Meg graças a essa série, em Quando Cai o Raio eu esperava um livro divertido e viciante. Não me desapontei nem um instante!
O livro é repleto de referências pop musicais e de filmes.

Jessica não era a popular na escola, estava mais pra aberração, já que vivia distribuindo socos aos garotos idiotas e sem-noções da escola. Mas na maioria das vezes a motivação para um soco era uma piada sobre sua melhor amiga, um pouco fora de peso ou sobre o seu irmão mais velho o que a fez ter cadeira cativa na detenção da escola. (quem nunca brigou pelo irmão que jogue a primeira pedra)

Graças a uma piada, Ruth, a melhor amiga de Jess a convence a irem embora a pé da escola, mesmo que esteja prestes a cair um temporal e que tufões sejam comuns na cidade.

Mesmo o bonitão da detenção tendo oferecido uma carona de moto, o sonho de consumo de Jess, ela não aceita e vai a pé pra casa com a amiga e, graças a ideia maluca da Ruth, um caio cai na cabeça da Jess no caminho. (Eu já fui atingida por uma descarga elétrica no pé graças a um raio e não foi anda legal #truehistory)

Nos EUA é comum a imagem de desaparecidos nas caixas de leites e, na manhã após o acidente, Jess acorda sabendo o paradeiro dos desaparecidos. Tudo culpa da Ruth, segundo ela.

Toda boa intencionada ela começa a ligar para a central de desaparecidos para ajudar a encontrar as crianças, mais isso só acaba metendo ela numa grande confusão. (Não que ela já não vivesse em uma, mas pelo menos ela foi liberada da detenção)
O livro é narrado em primeira pessoa e a história além de superdivertida, flui super bem. Eu simplesmente devorei o livro em um dia e ri horrores das piadas e referências da Jess.


Esse é uma das famosas série de Meg em que ela usa e abusa da narrativa em primeira pessoa e arranca  boas gargalhadas dos leitores, fazendo com que a simpatia pela protagonista seja instantânea. Para quem já conhece o estilo da autora, a série cai no “um pouco mais do mesmo”. Meg costuma criar personagens realmente fortes e cheias de opinião. Foi assim com “A Mediadora” e a fórmula se repetiu na série “Desaparecidos”.


Por se tratar de um livro jovem-adulto, as referências românticas são bem leves, mas como todo protagonista da autora, Rob é bem-construído e arranca suspiros. A trama do primeiro livro é um prelúdio para o que a série tem a apresentar, e mostra de forma contundente seu potencial para os seguintes. Aqui, conhecemos os personagens, ficamos de olho nos que nos agradam e já nos vemos torcendo para alguns arremates e possíveis acontecimentos futuros.


Tive alguns problemas com a tradução do livro. Algumas frases pareceram mal-montadas.


No geral é uma série da Meg, e como tal, merece que sua continuação saia logo. O livro termina com um final para a trama proposta mas com muitas pontas soltas para o restante do desenrolar da série.

“Sim, claro, eu tinha sido tocada pelo dedo de Deus mesmo.
A pergunta era: qual dedo?
Página 153

” – Jeff disse que Ruth era tão gorda que teriam que enterrá-la dentro de um piano, que nem o Elvis.
O Sr. Goodhart engoliu.
- Isso é ridículo. Elvis não foi enterrado em um piano.
- Eu sei. – Dei de ombros. – Então o senhor entende por que não tive outra escolha a não ser bater nele.
- Bem, para ser honesto, Jess, … não, na verdade não posso dizer que entendo. O problema de você sair batendo nesses garotos é que um dia desses eles vão querer revidar, e aí você não vai ficar feliz.
- Eles sempre tentam revidar. Mas sou muito mais rápida – falei.
- Sei – disse o Sr. Goodhart. Ainda havia ketchup no canto da boca dele. – Mas um dia você vai tropeçar ou algo assim, e então vai tomar uma surra.
- Acho que não – discordei. – Sabe, recentemente comecei a praticar kickboxing.
- Kickboxing – repetiu o Sr.Goodhart.
- Isso – falei. – Comprei um DVD.
Página 40

Tata
Alba

Playlist:
No Doubt – Just Girl
Beyonce – Upgrade U
Duran Duran – Sound of Thunder
Prince – Let’s Go Crazy

Assinatura Psychobooks selo - galera

Sobre o autor

Leituras, resenhas, novidades e divagações sobre livros. Desde janeiro de 2010 entendendo sua loucura!

2 Comentários em “Resenha Dupla: Quando cai o raio”

  1. Tau Brito disse:

    Parece ser muito divertido. Adoro histórias bem humoradas mas que não seja forçadas. Nunca li um livro da Meg, vou ler um agora “Liberte meu coração”. Quem sabe, quando eu decidir comprar mais algum livro (daqui 90 dias, vida cruel) eu coloque esse na minha lista.

    Beijos,
    @HLavelle

    [Responder]

  2. Aaaai, amei a resenha! Quero muuuito ler esse livro agora. Acho que esse vai ser o primeiro livro que eu vou ler da Meg!

    Beijããão

    [Responder]

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