Olá, Pessoal!
Atendendo a pedidos, vamos voltar com mais resenhas de livros em inglês que ainda não foram lançados no Brasil e nada melhor do que começar essa série de resenhas com Clockwork Prince, segundo livro da trilogia The Infernal Devices, da dhyva Cassandra Clare.
The Infernal Devices:
1- Clockwork Angel (2010) | Resenha em Vídeo
2- Clockwork Prince (2011);
3- Clockwork Princess (previsão de lançamento em inglês 2012)

Clockwork Prince
Cassandra Clare
Páginas: 502
ISBN: 1416975888
Publicação: 2011
Compre:
[Hotsite]
Sinopse:
In Clockwork Prince, with Mortmain vanished and the clock counting down on how long Charlotte can keep control of the Institute away from Benedict Lightwood, Will, Jem and Tessa must dig into Mortmain’s past to predict what he will do in the future, But secrets about Mortmain aren’t all they find buried — Tessa begins to uncover the truth about her own birth, and the ghosts of Will’s past return to haunt him. As Tessa grows closer to Jem, and Will is driven further toward the brink of madness by jealousy and guilt, will they discover the truth in time to halt the next phase of Mortmain’s evil plan?
Comentários
Sinceramente não sei como escrever meus comentários sem dar ataque de fangirl ou não conseguir transmitir como o livro é bom, então já vou logo avisando, o livro é MUITO bom, apaixonante, uma das raras excessões onde o segundo livro de uma série é tão fantástico quando o primeiro, milhões de estrelinhas para ele, quando a Cassandra Clare quer ser malvada, ela deixa seu coração em pedacinhos, sem chance de recuperação!
Charlotte e Henry tem apenas duas semanas para encontrar o Magister - que ainda quer a Tessa e destruir os Shadowhunters -, caso contrário eles perderão a administração do Instituto de Londres.
Tessa está cada dia mais forte e segura de seus poderes, ainda na busca de saber mais sobre seu passado e quem ela realmente é, em Clockwork Prince, temos uma boa noção do que está a ser revelado sobre sua origem.
Jem se apresenta mais determinado, com algumas cenas realmente surpreendentes e de partir o coração, é impossível não simpatizar com sua dor e paixão.
Will - suspira- ele realmente roubou o posto que antes era do Jace em meu coração, a revelação sobre seu passado acontece um pouco antes da metade do livro, existe sim uma boa razão para seu sarcasmo e tentativa de afastar a todos, com excessão do Jem. Não tem como o leitor não sensibilizar-se com seu passado, sofri ao saber tudo o que ele enfrentou com doze anos de idade - apenas um garoto - , e esse sofrimento se prolongou por mais de cinco anos, é surpreendente que ele ainda tenha capacidade de amar.
Triângulo amoroso: esse é o mais cruel de TODOS os que já li na vida! Tessa está confusa sobre amizade e amor, até onde Jem está interessado nela romanticamente, ou ele está sendo apenas Jem, amoroso e preocupado com todos. E ainda tem Will, que faz seu corpo pegar fogo apenas por estar sob seu olhar, mas ele diz coisas tão terríveis, que parece que ele está apenas brincando com seus sentimentos.
Londres vitoriana foi muito bem ambientada por Cassandra Clare, os costumes, roupas e linguagem, faz você viajar no tempo. Outro ponto que chama atenção é a paixão de vários personagens pela literatura, com citações de outros autores e poetas ao longo da narrativa. O enredo é uma verdadeira montanha russa de ações e sentimentos, com seus altos, baixos e voltas inexperadas.
Nas últimas páginas do livro eu não queria que ele terminasse, já sentia o que a autora ia fazer com meus sentimentos, o final é tão destruidor, que não tenho palavras para descrevê-lo, nem para dizer o quanto fiquei chocada com a capacidade da Cassandra Clare se superar e despertar tantos sentimentos conflitantes em seus leitores. Agora só me resta agonizar (dramática) até o lançamento de Clockwork Princess...
'Never letting anyone near you. Making everyone who might otherwise love you, hate you. I left my family to distance myself from them, and that they might forget me. Each day I must show cruelty to those I have chosen to make my home with, lest they let themselves feel too much affection for me.'
_________________________
'You haven't broken his heart yet, have you?'
'No,' Tessa said. Just torn my own in two. 'I haven't broken his heart at all.'Página 144 e 476
Book Trailer
Playlist
- Corinne Bailey Rae - Breathless
- Oasis - Live Forever
- Creed - What's this life for
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- 1 Marcador Psychobooks
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- 1 Marcador Sing me to sleep/Taken by Storm (autografado)
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Deixe um comentário pertinente à resenha, o sorteio será feito no dia 01/01/12 às 18:00h.
O sorteado deverá ter endereço de entrega no Brasil ![]()
Boa noite, gentes!!
Hoje vou falar de um livro jovem-adulto bem fofinho! "A Sociedade da Bola de cristal cor-de-rosa" foi o primeiro livro que li da autora Risa Green, mas confesso que já estou superinteressada em ler outros livros dela. Bora lá?

A Sociedade da Bola de Cristal Cor-de-Rosa
Risa Green
Editora: JangadaPáginas: 264
ISBN: 9788564850026
Publicação: 2011Compre:
Sinopse:
Erin vive feliz. Quer dizer, não completamente, porque acha sua vida totalmente sem-graça. Para que fique mais interessante, ela faria qualquer coisa para ganhar um concurso cujo prêmio é uma viagem à Itália. Mas para isso precisa escrever uma dissertação explicando por que ela deveria ser escolhida. Quando sua tia favorita morre, Erin recebe de herança uma misteriosa bola de cristal cor-de-rosa. Quando viva, tia Kiki sempre pareceu ser meio doidona. Mas agora Erin e suas duas melhores amigas estão convencidas de que a bola de cristal cor-de-rosa é a chave do futuro das três - ou pelo menos a chave para arranjarem um namorado e viverem incríveis aventuras. No início elas encaram tudo como uma grande brincadeira e não levam a sério os pedidos mirabolantes que fazem à bola, até que as coisas que queriam começam realmente a acontecer.
Comentários
O mais gostoso em uma obra é quando você senta pra ler e ela atende a todas as suas expectativas.
Com o livro "A sociedade da bola de cristal cor-de-rosa" foi exatamente assim que me senti. Comecei a leitura sabendo que a história não iria de forma alguma mudar minha vida ou que com nela eu encontraria um novo modo de encarar a leitura no geral. O livro é direcionado ao entretenimento. E cumpre o seu papel.
Erin é uma menina de 15 anos que está no colégio e vive todas os dramas dessa fase: se acha deslocada, a não ser quando está com as duas melhores amigas - Samantha e Lindsay -, vive se questionando sobre sua aparência e sobre a chatice de sua vida. A única coisa que tem absoluta confiança é em sua inteligência e na total crença de que o "sobrenatural" não existe. Bem, tudo isso muda quando sua tia Kiki morre e deixa para ela uma misteriosa bola de cristal cor-de-rosa com aparentes poderes mágicos.
O enredo está criado e a partir daí há uma sucessão de mal-entendidos e descobertas superdivertidas.
O narrativa do livro é em primeira pessoa, enxergamos o desenrolar dos fatos sob a visão da protagonista - Erin. Já cansei de falar por aqui que essa não é minha forma preferida de montagem de texto, mas acredito que ela funcione bem para a proposta de um jovem-adulto sem grandes pretensões.
Durante todo o enredo as três meninas e suas características marcantes são apresentadas. É bem divertido acompanhar o crescimento de cada uma e o ganho que a bola trouxe para a vida delas. Toda a história é lotada de clichês e visita o lugar comum das dúvidas dos adolescentes e os problemas enfrentados durante essa fase, que às vezes pode ser cruel, mas Risa trata tudo com tanta leveza que a leitura fica divertida e flui superbem.
Claro que como todo jovem-adulto que se prese, há lugar também para o romance. Jesse, um antigo amigo de Erin, entra em sua vida para dar um toque apimentado e colocar um pouco de ação em sua vida.
No geral o livro é bem interessante e seu final deixa possibilidades para uma continuação. Procurei saber se o livro era uma série, mas não encontrei nada no site da autora. Tomara que ela se empolgue e dê continuação à saga das três amigas.
- Que nada! - ela rebateu - Não é coincidência. Foi magia. Aquela bola de cristal é mágica. De verdade.
Página 71
Playlist
- Mika - Lollipop
- Brintney Spears - Till the Words Ends
Bora pra mais um sorteio! Tá, um não… DOIS! Para todos os comentaristas dessa resenha, vai rolar o sorteio dos marcadores abaixo:
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Mas esperem, não é só isso! Tá rolando sorteio do livro “A Sociedade Secreta da bola de cristal cor-de-rosa“ no Facebook! Acessem o link abaixo e participem!!
Oie Gente!!!
A resenha de hoje é sobre um livro que além de ter me surpreendido muito, também me arrancou algumas risadas. (algo aparentemente improvável num tema desses) Bora conhcer mais um pouco?!
Os Últimos Soldados da Guerra Fria
Fernando Morais
Páginas: 408
ISBN: 9788535919349
Publicação: 2011Compre:
Sinopse:
No início da década de 1990, Cuba criou a Rede Vespa, um grupo de doze homens duas mulheres que se infiltrou nos Estados Unidos e cujo Objetivo era espionar alguns dos 47 grupos anticastristas sediados na Flórida.O motivo dessa operação temerária era colher informações com o intuito de evitar ataques terroristas ao território cubano. De fato, algumas dessas organizações ditas “humanitárias” se dedicavam a atividades como jogar pragas nas lavouras cubanas, interferir nas transmissões a torre de controle do aeroporto de Havana e, quando Cuba se revoltou para o turismo, depois do colapso da União Soviética, sequestrar aviões que transportavam turistas, executar atentados a bomba em seus melhores hotéis e até disparar rajadas e metralhadoras contra navios e passageiros em suas águas territoriais e contra turistas estrangeiros em suas praias.
Comentários
O livro começa retratando a vida oprimida e semi-miserável de muitos cubanos, do sonho e dificuldade de deixar o país.
Antes de ser introduzida a história da rede vespa, conhecemos histórias de personagens que se tornaram ídolos e símbolos daqueles que sonham abandonar Cuba.
Dois pontos que eu desconhecia e me chamaram muita atenção foi o patriotismo de grande parte da população e do “jogo de cintura” do Fidel Castro em situações que ate então pareciam não ter solução, como por exemplo às vezes que foi desafiado abertamente por outros países ao asilarem os dissidentes.
Sobre a rede vespa, 12 pessoas foram incumbidas de se instalar em grupos "anticastritas" nos Estados Unidos durantes os anos de 1990 à 1998 com intuito de minimizar os ataques constantes aplicados pelo grupo a Cuba, que iam desde à distribuição de panfletos à ataque terroristas em hotéis.
Uma coisa que não gostei muito foram as informações cruzadas. Um determinado personagem surgia brevemente num capítulo e depois sua história voltava a ser contada capítulos depois. Aliás, não há divisão por capítulos e sim por partes da história.
A narração se estende demais na biografia de alguns personagens com coisas que não são fundamentais para o desenvolvimento da história.
As disposições das imagens no livro ficaram confusas, pois que eram inclusas em páginas que já não retratavam a história daquela imagem.
A narração é feita de forma envolvente e sem uma pessoa como personagem principal e sim dois países como os "personagens principais".
Sinceramente, mesmo tendo conhecido através do livro um lado "um pouquinho" mais humanitário do Fidel, ainda continuo contra o regime socialista imposto por ele e atualmente mantido por seu irmão, Raul Castro, mas isso não vem ao caso.
Apesar de ser de conhecimento geral o descontentamento de muitos, o livro dispõe de forma detalhada e clara os motivos que levam muitos cubanos a se arriscarem a deixar o país.
A título de curiosidade, a quem deseja saber um pouco mais da história Cuba x EUA, seus joguinhos de guerra não declarada e seus refugiados, fica a dica! ;)
Fidel Castro respondeu no mesmo dia e no mesmo tom: ante as ofertas de Carter, à partir daquele momento o porto de Mariel, cinquenta quilômetro a oeste de Havana, estava aberto para quem quisesse asilar-se nos Estados Unidos. A decisão, sublinhou, valia não apenas para os 10 mil inquilinos da embaixada peruana, mas para qualquer um dos 11 milhões de cubanos que desejasse partir. Horas depois os 160 quilômetros de mar que separa o porto de Mariel de Key West estavam salpicados de flotilhas de embarcações de todos os modelos e calados, vindas de vários pontos da Flórida, prontas para transportar os passageiros daquela que seria a maior onda migratória de toda a história da diáspora cubana.Página 71
Playlist
- Rancid - "Time Bomb"
- Orishas - "Habana"
- Ratos de Porão - "Próximo Alvo"
Esse meme foi criado pela Kristi, do The Story Siren, onde toda semana vamos mostrar o que chegou de novidade para o Psychobooks. Ao clicar em cima do nome do livro, o link te leva para a página do Skoob com maiores informações sobre o título.
Alba
Para resenha:
Senhora das Névoas – Flávia Côrtes
Sonetos nas Trevas – Luiz Antônio Aguiar
A filha das Sombras – Caio Riter
Vou ganhar uma irmã. E agora? – Márcia Almeida
Ganhei:
Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley
Lidos:
Tudo Aquilo que nunca foi dito – Marc Levy | Resenha
A Sociedade Secreta da bola de cristal cor-de-rosa – Risa Green
Um homem de sorte – Nicholas Sparks
Lendo:
Reparação – Ian McEwan
Presente de Natal:
Marcador da Editora Pensamento
Marcadores do Charbel =)
Playlist:
Pitty – Semana que vem
Mari
Para Resenha:
O Poder dos Seis – Pittacus Lore | Resenha
Presente de Natal:
Kit Intrínseca: Ecobag, caixa de lápis e A Parisiense - Ines de la Fressange e Sophie Gachet
Livros Lidos:
Clockwork Prince (The Infernal Devices #2) – Cassandra Clare
O Poder dos Seis – Pittacus Lore | Resenha
Destinos Cruzados - Elizabeth Chandler
Lendo:
Estudos Sobre Magia (As lendas de Yelena Zaltana #2) – Maria V. Snyder
Pessoas Citadas:
Marcos Tavares – Capa & Título
Playlist:
Adele – Set Fire to the Rain
Participem do SuperSorteioPsychobooks:
Resultado do sorteio de Marcadores!
Olá, pessoal!!!
Hoje vou comentar sobre o segundo livro da série Os Legados de Lorien, O Poder dos Seis, lançado no Brasil pela Editora Intrínseca.
Série Os Legados de Lorien:
1- Eu sou o Núemero Quatro (2011) | Resenha;
1.5 - I Am Number Four: The Lost Files: Six's Legacy (disponível em inglês)
2- O Poder dos Seis (2011);
3- The Rise of Nine (previsão de lançamento em inglês 2012)

O Poder dos Seis
Pittacus Lore
Páginas: 320
ISBN: 8580571219
Publicação: 2011Compre:
Sinopse:
O planeta Lorien foi devastado pelos mogadorianos e seus habitantes foram dizimados, com exceção de nove crianças e seus guardiães, que se exilaram na Terra. O Número Um foi morto na Malásia; o Número Dois, na Inglaterra; e o Número Três, no Quênia. Tentaram pegar o Número Quatro, John Smith, em Ohio, e falharam. Agora, John e a Número Seis se recuperam da grande batalha contra os mogadorianos, de quem ainda fogem. Enquanto isso, a Número Sete está escondida em um convento na Espanha, acompanhando pela Internet notícias sobre John. Ela se pergunta onde estão Cinco e Seis, imaginando se um deles é a garota de cabelo preto e olhos cinzentos de seus sonhos, aquela que tem a força necessária para reunir os seis sobreviventes.
Comentários
Mesmo sem ter gostado muito do livro Eu sou o Número Quatro (resenha aqui), eu quis ler o segundo livro da série. Em O Poder dos Seis, os fatos sobre o passado dos lorienos não precisam ser contados novamente, deixando espaço apenas para o presente de Quatro (John), Seis e Sete (Marina), fazendo com que a leitura fique mais rápida e gostosa.
A narrativa é feita sob o ponto de vista de John e Marina, diferenciado pela mudança da fonte de letra e principalmente pela caracterização dos personagens. O ritmo de leitura mudou completamente, saímos do romance mimimi e partimos para ação com cenas de perseguição e luta. John cresceu muito, deixou de ser aquele garoto ingrato e aprendeu com seus erros, é claro que ninguém é perfeito e ele ainda comete algumas bobagens.
Seis veio para ficar, ela é fantástica, forte, determinada, faz o que tem de ser feito e não fica reclamando o tempo todo, sua interação com Sam e John está bem colocada e ficamos sabendo sobre seu passado, o que aconteceu com sua Cêpan. O Sam muitas vezes salva a cena, com seu jeitinho nerd irreverente, é um dos meus personagens favoritos.
Marina é cativante, mesmo em um convento por tantos anos, solitária e amedrontada, ela é forte não se esqueceu do seu passado e tem coragem suficiente para enfrentar seus problemas de frente, conquistando o leitor.
Assim como apareceu a Seis no final de Eu sou o Número Quatro, nesse segundo volume da série, o número Nove também aparece, eu o adorei, não posso comentar muito sobre ele para não dar spoilers indesejados, mas digo que finalmente um personagem masculino forte apareceu ;)
As reviravoltas do enredo, as lutas e o final ótimo, deixa o leitor pronto para ler o próximo livro (The Rise of Nine). Se assim como eu, você não gostou muito do primeiro livro, leia O Poder dos Seis, pois a série melhorou MUITO, algumas coisas ainda não me agradam - principalmente o desenvolvimento do romance -, mas vou ler The Rise of Nine na esperança que o enredo melhore ainda mais.
Restam apenas Seis de nós. Seis contra um número desconhecido deles. E nenhuma forma de sabermos como podemos nos encontrar. Somoas a única esperança. A força dos números. O poder dos seis. Pensar nisso faz meu coração bater duas vezes mais depressa que o normal.
Página 39
Playlist
- Coldplay - The Scientist
- Adele - Crazy for You
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Boa noite, gente
Hoje vou falar do segundo livro da Sara Gruen que leio. Me joguei na leitura cheia de expectativas por conta da obra "Água para Elefantes", que realmente adorei! Bora lá saber o que achei?

A Casa dos Macacos
Sara Gruen
Páginas: 400
ISBN: 850109286X
Publicação: 2011Compre:
Sinopse:
Isabel Duncan ama seu trabalho. Pesquisadora do Laboratório de Línguas dos Grandes Símios, ela considera Mbongo, Bonzi, Sam, Jelani, Makena e Lola sua família. Virtuoses no uso da Linguagem Americana de Sinais, esses macacos são capazes de se comunicar plenamente numa língua humana. Porém, um atentado brutal coloca-os em sério risco. Teria sido uma ação terrorista premeditada por ambientalistas pela libertação dos bonobos ou apenas o início de uma trama escusa que culminará num grande golpe de mídia? Com a ajuda do jornalista John Thigpen, Isabel fará tudo o que estiver ao seu alcance para salvar seus amigos da exploração humana e de um destino cruel.
Comentários
Sara Gruen é dessas autoras que conseguem passar várias mensagens em apenas uma história.
A Casa dos Macacos conta a história de Isabel, uma especialista em comunicação que trabalha com primatas Bonobos. Já com 8 anos de interação, seus ganhos são imensos: eles se comunicam por meio da libra - comunicação por meio de sinais - e interagem também por computador. O grupo de 6 macacos é comandado pela matriarca Bonzi, e vivem superbem no Centro de Estudo da Fala, até que um grupo invade a Universidade e os liberta. A partir daí o enredo se desenrola.
A autora também apresenta John, um jornalista que conhece Isabel e os macacos e fica fascinado pelo trabalho que ela realiza.
Para quem já leu "Água para elefantes", o tema no qual Sara novamente envereda fica claro: o direito dos animais. Dessa vez, a autora trouxe a discussão para os dias atuais, sendo contundente quanto à realização de experiências com animais em laboratórios e criticando ferrenhamente a forma que constantemente as grandes indústrias violam os direitos dos bichos.
A narrativa é em terceira pessoa, passando pela visão de John, Isabel e claro, os macacos. Sim. Sara ousa e dá a versão dos primatas durante a história. O sentimento deles é compartilhado de maneira clara e objetiva, e o melhor de tudo é que em nenhum momento o fato de estar olhando os acontecimentos sob o ponto de vista de um macaco, causa estranheza.
Eu particularmente adoro narrativa em terceira pessoa, mas ela tem um lado ruim. Por vezes, estamos muito envolvidos na parte de um personagem e quando há a mudança brusca de visão, acabamos esfriando um pouco o entusiasmo e às vezes até perdendo o foco. Fiquem sossegados, porque isso que acabei de exemplificar NÃO acontece no livro. Apesar de apresentar também a visão dos macacos, não há um exagero nesse recurso - acredito que Sara utiliza no máximo três vezes durante toda a narrativa. O foco fica mesmo na história de vida de Isabel e John, e as duas são tão interessantes e estão tão conectadas, que a mudança de visão ocorre de forma natural.
O enredo vai ganhando volume, aumentando a cadência dos acontecimentos, até chegar ao ápice da história. Todos os fatos convergem para um mesmo momento, num mesmo local. Tudo o que Sara conta é bem medido para que tenha uma explicação mais à frente, então, fiquem atentos e não percam os detalhes. Todas as pontas são superbem amarradas.
Cada personagem vive também seu próprio drama pessoal, então há a inserção dos coadjuvantes que por muitas vezes acabam roubando a cena em alguns trechos. Com Isabel temos Célia, uma personagem muito bem-construída que ganha espaço na trama conforme a leitura vai avançando. Sob a visão de John, conhecemos Amanda, sua esposa, outra personagem cativante que também ganha espaço durante o enredo.
Existem livros que lemos, nos divertimos e logos esquecemos da mensagem. Sara não permite que isso aconteça em suas histórias. Após a leitura, é impossível não ficar suspirando e pensando na riqueza de informações que nos foi passada e em como todas as críticas que ela fez foram reais.
Pontos positivos: A história é atual, original e não perde o ritmo em um único momento.
Pontos negativos: Cadê? Tem, não!
Nota: Não parem no ponto final do livro. Leiam também a Nota da Autora, vale super à pena. =)
- Com o passar do tempo eles ficaram mais humanos e eu fiquei mais bonobo.
Naquele momento ele sentiu um lapso de compreensão, como se de repente lhe tivessem permitido olhar rapidamente por uma fresta.
Página 22
Playlist
- Caentano Veloso - Terra
- Gilberto Gil - Drão
Oba! É Natal! Hoje o kit de marcadores está caprichado!! Você curte a Lauren Kate, autora da série Fallen? Então cruze os dedos! Hoje seu comentário vale UM MARCADOR DE FALLEN AUTOGRAFADO POR ELA!! BOA SORTE!!
FELIZ NATAL!!
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Olá, Pessoal!!!
Hoje vou comentar um pouco sobre o segundo livro da série Beautiful Creatures, Dezessete Luas, das autoras Margaret Stohl e Kami Garcia, que foi lançado aqui no Brasil pela Editora Galera.1- Dezesseis Luas (2011) | Resenha;
2- Dezessete Luas (2011);
3- Beautiful Chaos (disponível em inglês);
4- Sem título definido.

Dezessete Luas
Kami Garcia, Margaret Stohl
Páginas: 462
ISBN: 8501086924
Publicação: 2011Compre:
Sinopse:
Juntos, Ethan e Lena podem enfrentar qualquer coisa. Ao menos era assim que funcionava antes de Lena sofrer uma perda trágica e começar a se afastar, a guardar segredos que começam a testar o relacionamento dos dois. E agora que Ethan abriu os olhos para o lado negro de Gatlin, não há como voltar atrás. Assombrado por estranhas visões, Ethan vai se envolvendo cada vez com a história da cidade, com a sua história e, consequentemente, com o destino de Lena.
Comentários
Eu esperava muito de Dezessete Luas, mas é muito difícil um segundo livro de série superar as expectativas dos leitores e isso aconteceu comigo no segundo volume da série Beautiful Creatures, não me surpreendi com a leitura, principalmente por causa da narrativa um pouco lenta.
Lena está confusa e depressiva, quer se afastar de todos e se culpa pela morte de seu Tio Macon. Ethan não quer acreditar que Lena esteja tão mal e finge que tudo vai ficar bem, mas as coisas não acontecem como planejado, ela se distancia cada vez mais, porém, ele não desiste de estar ao seu lado para ajudá-la a superar todos os últimos acontecimentos horríveis.
Novos personagens foram inseridos na trama, Liv e John que irão mexer com as emoções de todos – personagens e leitores. A descoberta sobre o passado da mãe do Ethan é fundamental para a compreensão de alguns pontos, foi tudo bem encaixado no enredo geral dos livros.
O que me conquista nessa série é: a construção de personagens, com seus propósitos dentro do desenvolvimento da trama e a caracterização do ambiente sulista dos Estados Unidos com suas paisagens, cheiros e costumes peculiares, isso sem contar na vontade imensa que tenho de experimentar uma das tortas que a Amma faz!
A narrativa feita em primeira pessoa sob o ponto de vista do Ethan, por vezes é lenta, as coisas demoram um pouco para acontecer e, na minha opinião, o drama que a Lena faz é um pouco demais, eu entendo o lado dela, a culpa que ela deve ter sentido por seu tio ter morrido, o peso da decisão de ir para Luz ou Trevas, mas as autoras exageraram um pouco e eu perdi a simpatia por essa personagem. Adorei ler mais sobre Ridley e Link, eles formam um ‘casal’ divertido, sarcástico e sem mimimi, fiquem de olho neles, acredito que no próximo livro eles irão ganhar ainda mais destaque ;)
Lena ofegou debaixo do peso do meu corpo e rolamos novamente. Tentei recuperar o fôlego. Ela jogou a cabeça para trás de riu; um arrepio percorreu minha espinha. Eu me lembrava daquela risada, saída diretamente do meu sonho. Era a risada de Serafina. A risada de Lena soou exatamente como a dela.Página 88
Playlist
- Marilyn Manson – Sweet Dreams
- Marilyn Manson – Beautiful People
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- 1 Marcador Insaciável;
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Boa noite, gente!!
Hoje vou falar do segundo livro do Marc Levy que resenho aqui para o blog. O primeiro que li dele foi "E se fosse Verdade". Lembro de ter pensado: "Por que esse cara mudou tanto o modo da fluência de texto do meio para o final??". Será que dessa vez minha opinião foi diferente? Bora lá descobrir:

Tudo aquilo que nunca foi dito
Marc Levy
Páginas: 244
ISBN: 9788581050089
Publicação: 2011Compre:
Sinopse:
Em Tudo Aquilo Que Nunca Foi Dito, Marc Levy aborda a relação conflituosa entre um pai e uma filha. Poucos dias antes do seu casamento, Julia recebe um telefonema do secretário de seu pai. Como ela já tinha previsto, Anthony Walsh - empresário brilhante, mas pai distante - não poderá comparecer à cerimônia. A ausência de seu pai em momentos importantes de sua vida da filha não é novidade para Julia. Mas pela primeira vez, a personagem tem que reconhecer que ele tem uma boa desculpa: Anthony Walsh morreu. A ironia amarga da situação, com Julia forçada a adiar o casamento para enterrar o pai, faz aquela parecer mais uma das peças pregadas pelo destino na difícil relação entre os dois. Mas, no dia seguinte ao funeral, ela descobre, na forma de um enorme pacote deixado na porta de sua casa, que aquela não tinha sido a última surpresa de seu pai - e parte na viagem mais extraordinária de sua vida, uma oportunidade para que os dois digam um ao outro, enfim, tudo aquilo que nunca foi dito.
Comentários
Ai, ai Marc Levy...
Tenho uma relação conturbada com o autor... Fico sempre perdida entre a fluência de seu texto e a confusão de suas ideias.
Em "Tudo aquilo que nunca foi dito", Marc conta a história de Julia, que a apenas quatro dias de seu casamento descobre que seu pai, o poderoso Anthony Walsh, morreu. Para piorar a situação, seu enterro será no mesmo dia de seu casamento. Com seus planos arruinados, Julia se vê responsável por enterrar o pai com quem não conversava há mais de um ano e no mesmo dia recebe uma grande surpresa: a chance de reatar uma relação que sempre foi conturbada.
Vamos lá, aí começa toda a ideia mirabolante de Marc Levy, que adora colocar em seus enredos uma pontinha de fantasia. Não vou entrar no mérito da dita surpresa do livro. Ela acontece logo no começo e não me conquistou nem um pouco... Pelo contrário. Fiquei com o sentimento de "ai, que forçado" o tempo todo.
A narrativa é em terceira pessoa, mas na maior parte livro é a visão de Júlia e sua história que acompanhamos. Adam - o noivo de Julia - também ganha sua versão dos fatos, mas apenas em alguns momentos e sem grande acréscimo ao enredo.
E mais uma vez fico perdida num conflito de emoções: a história, o enredo em si, não é bom. Não me agradou em nada. Mas, por outro lado, me vi presa à leitura. Li o livro rapidamente - em questão de horas. A fluência é boa, a leitura corre bem, mas a história, não. Complicado, né? Acho que nunca me compliquei tanto em uma resenha. Como avaliar um livro que me deixou tão dividida?
Ponderei muito e cheguei a uma conclusão: não basta ter uma boa escrita, construir bem os personagens, se a história simplesmente não convence. Havia tantas outras maneiras de apresentar o enredo. Tantas outras formas de reconstruir a relação de pai e filha... Acredito que mais uma vez, Marc Levy se perdeu em suas ideias, perdeu mesmo a mão em seu enredo e o resultado não foi dos melhores.
- O cérebro é mesmo uma máquina incrível! Quase acreditei. Estou em pleno sonho, bebi alguma coisa no caminho que não caiu bem. Vinho branco? Foi isso, não me dou bem com vinho branco! Que idiota, caí no jogo da minha própria imaginação (...)Página 39
Playlist
- Madonna - Papa don't Preach
Natal, SuperSorteioPsychobooks!! Vocês já sabem o que esperar!! SIM! Sorteio de marcadores!!
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Alba
Para resenha:
Compramos um Zoológico – Benjamim Mee
A Casa dos Macacos - Sara Gruen
Maria – Eliana Portella
Ganhei de Natal da Simone:
Paganus – Simone O. Marques
Um Homem de Sorte – Nicholas Sparks
Comprei:
Fome - Michael Grant | Resenha
Trilogia do Círculo – Nora Roberts:
A Cruz de Morrigan
O Vale do Silêncio
4 de Julho – James Patterson
Strange Angels – Lili St. Crow | Resenha
Cowboys & Aliens – Graphic Novel
Lidos:
A Casa dos Macacos - Sara Gruen
Fome - Michael Grant | Resenha
Ahmnat – Julien de Lucca | Resenha
Lendo:
Tudo aquilo que nunca foi dito - Marc Levy
Playlist:
The Doors – Love me two times
Mari
Blogging Heroes – Michael A. Banks
Livro Lido:
Dezessete Luas (Beautiful Creatures #2) – Kami Garcia e Margaret Stohl
Lendo:
Clockwork Prince (The Infernal Devices #2) – Cassandra Clare
Playlist:
Charlie Brown Jr. – Céu Azul
Tata
Ganhei de Natal da Mari:
Ecos da Morte- Kimberly Derting | Resenha
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