Resenha – Mil Nomes: O Guardião do Infinito

Olá Galera!

Bora conhecer minha primeira resenha de 2012 e última leitura de 2011?!

Mil Nomes: O Guardião do Infinito

Mil Nomes: O Guardião do Infinito

J. R. Pereira

Editora: Ícone
Páginas: 216
ISBN: 9788527410755
Publicação: 2010
Compre:

Sinopse:

Hector brincava inocentemente no quintal de sua casa quando sua existência foi ceifada pela queda de um avião. Mas esse não foi seu fim: resgatado do Paraíso pelo chamado da deusa da Vida, Prahna, Hector ascende ao Supra Mundo: a verdadeira e velada concepção do Universo, em que as infinitas mentes de todos os seres vivos são apresentadas na forma de planetas e corpos celestes. Hector descobre ser Mil Nomes, um agente espaço-temporal a serviço da entidade L’os, o Manutentor de todas as almas humanas, vivas ou mortas. Esta é a história de seu milionésimo renascer.

Comentários

Hector, uma criança de oito anos, que após um trágico acidente, renasce numa nova dimensão repleta de possibilidade, personagens que parecem terem saído de desenhos animados e com missões À cumprir.

Mesmo o livro sendo narrado por uma criança, achei um tanto controverso, pois ao mesmo tempo que Hector (também chamado de Mil Nomes) tem uma compreensão muito clara, objetiva e bem evoluída, ele tem seus momentos de incompreensão e inocência, características típicas de uma criança.

Mil Nomes é  o verdadeiro nome de “Hector” que é chamado assim, pois já teve mais de mil vidas. E, acreditem se quiser, um menino que quando vivia na terra tinha 8 anos e retorna a sua dimensão com a mesma aparência e “corpo infantil”, tem duas esposas, que seriam a representação do bem e do mal.

As descrições dos personagens são claras e fáceis de imaginar e as ilustrações contribuem com a imaginação, eles realmente parecem saídos de animes japoneses.

A narração é feita em primeira pessoa pelo personagem principal e quando ela é feita pelo lado “infantil” de Hector, a leitura flui bem e arranca algumas risadas do leitor, mas quando ela é feita pelo lado “adulto” da personalidade dele, parece que ela perde o ritmo.

Outra coisa que identifiquei, além da forma alusão a elementos da cultura japonesa,  são referências à diversos desenhos e filmes clássicos e de conhecimento popular, como Matrix (que nunca assisti) e Homem Aranha.

Esse livro sinceramente não me pegou num bom momento, pois mistura elementos umbandistas, espíritas e hindu, além de requererem uma autorreflexão e concentração que atualmente não está disponível em mim. rs

Esperava que a leitura fosse algo mais leve, bem infanto-juvenil, já que é repleto de ilustrações ao estilo mangá, mas achei a história complexa, pois retrata sobre a origem do universo, livre arbítrio, vida após a morte.

Em momento algum o autor nega que haverá questões à se refletir, mas achei que tudo seria descrito de uma forma mais inocente, bem infantil, mas acontece justamente o oposto. Ele necessita de uma compreensão mais adulta e sinceramente não indicaria esse livro à uma criança, apesar das ilustrações serem lindas e chamativas. Os diálogos seriam muito complexos para o discernimento de uma criança, faltou uma classificação adulta.

ATENÇÃO:

Serão sorteados dois kits surpresa entre os comentaristas. \o/

A vontade humana é soberana. Na carne não podemos ser o que queremos. Mas estamos num estado mental elevado. E levar-se é libertar-se das concepções antiquadas. entre elas, está a subserviência. E ser livre é jamais estar de joelhos. Seja por obrigação ou por gratidão. Pois as barras da prisão humana é a submissão.

Página 71

2 Estrelas

Playlist

    Gorillaz - Feel Good Inc.

    Smashing Pumpkins - Tonight, Tonight

    Beyonce - Sweet Dreams

Sobre o autor

Lê quase tudo que cai em suas mãos - até bula de remédio - mas não é muita fã autoajuda nem de romances muito açucarados. Gosta de ler desde que se conhece por gente. Já gostou muito de romances espíritas, hoje... nem tanto! Também pode ser encontrada no @xtatolinax.

43 Comentários em “Resenha – Mil Nomes: O Guardião do Infinito”

  1. Tau Brito disse:

    Não sei porque, mas a capa desse livro me lembra aqueles desenhos que passavam na tv quando eu era criança. Aquela coisa simples, sem um monte de tecnologia, sei lá, gostei.
    Parece ser legal, apesar de não gostar dessas reflexões religiosas que possam conter. Realmente não sou fã dessas coisas. Mas séria interessante ler um livro do ponto de vista de um garotinho. Quem sabe um dia.

    Beijos,
    @HLavelle

    [Responder]

  2. Daniel disse:

    Faz tempo que acompanho o autor mas ainda não tive oportunidade de conferir o livro. Ouvi boas e más opiniões a respeito, estou louco para emitir a minha, já que gosto de questões filosóficas e reflexões, complexidades, etc. Ou seja, já é meu rsrsrs

    [Responder]

  3. Não sei porque, mas isso me lembrou MUITO Pokemon… Já que dizem que o desenho não passa de apenas uma ilusão dele, que está em coma HAHA destruiu minha infância quando eu soube, mas ok.
    Achei legal a proposta do livro, essa mistura e junção de várias coisas, que certamente te faz perder um tempão refletindo.
    E a respeito de ser uma criança narrando, qual o problema? Afinal, Percy Jackson não é apenas uma criança, e Rick Riordan conseguiu fazer disso, uma história mais que maravilhosa? Mas compreendo sua linha de raciocínio, eu também estranho quando o livro é digamos que infantil, às vezes parece meio irreal haha

    xx carol

    [Responder]

    Bruna disse:

    Minha infância acabou de ser destruída também :( ahushusuahs

    [Responder]

    opa, desculpa ): HUASUOHSAUAISH

    [Responder]

    opa, desculpa ): HUASUOHSAUAISH

    [Responder]

    Tata disse:

    Não há problema nenhum em ser narrado por uma criança, mas achei que o livro seria algo mais leve, sem tanta complexidade.
    E achei um tanto confuso pois às vezes o Mil Nomes tem uma compreensão bem adulta das coisas o que de certa forma não condiz muito com o que eu imaginei, e às vezes bem infantil.

    [Responder]

    Tata disse:

    Como assim o Ash em coma? Oo

    [Responder]

    Eu seei, não tava criticando! Só dei o exemplo do Percy, sempre que eu posso eu acabo citando ele, virou mania UHAUIAS ): Mas eu compreendo você perfeitamente, como em por exemplo Trono de Fogo, achei que a principal era meio adulta demais pra uma simples criança narrar daquela forma.
    E quanto ao Ash, tem uma teoria de que tudo que acontece no desenho, não passa de uma ilusão, de coisa da cabeça dele, porque ele tá na verdade em coma, já que no primeiro episódio ele caiu de bicicleta, e cada personagem (os humanos mesmo) são uma versão dele, tipo de sentimentos, ou ponto fraco. Pra ser mais específica, a personalidade. Por isso ele nunca cresce nem nada.. D: AUHSAUIOASHSA pode até pesquisar se quiser. Ou melhor, se não quiser estragar sua infância, não procura não ): é deprimente

    xx carol

    [Responder]

    Tata disse:

    Que saco! =S
    E aquela teoria doida do Mestre dos Magos ser na verdade o Vingador?! (Caverna do Dragão)
    Isso é impossível, já que em alguns episódios os dois lutam… rs

    #ALOKA

    [Responder]

    ele é pai do vingador, não é? mas sei lá, a partir do momento que um desenho ~inteiro, uma história criada, a gente criancinha feliz da vida assistindo pra no final ser só um sonho… depois disso eu não duvido de mais nada, podia ta lutando consigo mesmo e achou que era outra pessoa UHSUOSAH brinks

    [Responder]

    Tata disse:

    PAI?!?!? Essa é nova pra mim…
    =S

    olha, seu blog dumal não me deixa responder exatamente o seu comentário ): mas espero que dê pra entender HUSAUSAH então, eu ouvi teorias sobre que seria pai! D: acho que o mais importante é só assistir e acreditar no que a gente achar melhor, porque se for por teorias, estraga tuudo e nossa infância vai por água abaixo HSAUHASAUH

  4. Ah, eu gostei da capa haha.

    Bem, é ruim mesmo quando o livro não vem num bom momento ou a gente não está num bom momento para lê-lo. Não tenho muita curiosidade sobre a religião umbandista. Parece que o autor errou a mão na hora de escrever. Realmente, eu pensaria que a história seria algo bem leve de se ler.

    tsp.tiago@hotmail.com
    @tiagoodesouza

    [Responder]

    Tata disse:

    Eu fui ler o livro achando uma coisa, claro que pela sinopse você imagina que terá diálogos e questionamentos mais filosóficos, mas achei que seria TUDO narrado pelos olhos de uma criança e depois de lê-lo, não indicaria a leitura pra uma criança.

    [Responder]

  5. Bruna disse:

    Pela capa eu achei que era um livro infantil .-. Dai fiquei pensando que era um tema meio pesado pra um livro de crianças hashusuha
    Mas não me interessei por ele não :(
    Mesmo eu não sendo criança é um livro pesado pra mim também haha

    [Responder]

    Bruna disse:

    Esqueci o email :S
    bruhfrabelo@gmail.com

    [Responder]

  6. Jacqueline disse:

    Também achei que pela capa o livro seria infantil mas pelo jeito não é. E duas estrelinhas , aff nem deu vontade de comprar!

    E-mail para participar do sorteio: jacsmaciel@gmail.com

    [Responder]

  7. Muito boa a resenha! Parabéns!
    Acho que gostaria de ler este livro pois gosto da cultura oriental. Acho muito interessante animes, mangás e coisas do gênero. Até mesmo a capa me chama a atenção por esse estilo. Realmente parece que é algo mais “inocente” a narrativa.
    Mais uma vez, parabéns pela resenha! Ficou muito boa!

    Mateus Noremberg – Livros Preciosos

    @MateusWN

    [Responder]

    Tata disse:

    Obrigada Mateus!!! *___*

    [Responder]

  8. Érica S. disse:

    Ah, já pela sua resenha percebi que não ia curtir também. Não gosto muito de histórias assim, tããão fora da realidade e que ao que parece, não vai me render algum aprendizado. rs
    Mas, adorei Sweet dreams na playlist o/
    Bjs!

    Obs: essa teoria sobre o Ash destruiu uma boa parte da minha infância, obrigada. HAAHAAUAHAUAH (y)

    [Responder]

  9. Bruna Costenaro disse:

    O tema me atrai mto, só não se tratado da maneira que eu acredito que deva se tratar mesmo em uma ficção…de td forma tenho vontade de espiar =]

    Miquilisssss

    [Responder]

  10. Dafne disse:

    Pela capa eu pensaria que seria uma coisa super leve e descontraida, o tema do livro me atraiu muito quando você disse que era uma coisa mais séria, quem sabe uma hora eu dou uma chance pra ele? rs
    Parabens pela resenha. =)
    Beijos

    [Responder]

    Psychobooks disse:

    Parabéns Dafne, você ganhou um exemplar do livro “Mil Nomes” + marcadores.
    Favor enviar seus dados completos para psychobooks@gmail.com
    Você têm 3 dias para responder ou um novo sorteio será realizado!

    [Responder]

  11. Oi, Tata =)

    Hey, o livro me lembra bastante aqueles mangás e animês da década de 90!
    Eu ADORO os animês da década 80/90! hahaha

    Eu querooo!

    Ok, o livro tem vibe bem confusa e talvez até contraditória, mas sempre é bom relembrar os bons tempos, e é essa sensação que sinto vendo esse livro.

    Procurarei mais sobre o livro, parece ser legal.

    Felipe Saraiva,
    http://www.bibliotecafelipes.blogspot.com/

    [Responder]

  12. João disse:

    só pela capa eu passaria longe, sim…sou desses que compra pela capa! mas pela história, mesmo sendo complexa em um livro infantil me pareceu pouco interessante : /

    J.
    -The Eater of Books

    [Responder]

  13. Roberta disse:

    Gente, que livro BIZARRO!

    [Responder]

  14. Camila Q. Dias disse:

    Tata! =D
    Bem lindinha a capa, mas já por ela o livro não consegue me conquistar muito, e lendo a sinopse, menos ainda. Essa coisa de nova dimensão e até mesmo por se tratar de uma história que parece infantil, ou pelo menos narrado por uma criança não me conquista mesmo.
    É, as aparência realmente enganam pois da mesma maneira que você achou que se tratava de um livro infantil primeiramente também acreditava nessa hipótese, mas como você disse que ele é mais complexo, então nem darei muita chance para essa leitura, que certamente não irá me agradar! Bela resenha, sincera e objetiva! Parabéns!
    Beijos!

    [Responder]

    Psychobooks disse:

    Parabéns Camila, você ganhou um kit contendo marcadores, cards e livretos sortidos.
    Favor enviar seus dados completos para psychobooks@gmail.com
    Você têm 3 dias para responder ou um novo sorteio será realizado!

    [Responder]

  15. maria ester moraes disse:

    Não gostei muito desse livro, não. Pela sinopse, já não tinha me chamado à atenção, resolvi ler sua resenha e depois da sua opinião, tive certeza de que não era muito bom.

    [Responder]

  16. Paty Algayer disse:

    O livro não chamou muito a atenção, e depois do que você disse, de misturar aspectos de alguns tipos de religião… Acho que não vou ler, não!

    Abraços!

    [Responder]

  17. Virginia de Oliveira disse:

    Eu não fiquei interessada pela livro, eu achei capa bem legal mais o importante do livro é a história e pela resenha percebo que a história não iria me agradar.

    [Responder]

  18. Andreza Machado disse:

    Eu particularmente acredito que exista alguma coisa do “outro lado da ponte”, mas o que me intriga e ao resto do mundo inteiro é o que ha lá né?

    Achei interessante a idéia dos mangás, pois sou fascinada por esse tipo de leitura, mas não achei legal o conunto da obra, achei que falta alguma coisa de mais interessante para fazer com que eu ou qualquer outro leitor com uma opinião parecida com a minha sinta vontade de ler.

    OBS: Esse livro é Espírita ou escrito por um autor que seja?

    Beijos e obrigada por fazer mais uma resenha pra gente.

    [Responder]

    Tata disse:

    Andreza, ele mistura o Espiritismo, Umbanda e Hinduísmo, que tem a mesma base digamos assim, que seria a crença em vida após a morte.
    Não creio que livro se enquadre como espírita, mas que o autor segue/acredita nesses preceitos não há dúvida

    [Responder]

  19. Marco Antonio Rodrigues Alves disse:

    Infantil, mas deve ser uma delícia de leitura, livro para pais e filhos lerem unidos!!
    Marquinho
    @qmarquinho

    [Responder]

    Tata disse:

    Marco, não aconselho a leitura pra crianças, é complexo demais.

    [Responder]

  20. Daiane Jardim disse:

    Esse livro parece super complexo mesmo, e um pouco confuso. Mas só lendo mesmo para saber, gostei bastante da sua resenha e acho que ela expressou bem sua opinião. Com relação ao momento de quando nós lemos, eu também concordo, acredito que tem momentos que um determinado tipo de livro capta nossa ateção total, e outros não.
    Bjs

    [Responder]

  21. O livro parece ser bem legal, principalemente quando se fala de anime.
    Agora quando se fala de religião realmente você tem que está aberta e na boa porque é tema muito forte.

    Adorei a resenha e principalmente a siceridade que você fala do livro.

    Bjocas

    [Responder]

  22. Salma disse:

    Que engraçado esse “Mil nomes”… Tem uma capa infantil, mas não é recomendado para crianças. Assim não dá. Gostei do fato de mencionar Matrix, esse filmes, que gosto bastante. Deve ser interessante para quem quer aprender sobre o Japão, etc. Gosto de suas resenhas porque geralmente os livros que lê såo um pouco diferentes. =)
    Bjs, Tata!

    [Responder]

    Tata disse:

    Obrigada Salma! rs
    Não tenho muita frescura pra gêneros literários, só não gosto de autoajuda e romances muito melosos.

    [Responder]

  23. Letícia disse:

    aai n gostei da ideia desse livro n, provavelmente nem devo passar perto, complexo demais e entra em alguns conceitos q eu n gosto qdo colocados em livros

    [Responder]

  24. Vanessa SPBR disse:

    Oiiii Tata.
    Infelizmente não acredito que vá ler. Não fiquei com vontade de ler.

    Beijinhos**

    [Responder]

  25. Clara disse:

    Eu já conhecia esse livro e, infelizmente, também conhecia o autor por internet. Eu não gostei do livro, achei ele ruim, mas o autor também não me ajudou muito a gostar (ele vivia falando mal de todos os desenhista e pessoas que sonhavam em começar a escrever livros).

    Mas gostei da sua resenha ^-^

    [Responder]

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