Saudações, PsychoCômicos. Hoje, vou falar de um quadrinho que eu estava adiando há algum tempo (e, no vídeo, explico porquê). Também mostro uma HQ muito badalada por aí que eu abandonei e dou a primeira dica para quem quer começar a se aventurar no mundo das HQs e não se arrepender.
Retalhos
Craig Thompson
Tradutor: Érico de Assis Editora:
Quadrinhos na Cia Páginas: 592 ISBN: 9788535914481 Publicação: 2009 Preço de Catálogo: R$R$ 54,00 Compre:
Sinopse:
Thompson retrata sua própria história, da infância até o início da vida adulta, numa cidadezinha de Wisconsin, no centro dos Estados Unidos, que parece estar sempre coberta pela neve. Seu crescimento é marcado pelo temor a Deus - transmitido por sua família, seu colégio, seu pastor e as trágicas passagens bíblicas que lê -, que se interpõe contra seus desejos, como o de se expressar pelo desenho.
Ao mesmo tempo Thompson descreve a relação com o irmão mais novo, com quem ele dividiu a cama durante toda a infância. Conforme amadurecem, os irmãos se distanciam, episódio narrado com rara sensibilidade pelo autor.
Com a adolescência, seus desejos se expandem e acabam tomando forma em Raina - uma garota vivaz, de alma poética e impulsiva, quase o oposto total de Thompson - com quem começa a relação que mudará as visões que ele tem da família, de Deus, do futuro e, enfim, do próprio amor. Retalhos traz as dores e as paixões dos melhores romances de formação - mas dentro de uma linguagem gráfica própria e extremamente original.
Vencedora de três prêmios Harvey (melhor artista, melhor graphic novel original e melhor cartunista), dois prêmios Eisner (melhor graphic novel e melhor escritor/artista), e, em 2005, do prêmio da crítica da Associação Francesa de Críticos e Jornalistas de Quadrinhos.
"É o que chamo de literatura." - Jules Feiffer
"Comovente, delicada, com desenhos maravilhosos e sinceridade dolorosa, pode ser a graphic novel mais importante desde Jimmy Corrigan." - Neil Gaiman
"Ao contar esta história das pequenas brutalidades que os pais infligem a seus filhos e os irmãos uns aos outros, Thompson descreve a agonia e o êxtase da obsessão (por Deus, por um amor) e não teme denunciar os caminhos pelos quais a obsessão consome a si mesmo e evapora-se." - The New York Times Review of Books
Sobre o autor
Walter Tierno é ilustrador, escritor, blogueiro, pagador de mico, engolidor de sapo e um cara desagradável que responde sinceramente quando alguém pergunta sua opinião. Seu livro de estreia é Cira e o Velho, uma história de vingança que utiliza fatos e personagens históricos e mitologia brasileira.
Oiê Walter, legal, eu não sabia da nomeclatura… eu chamava tudo do mesmo nome ou então diferenciava uma coisa da outra de maneira bizarra. hehe.
Que bom que você curtiu Retalhos, eu também vou ler, já que tou lendo quase tudo que você indica mesmo… haha
Eu peguei “Palestine” do Joe Sacco para ler faz um mês atrás, eu começei a ler e estava adorando, muito mesmo, mas parei porque vi que eu estava lendo muita coisa com a temática guerra e isso tava me deixando meio deprimida… mas queria só falar que o Joe Sacco escreve muito bem, como jornalistas deveriam escrever, e acho legal a forma que ele desenha também, com muitos detalhes… a forma que ele falou de religião nas primeiras páginas também foi boa, para um não-católico ou uma pessoa que não sabe muito dessa importancia de Jerusalem, como uma amiga minha da india, acho que a explicação ficou perfeita…
Eu também estou feliz por ter comprado em inglês, a forma que ele utiliza as palavras, principalmente o inglês americano é bem legal…
Eu tou na metade de Watchmen e estou adorando, mas está muito pesado, eu também acho a forma de escrita o alan moore muito legal, mas o que n curti até agora foi o personagem de uma comic que um dos personagens coadjuvantes fica lendo… meio sem saco pra aquele personagem daquela comic…
Eu vi que você tá lendo Gantz, que onda, eu li gantz logo quando lançou no japão, tinha um amigo virtual que adorava e traduzia para o inglês e colocava na internet, e eu lia e adorava principalmente por causa dos desenhos… mas depois de um tempo acabei enjoando e parei. Meu problema com mangás é esse, eu enjoo e paro, foram poucos os que acompanhei até o ultimo volume…
Olá, Roberta.
Pois é, a Conrad também lançou Palestine aqui no Brasil. É uma edição com todos os álbuns, não é? Estou de olho nela.
Watchmen é um dos quadrinhos que vou indicar nas dicas. Você provavelmente está falando sobre a história de pirata. Ela tem ligação com a história central, mas não é imprescindível. Não esquente. Tenho certeza que você vai querer ler essa história quando reler (é, você vai reler watchmen muitas vezes, acredite).
É, eu TAVA lendo Gantz. Mas me encheu o saco. Além da demora de publicação, eu já não estava mais entendendo nem me interessando pela história… Até já vendi.
A edição que eu tenho de palestine o papel é ótimo, daqueles de foto, e é capa dura e ele é grandão… comprei por uns 25 reais, e o de footnotes in Gaza foi mais caro, foi tipo 35, mas é tb o dobro do Palestine e tem extras.
Eu queria fazer a coleção do Joe Sacco, haha… mas já gastei mais do que podia.
é engraçado, por exemplo, as edições de persépolis e bordados por aqui são ridiculas… são em papel JORNAL, acredita? e nem é tão barato assim… quase não tem quadrinhos aqui com papel jornal, só alguns mangás que vi, mas bem poucos, e esses agora da Marje…
O que eu gosto dos mangás daqui são umas edições especiais, eles colocam vários volumes em um só, colocam uns extras muito interessantes tb, botam formatos maiores, ect… em geral as editoras que publicam mangá usam papel grossinho, branco ect, muito raro o papel jornal…
mas uma coisa que n curto aqui são os titulos, a maioria dos titulos são pra adolescentes e tal… n tem os adultos, na alemanha, por exemplo, tem uma quantidade absurda de titulos e isso é bem legal…
eu realmente n curto esse pirata do watchmen, a narrativa me dá TÉDIO… mas hj quando tava andando pra parada do onibus no meio da neve quase infinita fiquei pensando no que li em watchmen (pra tentar esquecer o frio) e cara… me deu tristeza/indignacao demais acho que vou dar uma parada pra esfriar a cabeça… vou ler um romance meigo
Confesso que não leio muito quadrinhos, (já li alguns mangás e tal por indicação do meu primo e gostei muito) e a questão nem é por falta de interesse, mas sim por falta de conhecimento. Gostei muito da sua opinião sobre retalhos e acho que vou começar por aí,e gostei mais ainda quando você disse que todo preconceito é idiota.
Anotada a sugestão depois que eu lê-lo dou uma passada pra dizer o que achei.
bjos
Confesso aqui meu preconceito: não consigo chamar as HQs que leio de “gibi”, sempre vi gibi como algo mais infantil como Turma da Mônica e afins. Não consigo evitar, haha!
Retalhos é uma boa indicação que está na minha lista há um bom tempo.
Por acaso você leu as versões noir de X-Men e Homem-Aranha, que a Panini finlamente resolveu lançar?
(Alguém prometeu trollar minha estante… hahaha!)
Adorei sua opinião sobre Retalhos, Walter.
Esse é um quadrinho que eu sempre quis ler. A capa sempre me chamou a atenção na prateleira, e quando li que era uma autobiografia desde a adolescência do autor, me interessei bastante. O traço também me levou a querer lê-lo ainda mais, porque normalmente eu não gosto do traço de HQs, mas dele eu gostei. E agora, sabendo que a história é 5 estrelas pra você – nunca tinha visto/lido nenhuma opinião sobre a história dele -, fico mais tranquila pra comprá-lo, sem medo!
Só vou falar dele, apesar da não indicação e da lista de indicações, porque ainda não consegui me interessar tanto assim por HQs. =P
Oiê Walter, legal, eu não sabia da nomeclatura… eu chamava tudo do mesmo nome ou então diferenciava uma coisa da outra de maneira bizarra. hehe.
Que bom que você curtiu Retalhos, eu também vou ler, já que tou lendo quase tudo que você indica mesmo… haha
Eu peguei “Palestine” do Joe Sacco para ler faz um mês atrás, eu começei a ler e estava adorando, muito mesmo, mas parei porque vi que eu estava lendo muita coisa com a temática guerra e isso tava me deixando meio deprimida… mas queria só falar que o Joe Sacco escreve muito bem, como jornalistas deveriam escrever, e acho legal a forma que ele desenha também, com muitos detalhes… a forma que ele falou de religião nas primeiras páginas também foi boa, para um não-católico ou uma pessoa que não sabe muito dessa importancia de Jerusalem, como uma amiga minha da india, acho que a explicação ficou perfeita…
Eu também estou feliz por ter comprado em inglês, a forma que ele utiliza as palavras, principalmente o inglês americano é bem legal…
Eu tou na metade de Watchmen e estou adorando, mas está muito pesado, eu também acho a forma de escrita o alan moore muito legal, mas o que n curti até agora foi o personagem de uma comic que um dos personagens coadjuvantes fica lendo… meio sem saco pra aquele personagem daquela comic…
Eu vi que você tá lendo Gantz, que onda, eu li gantz logo quando lançou no japão, tinha um amigo virtual que adorava e traduzia para o inglês e colocava na internet, e eu lia e adorava principalmente por causa dos desenhos… mas depois de um tempo acabei enjoando e parei. Meu problema com mangás é esse, eu enjoo e paro, foram poucos os que acompanhei até o ultimo volume…
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Olá, Roberta.
Pois é, a Conrad também lançou Palestine aqui no Brasil. É uma edição com todos os álbuns, não é? Estou de olho nela.
Watchmen é um dos quadrinhos que vou indicar nas dicas. Você provavelmente está falando sobre a história de pirata. Ela tem ligação com a história central, mas não é imprescindível. Não esquente. Tenho certeza que você vai querer ler essa história quando reler (é, você vai reler watchmen muitas vezes, acredite).
É, eu TAVA lendo Gantz. Mas me encheu o saco. Além da demora de publicação, eu já não estava mais entendendo nem me interessando pela história… Até já vendi.
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A edição que eu tenho de palestine o papel é ótimo, daqueles de foto, e é capa dura e ele é grandão… comprei por uns 25 reais, e o de footnotes in Gaza foi mais caro, foi tipo 35, mas é tb o dobro do Palestine e tem extras.
Eu queria fazer a coleção do Joe Sacco, haha… mas já gastei mais do que podia.
é engraçado, por exemplo, as edições de persépolis e bordados por aqui são ridiculas… são em papel JORNAL, acredita? e nem é tão barato assim… quase não tem quadrinhos aqui com papel jornal, só alguns mangás que vi, mas bem poucos, e esses agora da Marje…
O que eu gosto dos mangás daqui são umas edições especiais, eles colocam vários volumes em um só, colocam uns extras muito interessantes tb, botam formatos maiores, ect… em geral as editoras que publicam mangá usam papel grossinho, branco ect, muito raro o papel jornal…
mas uma coisa que n curto aqui são os titulos, a maioria dos titulos são pra adolescentes e tal… n tem os adultos, na alemanha, por exemplo, tem uma quantidade absurda de titulos e isso é bem legal…
eu realmente n curto esse pirata do watchmen, a narrativa me dá TÉDIO… mas hj quando tava andando pra parada do onibus no meio da neve quase infinita fiquei pensando no que li em watchmen (pra tentar esquecer o frio) e cara… me deu tristeza/indignacao demais acho que vou dar uma parada pra esfriar a cabeça… vou ler um romance meigo
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Oi Walter!
Confesso que não leio muito quadrinhos, (já li alguns mangás e tal por indicação do meu primo e gostei muito) e a questão nem é por falta de interesse, mas sim por falta de conhecimento. Gostei muito da sua opinião sobre retalhos e acho que vou começar por aí,e gostei mais ainda quando você disse que todo preconceito é idiota.
Anotada a sugestão depois que eu lê-lo dou uma passada pra dizer o que achei.
bjos
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Sempre adoooooro suas dicas, Walter. Retalhos já entrou na minha lista, assim como outros que foram recomendados
Mil beijos.
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Confesso aqui meu preconceito: não consigo chamar as HQs que leio de “gibi”, sempre vi gibi como algo mais infantil como Turma da Mônica e afins. Não consigo evitar, haha!
Retalhos é uma boa indicação que está na minha lista há um bom tempo.
Por acaso você leu as versões noir de X-Men e Homem-Aranha, que a Panini finlamente resolveu lançar?
(Alguém prometeu trollar minha estante… hahaha!)
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Adorei sua opinião sobre Retalhos, Walter.
Esse é um quadrinho que eu sempre quis ler. A capa sempre me chamou a atenção na prateleira, e quando li que era uma autobiografia desde a adolescência do autor, me interessei bastante. O traço também me levou a querer lê-lo ainda mais, porque normalmente eu não gosto do traço de HQs, mas dele eu gostei. E agora, sabendo que a história é 5 estrelas pra você – nunca tinha visto/lido nenhuma opinião sobre a história dele -, fico mais tranquila pra comprá-lo, sem medo!
Só vou falar dele, apesar da não indicação e da lista de indicações, porque ainda não consegui me interessar tanto assim por HQs. =P
Beijos!
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[...] do Craig Thompson | Walter Tierno no Psychocomics falando sobre [...]