Jorge é um menino de 9 anos que saio da periferia da Bahia com a mãe, 4 irmãos e o pai alcoólatra em busca de uma vida melhor no Rio de Janeiro. Cansado dos maus tratos do pai entre outras coisas, ele foge de casa e passa a viver na rua.
Jorge sempre conquista a simpatia das pessoas por onde passa, pois nunca roubou, usou drogas ou viveu em grupos e devido ao bom comportamento social, logo conquista seu espaço, mesmo que mínimo e passa a viver num bairro onde é bem visto por todos, além de um prato de comida garantido todos os dias.
Latsi, ou Euclides, como é conhecido pelos não ciganos, após ser expulso de sua "companhia"/família passa a viver sozinho.
Logo, o caminho do cigano e menino se cruzam e eles passam a cultivar uma amizade. Eis que o cigano pensa "E se eu o criasse? Ele é sozinho no mundo e eu também..."
Mas apesar das boas intenções de Euclides/Latsi, logo se percebe um certo egoísmo, além da boa intenção.
Bom, vamos as conclusões do livro: De forma simples e direta a autora abordou temas até então complexos e incompreendidos por muitos, sendo o principal deles o preconceito.
Muitos julgam o que desconhecem, criam opiniões baseadas no que escutam por aí e excluem certos tipos de culturas e crenças sem dar espaço para que eles se expressem.
Desde que me conheço por gente, reza a lenda que ciganos roubam crianças, além do fato que essas ciganas que ficam pelas ruas lendo mãos não passam de trambiqueiras.
Esse livro é ate uma história que desmistifica todas as lendas negativas a cerca dos ciganos. A título de curiosidade, apesar de todos conhecermos sobre a exploração e privação dos direitos humanos dos judeus na Segunda Guerra Mundial, vocês sabiam que além deles, os ciganos também foram severamente perseguidos e executados durante essa época?
Enfim, como dito anteriormente, a narração é simples, direta, cativante e comovente. Indicada a todas as idades, crenças, etc.
Em tão poucas páginas, Cristina da Costa soube deixar sua mensagem e (quem sabe) tocar o coração/consciência de alguns.
"Um convite ao respeito à diferença entre povos"
Desde aquela novela que tinha o cigano Igor, esse é um assunto que me interessa muito! (souvelha.com)
Deve ser bem interessante a abordagem desse livro.
Um bom exemplo que temos que respeitar todo mundo, independentemente da cultura (:
Dica super anotada
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Nem é tão velha assim!
Eu lembro dessa novela, tinha a novela, tinha a Dara e se não me falha a memória era nessa novela que tocava “Have You Ever Really Loved a Woman?” do Bryan Adams
huahauahua
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Essa mesmo!! huashusauh
Adoro essa música ♥
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éééé, acho que pensando bem somos velhas sim! hauhauah
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Tema bem legal, eu ainad tenho certos receios de literatura contemporânea braseileira, sou fã e tenho quase todos os clássicos, mas ainda não me simpatizei pela nova literatura brasileira, muitos deixam a desejar na narrativa, quando nãos e arrastam e tornam massantes em um assunto que autores estrangeiros tiramd e letra, espero que esse seja melhor dos que eu já li, mas pela quantidade de páginas e pela resenha deu pra perceber que ela não entra muito no assunto , bjs meninas!
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Realmente ela não trata o assunto mais a fundo, ela mostra poucas coisas da cultura, apesar de utilizar muitos termos da linguagem cigana
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Muito legal um livro abordar esse tema e de uma forma um pouco diferente, os ciganos realmente sofrem bastante preconceitos e perseguições. Vai ser bom conhecer melhor a história por outro ângulo.
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esse livro parece ser bem interessante! gosto de liro que causam impacto com temas como o preconceito!
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hmmm, o tema parece interessante, mas me chamou muita atenção. Sei lá, não me pareceu muito legal a história, por isso não tive vontade de ler. Quem sabe um dia mudo de opinião e me interesso. Beijos!!
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Nossa esse livro trata de um tema bastante diferente do que estamos acostumados a ver por ai, e tenho que dizer: o tema “polemico”, pois como você mesma disse, tem todo aquele preconceito com ciganos, e o julgamento das coisas sem ao menos conhecê-las, e por ai vai. Achei bastante interessante do cigano querer pegar o probre menino para criar, só não gostei de saber que ele começa a ser egoista não, o menino sofreu e com certeza para ter os respeito das pessoas do local onde vive, não foi facil, foi aos pouquinhos e sempre levou a vida de uma forma honesta.
Com certeza se tiver chance, irei ler esse livro
Adorei a resenha sua linda, e de conhecer mais esse trabalho nacional!
Beijinhos :*
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