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Abandonei: Dixie Tepper e o Pêndulo do Terror

Oie Galera! Infelizmente em menos de um mês esse é o segundo livro abandonado. Bora ver o por quê? =(

Dixie Tepper e o Pêndulo do Terror

Dixie Tepper e o Pêndulo do Terror

Roger Pencew

Editora: Novo Século
Páginas: 304
ISBN: 9788576793571
Publicação: 2010
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Sinopse:

Em uma noite de tempestade, Tomas e Anna Tepper batem à porta de Sherman Falkmer e entregam em seus braços uma garotinha de pouco mais de um ano. Foi a última vez que o experiente detetive Falkmer viu o casal Tepper. Doze anos depois, Dixie Tepper ainda ignora os motivos que a levaram a ser deixada aos cuidados de seu tio Sherman de maneira tão repentina e truculenta, bem como a verdade sobre seu passado. Quando fatos estranhos começam a ocorrer na vida de Dixie, ela descobre quem verdadeiramente foram seus pais, além das reais circunstâncias que culminaram no desaparecimento do casal. Murtus Vilegan fora o grande responsável pelos maiores tormentos sofridos por Tomas e Anna Tepper. E ele agora está de volta, disposto a tudo para alcançar seus objetivos. Mais obcecado e perigoso do que nunca, Vilegan passa a agir, e nem mesmo a proteção de Sherman Falkmer será capaz de livrar Dixie de todos os perigos que passam a rondá-la. Dixie sabe que sua vida nunca mais será a mesma, e que é chegada a hora de verdadeiramente utilizar todas as lições que aprendeu com tio Sherman enquanto crescia em meio a rotina da agência de detetives Archer.

Comentários

Ao fuçar atrás de umas resenhas, vi algumas pessoas comparando o livro a Sherlock Holmes, só que versão infanto-juvenil. Confesso que logo nas primeiras páginas me desanimei muito com o livro. Não consegui lê-lo de forma imparcial, achei tudo um exagero. A personagem, Dixie Tepper, que eu jurava ser um menino por causa do nome e do desenho da capa, é extremamente presunçosa, metida, intrometida e chata. Por ser sobrinha de um grande detetive e ter aprendido algumas coisas com ele, ela se acha muito inteligente, sempre querendo desvendar algo e se aparecer para os amigos. O pior é que ela faz o que faz com ou sem supervisão de um adulto e inclusive com o consentimento do tio.

Onde já se viu um tio mandar uma menina de 12 anos investigar um suposto caso de assalto sozinha e ainda incentivá-la?

Dixie sempre desconfia de tudo e todos e qualquer atividade suspeita ela já quer investigar, fora as incontroláveis deduções. De onde tal pessoa veio, o que gosta de comer, quais as manias...

Enfim, achei o livro um tanto exagerado demais. Há muitos livros em que os autores criam superpersonagens e exageram na dose, mas ainda assim em muitos você consegue ser imparcial.

Eu não consegui fazer vista grossa e ser imparcial, cheguei com muito custo a página 87. Foram aproximadamente 5 dias pra chegar nisso. Quando eu demoro mais de 2 dias pra passar das 100 primeiras páginas, é meu indicador de que vou travar na leitura. Muitos casos merecem um esforço de continuar a leitura ou dar uma segunda chance futuramente, mas esse livro infelizmente não me motivou a isso.

Sobre o autor

Lê quase tudo que cai em suas mãos - até bula de remédio - mas não é muita fã autoajuda nem de romances muito açucarados. Gosta de ler desde que se conhece por gente. Já gostou muito de romances espíritas, hoje... nem tanto! Também pode ser encontrada no @xtatolinax.

Abandonei: O Ladrão de Arte

Hey Pessoas!

Infelizmente, a resenha de hoje não é nada positiva e apesar das minhas expectativas, o livro me decepcionou muito. Bora ver a conclusão disso?

O Ladrão de Arte

O Ladrão de Arte

Noah Charney

Editora: Intrínseca
Páginas: 320
ISBN: 9788598078311
Publicação: 2008
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Sinopse:

Roma: Na pequena igreja barroca de Santa Giuliana, uma magnífica pintura de Caravaggio desaparece sem deixar pistas. Paris: Na câmara de segurança do porão da Sociedade Malevitch, a curadora Geneviève Delacloche é surpreendida com o desaparecimento do maior tesouro da instituição: Branco sobre Branco, a famosa obra do russo Kasimir Malevitch. Londres: Roubada a mais recente aquisição da National Gallery of Modern Art. Os inspetores Jean-Jacques Bizot, da polícia parisiense, e Harry Wickenden, da Scotland Yard, recompõem as peças desse intrincado quebra-cabeça. O que parecia uma série de roubos sem conexão é parte de um plano monumental que conjuga pistas falsas e enigmas de sofisticação apaixonante. Nos bastidores do mundo artístico, nos museus, galerias e casas de leilões se esconde um mistério concebido com a genialidade digna das melhores obras-de-arte.

Comentários

Aparentemente a premissa do livro parece ter a receita certa de um bom livro do gênero: mistério, roubo, perseguições... porém não é bem isso que você encontra no livro.

Ele é narrado por mais de uma pessoa, às vezes feito em primeira pessoa e às vezes em terceira. Diversas histórias são contadas sobrepostas sem nenhuma ligação aparente nem uma divisão clara. Os três roubos (Paris, Londres e Roma) e suas consequências são narrados num mesmo capítulo, às vezes divididos apenas por um espaço e às vezes por algum traço. Logo no início da leitura, você fica imaginado se os fatos narrados são parte de um quebra-cabeça em que o leitor vai juntando as peças aos poucos, mas na metade do livro tudo continua bagunçado, sem algum ponto que ligue os roubos.

Me perdia na história e no raciocínio constantemente, sem conseguir identificar a primeiro momento a qual roubo aquela narração se referia.

Achava que esse era o típico livro que começa mal e depois deslancha, porém cheguei na metade e não vi mudança nenhuma na história e não houve nada que me motivasse a prosseguir a leitura. Não vou negar que ri bastante em alguns trechos e que fiquei curiosa pra saber qual a relação dos roubos e quem era o culpado, mas nada tão forte a ponte de me fazer seguir com a leitura.

Outro ponto negativo é que há diversas frases em francês e italiano. Algumas até são de significados claros ou dedutíveis, mas a grande maioria faltou uma nota de rodapé.

Esperava muito mais desse livro, e sinceramente não sei se futuramente ele terá uma segunda chance. Na hora de passar a história pro papel, o autor o fez de forma confusa , se estendendo demais na narração em alguns pontos e perdendo o ponto principal.

ATENÇÃO: será sorteado um kit com marcadores, livretos e cards entre os comentaristas.

- Olhe, vou lhe contar tudo a respeito disso em pessoa. Você tem uma Bíblia?

- Que espécie de católico é você, Bizot, morando numa casa sem uma Bíblia? Devia ter vergonha de si mesmo. Você foi criado por lobos?

- Então posso ir aí e usar a sua?

- Ah, eu não tenho uma. Vai ter que roubar uma de um hotel. Acho que eles têm sempre uma nas gavetas das mesas-de-cabeceira...

- Não vou me hospedar num hotel às quatro da manhã só para roubar uma Bíblia.

Página 131

Playlist

    Limp Bizkit - My Way

    Fever Ray - Keep The Streets Empty For Me

    Keane - Spiralling

Sobre o autor

Lê quase tudo que cai em suas mãos - até bula de remédio - mas não é muita fã autoajuda nem de romances muito açucarados. Gosta de ler desde que se conhece por gente. Já gostou muito de romances espíritas, hoje... nem tanto! Também pode ser encontrada no @xtatolinax.