#PsychoSeries – The O.C.

Boa noite galera!! o/

Atendendo a pedidos, hoje venho comentar sobre uma série “das antiga” que, durante sua exibição, era a queridinha de 7 entre 10 seriemaníacos: The O.C.!

Portanto, solte a voz, e…

“Californiaaaaaaaa… Here we cooooooooome”

 

OC1

 

Eram lá pelas bandas de 2003 quando nos deparamos pela primeira vez com Ryan Atwood, um adolescente problemático que, após se envolver em problemas com seu irmão, é retirado da prisão pelo advogado Sandy Cohen, que acaba convidando-o para morar em sua casa.

OC2A partir daí, adentramos o universo das mansões, festas e esbanjamentos de Orange County… E conhecemos alguns dos personagens mais carismáticos da história das séries!

Quem não se lembra do conturbado Ryan, da instável Marissa, da patricinha Summer (“Cohen, EW!”) e do retraído Seth? Com suas personalidades marcantes e bordões repetidos à exaustão, o trio de protagonistas foi conquistando a simpatia do público e alçou o seriado ao sucesso – pelo menos entre o público juvenil/adulto.

Sério, gente! Atire a primeira pedra quem nunca torceu, riu e vibrou com Seth e Summer, o casal mais carismático e mais fofo da Califórnia!

Aliás, acredito que esse foi um dos principais trunfos do seriado: não sei quanto a vocês, mas na época da sua estreia não havia tantas séries com essa temática de relacionamentos, encontros e desencontros entre jovens – pelo menos não com uma repercussão tão grande quanto a de The O.C..

OC3Com um enredo repleto de reviravoltas e dramas pessoais – passando por conflitos entre familiares, jogadas políticas, drogas, sexo e rock and roll – a série passou por altos e baixos durante as suas 4 temporadas.

Mas, enquanto durou, o programa criado por Josh Schwartz ficou bastante conhecido por cenas icônicas e momentos marcantes, como a chegada de Ryan ao condomínio dos Cohen, a overdose de Marissa no México, o tiro que a moça dá em Trey ao som de “Hide and Seek”, o beijo do Homem-Aranha… E muitas outras!

OC4Muita gente relaciona a “derrocada” do programa à S P O I L E R ! ! ! ! ! morte de Marissa, no final da 3ª season, mas, cá entre nós, se eu tive algum problema com alguma temporada foi com a 2ª… Acho que a personagem da Mischa Barton nunca esteve tão “chata” (sim, ela sempre foi o “bode expiatório”).

Apesar das críticas à sua última temporada, The O.C. conseguiu terminar “redondinha” – tipo final de novela da Globo, sabe? – e isso não necessariamente é uma coisa ruim, ainda mais depois que os roteiristas tiveram que segurar a saída da protagonista. Também gostei bastante do destaque que deram para a Taylor no final… A coadjuvante até então irritante acabou roubando a cena e conquistou o público!

OC5Agora, não tem mesmo como falar sobre a série sem citar a trilha sonora! Muito antes de rechearmos nossos ipods com as músicas de Grey’s Anatomy, The Vampire Diaries e Pretty Little Liars, The O.C. era a grande responsável pelas nossas buscas desenfreadas pelos hits de cada episódio.

E os sucessos não se restringiam apenas à trilha… Muitas bandas, até então “desconhecidas”, marcaram presença fisicamente no seriado, como The Killers e Death Cab for Cutie. Tem como não amar?

Portanto, se você ainda não se jogou em The O.C., vá sem medo! Agora, se você já é um fã de carteirinha como eu… Nunca é tarde para rever de novo e de novo!!!

Sobre o autor

Sabrina Inserra, paulistana, geminiana, curiosa e irrequieta. Prefere a cidade ao campo, mas o campo à praia. Gosta de música, tecnologia, livros e cappuccino. Na sua bolsa nunca faltam o iPod, o celular e, é claro, a leitura do momento. Quer fazê-la feliz? Dê um cartão ilimitado para ser gasto em uma livraria.

#PsychoSéries: Séries negligenciadas

Boa noite galera! o/

Tudo bem com vocês?

Hoje resolvi escrever um post diferente…

Revirei o baú das séries e elaborei uma espécie de “lista da vergonha”, no melhor estilo “mea culpa”, com os seriados que andei negligenciando, digamos assim.

Sabe aquela série super comentada, sucesso de crítica e/ou de público, que você nunca assistiu? Seja por falta de tempo, preguiça ou interesse… Acredito que todo mundo possui uma delas na lista de pendências!

Por isso, resolvi dividir a minha com vocês! Quem sabe a gente não acaba trocando algumas indicações?

 

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1. Grey’s Anatomy
É. Eu sei. Lamentável. Sempre fui chegada em séries médicas e Grey’s é tida como uma das melhores do gênero. Porém, fui adiando, adiando… E vocês sabem: quanto mais tempo levamos para começar a assistir um seriado, mais capítulos se acumulam e aí vira uma bola de neve. Mas pretendo começar a ver qualquer dia desses (ainda mais porque tem no Netflix e eu sou dessas que tem preguiça de ficar baixando milhares de episódios de uma vez. Cof cof).

 

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2. Modern Family
A série é (ou pelo menos foi) sucesso de audiência desde a sua estreia. Com tiradas inteligentes e engraçadas, conquistou uma legião de fãs… Mas nada de a Sabrina assistir! Confesso que sempre encaro as humorísticas com um pé atrás – sou muito desconfiada e só rio de uma piada quando ela é realmente boa – então já viram, né? Entrou para o limbo! Mas quem sabe dou uma chance?!

 

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3. Breaking Bad
Mais uma produção aclamada pela crítica… E que eu não assisti. Neste caso, confesso, a preguiça falou mais alto. Não fui fisgada pelas chamadas e nem pela descrição do enredo, mas de uns tempos para cá tenho ficado bastante curiosa a seu respeito (principalmente depois que Os Simpsons exibiram uma sequência baseada na série!). E aí? Merece o tempo investido?

 

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4. Once Upon a Time
Aposto que a Dona Alba Milena e a Srta. Bianca Briones estão se revirando nas cadeiras ao ver esta série na lista. Elas já fizeram um post DIVO para o PsychoSéries falando maravilhas sobre a produção e eu até cheguei a dar play no primeiro episódio. Mas ainda não fui arrebatada! Quem sabe dou uma nova chance?

 

Castle

 

5. Castle
Acredito que, dessa lista, esta é a série que mais tenho vontade de assistir. Na verdade, aqui estou até “roubando um pouco no jogo”, pois já vi um ou outro episódio perdido na TV. Porém, como boa seriemaníaca, quero voltar aos primórdios e assistir a todos, desde o começo. Está nas pendências ainda para este ano!

 

Ufa! E aí? Alguém se identifica? Já assistiram a algumas dessas produções?

Deixem suas sugestões, comentários… E compartilhe a sua lista com a gente!!!

Sobre o autor

Sabrina Inserra, paulistana, geminiana, curiosa e irrequieta. Prefere a cidade ao campo, mas o campo à praia. Gosta de música, tecnologia, livros e cappuccino. Na sua bolsa nunca faltam o iPod, o celular e, é claro, a leitura do momento. Quer fazê-la feliz? Dê um cartão ilimitado para ser gasto em uma livraria.

#PsychoSéries: Da Vinci’s Demons

Uma série histórica, baseada na vida de um dos maiores inventores de todos os séculos…

É, não tinha como não assistir a Da Vinci’s Demons.

 

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Antes de mais nada, vale ressaltar que você não precisa ser um grande conhecedor da obra de Da Vinci para conferir essa produção. É claro que saber pelo menos um pouco sobre suas criações ajuda, mas não é algo obrigatório.

Tendo dito isso, confesso que fui “com muita sede ao pote”, digamos assim. Depois de assistir ao trailer e ouvir alguns comentários, minhas expectativa estavam nas alturas… E acredito que esse tenha sido o principal fator que me fez não gostar do seriado tanto quanto esperava.

Da Vinci's Demons 2013Mas estou colocando o carro na frente dos bois. Vamos ao enredo!

A série se passa lá pelas bandas de 1477, em Florença, na Itália (mas é claro que todos os personagens falam inglês ali), durante o governo de Lourenço de Médici.

Leonardo, então com 25 anos, está em pleno exercício de toda a sua criatividade – sempre ousado, desafiador e à frente do seu tempo. Já no primeiro episódio, acompanhamos a criação de uma das suas obras mais fantásticas: uma máquina voadora, semelhante a uma asa-delta; e o início de sua carreira como pintor e inventor.

da_vincis_demonsAqui, o artista é retratado como um jovem muito ativo e atormentado pela sua genialidade, a ponto de ter sonhos e alucinações. Aliás, nesse ponto a narrativa se torna até mesmo um tanto quanto “sobrenatural”, com flashes estranhos e cenas perturbadoras.

Porém, ao mesmo tempo em que a série consegue prender o espectador pela sua dinâmica e ritmo frenéticos, por outro, sinto aquela superficialidade hollywoodiana se fazendo presente. Os diálogos, as cenas… Tudo contribui para que, além do mito, Da Vinci seja visto como uma espécie de galã, herói.

Da Vinci's Demons 2013Também achei a fotografia um tanto pesada, escura, o que dá aquela sensação do tempo arrastado, sabe? Sim, eu sei que era o final da Idade das Trevas mas, na minha singela opinião, acredito que isso adiciona um “quê” de pesado – ainda mais com a introdução de cenas não muito ortodoxas (cof, cof, se é que vocês me entendem).

A produção começou a ser veiculada no dia 12 de abril pela FOX e sua primeira temporada contará apenas com 8 episódios. Mas, antes que vocês desanimem, já anunciaram a sua renovação, ou seja: muitas águas ainda rolarão…

Ficou na dúvida? Assista! Quem sabe esse é o seu tipo de série?

P.S.: Babem na introdução! É incrível!!!

 

Sobre o autor

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#PsychoSéries: Game of Thrones

Boa noite galera! o/

Eu sei, eu sei… Demorei para falar sobre Game of Thrones, né?

Mas quer hora melhor para comentar sobre a série mais épica dos Sete Reinos, do que no retorno do programa à televisão?

Game of Thrones1

 

Se você se escondeu nas terras pra lá da Muralha durante os dois últimos anos e não faz a menor ideia do que se trata a série, cabe uma breve contextualização.

Game of Thrones2Baseada na série literária As Crônicas de Gelo e Fogo, do autor George R. R. Martin, a história se passa em Westeros, uma espécie de país gigante que engloba os Sete Reinos. Porém, muito antes de nós nascermos a narrativa de Martin ter início, Aegon, o Conquistador, acabou unindo esses reinos, transformando-os em apenas uma célula.

Brigas familiares aqui, rebeliões ali, cabeças cortadas acolá e regicídio na Fortaleza Vermelha à parte, mergulhamos na história durante o reinado de Robert Baratheon, conhecido por suas festanças, seu gosto pela bebida e pelas mulheres. Após ter o seu Mão do Rei (uma espécie de “vice-rei”), Jon Arryn, assassinado misteriosamente, o rei decide convidar o seu melhor amigo de infância, Ned Stark, para assumir o cargo. Só que o patriarca da família Stark e senhor de Winterfell acaba descobrindo que nem todos aqueles que cercam o amigo são confiáveis e começa a “cutucar algumas onças com vara curta”.

Enquanto isso, acompanhamos também a saga de Daenarys Targaryen, a última da família dos dragões (cada casa de Westeros possui um emblema e um lema diferente) e a herdeira “legítima” (?) do trono “usurpado” por Robert. A moça e seu irmão se encontram em Bravos, uma terra inóspita que fica do outro lado do Mar Estreito, povoada por pessoas estranhas e povos rústicos, como os dothraki.

Game of Thrones4Mas, é claro, essa é apenas a pontinha da pontinha do enorme iceberg construído magistralmente por Martin. Recheada de tramas políticas, jogos de poder e uma pitada de fantasia capaz de gelar os ossos, a história se desmembra em diversas narrativas paralelas que se cruzam nesse enorme emaranhado que cobre as páginas – e as telas – de Game of Thrones (traduzido como A Guerra dos Tronos aqui no Brasil).

Como fã incondicional dos livros, recomendo a todos a leitura! Apesar de a história ter sido muito bem adaptada para a televisão (nada como ter o autor como produtor da série!), as imagens nunca são suficientes para transmitir a tamanha complexidade da versão impressa.

Game of Thrones7

Mas, falando na série…

A primeira temporada chegou às telas em 2011, pela HBO e, logo de cara, conquistou não só os fãs de fantasia, mas os espectadores do mundo todo.

Entre os efeitos épicos e o enredo pra lá de instigante, o que mais chamou a atenção nessa season é a fidelidade ao texto original. Claro que, na adaptação do calhamaço de mais de 500 páginas para apenas 10 episódios, algumas cenas e detalhes acabaram ficando de fora, mas a sensação que temos é a de que os atores simplesmente “decoraram o livro” e encarnaram os personagens. E, mesmo que você não tenha lido a versão impressa, tenho certeza de que não conseguirá sair da frente da televisão antes do final “bafônico”!

Game of Thrones6

Já a segunda temporada… Sei que serei apedrejada por isso, mas acho que os roteiristas acabaram se afobando um pouco e cometendo algumas “escorregadas”. Mas, no que é mais importante, ou seja, na caracterização deste universo e na apresentação da história, eles continuaram a ser impecáveis. Sério, gente! Tem ambientação mais perfeita do que a dessa série???

E tudo isso nos leva à 3ª temporada! Depois de um loooongo ano, no dia 31 de março teve início a nova season. E já adianto: preparem os seus corações, porque vem “chumbo grosso” pela frente!

Game of Thrones5

Quem é fã da obra do Martin, já sabe: não dá para se apegar a nenhum personagem. Aliás, tenho uma teoria de que no momento em que você escolhe um favorito, ele entra para o corredor da morte. (Façam o teste!)

Vale lembrar que, na adaptação, o terceiro livro dará origem a duas temporadas (afinal, o “tijolão” tem quase mil páginas…!). A boa notícia (quer dizer, para quem tem TV acabo) é que a transmissão aqui no Brasil está sendo simultânea com os EUA.

Portanto, se você ainda não deu uma chance a essa série incrível (sim, puxo sardinha mesmo!!!)… O que está esperando???

Sobre o autor

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#PsychoSéries: Tru Calling

Boa noite galera! o/

Hoje eu venho comentar um pouquinho sobre uma série “das antiga” que foi grande responsável por esse meu vício seriemaníaco: Tru Calling!

Quem se lembra do famoso “help me”?

Tru Calling 1

 

A série começa quando a estudante de medicina Tru Davies (estrelada por Eliza Dushku) consegue um emprego em um necrotério para pagar a faculdade. Até aí, tudo bem…

Porém, ela acaba descobrindo (de uma forma bem repentina) que possui um certo “dom especial”: alguns dos mortos “retornam” à vida e pedem a ela por ajuda. A partir desse momento, a moça volta no tempo e revive aquele dia, com o objetivo de salvá-las ou cumprir algo que de outra forma elas deixariam em aberto.

Tru Calling 3Muito confuso? Juro que na série você entende rapidinho! Para os mais antigos, é parecido com aquele filme “O Feitiço do Tempo” (também carinhosamente batizado de “O Dia da Marmota”), quando o repórter revive um dia várias vezes.

A fórmula dos episódios segue a maioria das séries policiais: um caso por dia, com uma história em sequência no plano de fundo (mas que não impede que você assista episódios aleatórios quando tiver vontade). Mas cuidado: o “help me” assusta, gente! Tudo bem que eu era mais nova quando a série foi ao ar, lá em 2005, mas costumava dar uma volta pela casa só para não pular na cadeira com o morto levantando (#soudessas).

Tru (Eliza Dushku, L) tries to prevent a fatal accidentCá entre nós, apesar de um pouco repetitiva, a dinâmica da série era bem bacana. Os roteiristas conseguiam te deixar apreensivo e grudado na televisão a cada capítulo – o que já é bem mais do que metade das séries conseguem.

E, como se tudo isso não bastasse, adivinhem quem era o par romântico da protagonista??? Ele mesmo, minha gente: Matthew Bommer, o nosso galã “queridinho” de White Collar! Essa foi uma das primeiras participações dele na TV e já foi suficiente para roubar a cena! (#falomesmo)

Tru Calling 4A segunda season inseriu um elemento ainda mais intrigante: um outro personagem com o poder “contrário” ao da Tru. Ou seja, Jack Harper (Jason Priestley) era, digamos, “a morte”. A função dele era impedir que a mocinha conseguisse modificar o destilo daqueles que deveriam morrer.

Mas, como tudo que é bom acaba…

A segunda temporada acabou não engatando na audiência e acabou sendo cancelada com apenas 6 episódios – e pior: nem teve um desfecho satisfatório. (Só eu que odeio quando fazem isso? É uma total falta de respeito com os fãs da série)

Mas vale a lembrança! Como disse, essa série foi uma das culpadas por meu vício e ela sempre terá um espacinho especial na minha memória televisiva!

E vocês? Qual foi o seriado que te levou para “o lado negro viciado” da força?

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#PsychoSéries: Revenge

Boa noite galera!!! o/

Depois de um dilúvio e um apagão (!) eis que eu finalmente consigo escrever a vocês!!

Hoje vou falar um pouquinho sobre uma série que me fisgou logo de cara e me fez ficar horas grudada na televisão, até concluir de uma só vez toda a primeira temporada: Revenge!

Bora conhecer um pouco sobre o seriado mais vingativo da história da TV?

 

Revenge1

 

“Essa não é uma história sobre perdão”.

 

Revenge2Logo na primeira frase, Emily Thorne já dá o tom da história que se inicia. E gente, prepare-se! Sabe aquela tal de Nina? Então, digamos que perto da protagonista de Revenge ela é peixe muito pequeno…

Emily é na verdade Amanda Clarke, uma garotinha que viu sua vida desabar quando o pai foi acusado de ser o autor de um ataque terrorista e levado para a prisão – um crime, claro, que ele não cometeu.

Revenge6Anos depois, ao sair de uma instituição para menores infratores, ela descobre que ele foi assassinado na prisão e lhe deixou, além de uma herança bem recheada, uma espécie de “mapa de vingança”, que aponta os culpados pela sua incriminação e o papel de cada um em sua queda.

E a “mocinha”, claro, logo compra a briga e resolve derrubar, um a um, os responsáveis pela morte de seu pai.

Ufa! Enredo de novela, não é mesmo? Mas aqui já vale ressaltar que Revenge é muito melhor do que qualquer Avenida Brasil (nada contra ao folhetim, mas desde o enredo, até a produção da série da ABC são muito superiores). Vou explicar por quê!

Revenge4Primeiro de tudo: esqueça aquele papel de garota indefesa! Emily Thorne anda em cima da linha tênue entre vilã e mocinha. Apesar de acompanharmos o desenrolar dos fatos através do seu ponto de vista – foco ressaltado sempre no começo e no final dos episódios, através de uma narração em off em que ela discorre sobre o assunto principal que trilhará aquele capítulo – e, consequentemente, nos simpatizarmos com sua causa, também ficamos em “dúvida” quanto às suas tramas implacáveis.

E quando eu digo implacáveis, quero dizer implacáveis mesmo! Ela consegue cobrir toda e qualquer faceta do foco de sua vingança e literalmente destrói aquela pessoa – seja detonando-a frente à sociedade ou afundando sua empresa… E sempre de uma forma épica! Ponto para a atuação incrível da Emily VanCamp! (Podem esquecer a doce Amy de Everwood)!

Revenge5Aliás, vale destacar a engenhosidade das suas empreitadas! Elas são tão, mas tão bem boladas, que até te fazem questionar a probabilidade de tudo aquilo. Como eu disse, Emily é mestra!

Mas nem tudo se resume à vingança… O lado “mocinha” de Emily também conquista e nos vemos torcendo, assim como Nolan, para que ela deixe tudo de lado e resolva investir no que realmente interessa: a sua felicidade. (Ai nossos coraçõezinhos!!!)

Revenge3Agora, não poderia deixar de citar o personagem mais carismático da série: Nolan Ross, o milionário “carente”, que acaba se tornando o “parceiro no crime” de Emily. Interpretado pelo ótimo Gabriel Mann, ele quase consegue roubar a cena (ok, em alguns momentos ele rouba mesmo)! Victória Grayson também não fica atrás! Sabe aquela vilã que amamos odiar? Essa é das nossas!

Não quero entrar em muitos detalhes do enredo para não estragar aquela emoção que nos instiga a assistir episódio atrás de episódio. Legal mesmo é se surpreender com as reviravoltas homéricas do enredo!

Atualmente, Revenge está na sua segunda temporada – e com um bônus: a primeira season já está disponível no Netflix, então dá pra fazer maratona (foi o que eu fiz… =X)!

Tá esperando o que para mergulhar nessa vingança???

Sobre o autor

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#PsychoSéries: New Girl

Boa noite galera!!! o/

Tudo bem??

Hoje eu venho dividir com vocês uma série que me fisgou há pouco tempo – e que me levou a assistir vááários episódios na sequência (e a dar boas gargalhadas também): New Girl!

 

NewGirl2

 

NewGirl1“Who’s that girl… It’s Jess!”

A série tem início quando Jess, estrelada pela nova “queridinha de Hollywood” Zoey Deschanel, leva um fora de seu namorado de anos e precisa de um novo lugar para morar. Ela responde ao anúncio de uma vaga em um apartamento habitado por três rapazes que, depois de muito confabular, acabam aceitando a nova moradora – com suas esquisitices (e estrogênios!).

NewGirl3A partir daí, acompanhamos a dinâmica desse quarteto mais do que fantástico em situações um tanto quanto… bizarras: Jess, a menina ingênua e sonhadora, que gosta de cantar sobre tudo; Nick, um bartender que ainda está às voltas com o término de seu último relacionamento; Schmidt, que é praticamente uma alegoria. Sério, ele fica na linha tênue entre ‘cretino’ sem noção e um cara legal; e Winston, um ex-jogador de basquete que está atrás de um emprego.

Acredito que, mais do que tudo, o que mais conquista nessa série é justamente a dinâmica dos personagens. Eles têm personalidades tão fortes e opostas, que é no mínimo bem divertido ver como as suas diferenças e excentricidades se compõem. Sem falar no fato de que ninguém ali é normal! Todos têm suas esquisitices e paranoias e levam qualquer situação (por mais inusitada que ela seja) ao extremo!

NewGirl4Jess, ou melhor, Zoey, também é um caso à parte! Ela é doce, estranha e ingênua, sempre acreditando no melhor a respeito de todos – e, consequentemente, faz com que aqueles que a cercam se tornem de fato melhores! Fator que fez com que New Girl se tornasse uma das séries mais fofas no ar!

Como uma boa sitcom, os episódios do seriado seguem aquele formato: cada um apresenta um conflito ou situação específica, mas o desenvolvimento dos personagens continua no plano de fundo. Portanto, não há problema em ver um capítulo isolado (mas nós, seriemaníacos, sempre recomendamos que você assista na ordem, para pegar os detalhes! ;) ).

Está procurando por uma série fofa, divertida e gostosa de assistir? Bora apostar em New Girl, que não tem erro!!! Atualmente, o seriado está na segunda temporada e é transmitido aqui no Brasil pela FOX!

 

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#PsychoSeries – Downton Abbey

Bom dia pessoal!! o/

Como foram de Natal???

Quem contou com a ajuda do Papai Noel para rechear a estante??? Tem coisa melhor do que receber um monte de livros de presente? *-*

MAS não foi para falar sobre livros que eu passei por aqui hoje. E nem para destacar o novo layout LINDO DE MORRER feito pelo Walter para o Psychobooks… OPS! Falei! Mas né? Tá muito amor, gente!!! <3

Hoje eu venho para comentar um pouquinho sobre uma série que comecei a assistir há pouco tempo, mas que me conquistou logo de cara: Downton Abbey!

 

DowntonAbbey1

 

Já faz um tempinho que eu tinha ouvido falar no seriado da ITV– inclusive, estava com a primeira temporada “emprestada” de uma amiga há séculos, mas quem disse que eu encaixava os episódios no cronograma?

Resultado: enrolei, enrolei… Mas quando resolvi dar o play (finalmente!!) acabei sendo completamente fisgada!

Como ainda estou no começo da trama, só posso falar com base na primeira temporada (que assisti em uma tacada só). Portanto, se eu elogiar um personagem e ele acabar virando a casaca e se tornar a criatura mais insuportável do mundo nos próximos episódios não joguem pedras!!! ;D

DowntonAbbey5“Downton Abbey” tem início em uma data bem marcante: dia 14 de abril de 1912 – também conhecido como o dia em que o Jack abandonou a Rose do naufrágio do Titanic. O acontecimento cai como uma bomba na propriedade da família Crawley, uma vez que o herdeiro de suas terras é dado como morto na tragédia.

Aqui vale a contextualização de um fato importantíssimo para essa história: quem gosta/se lembra das aulas de História (ou já leu a obra da Jane Austen <3) sabe que antigamente quem herdava as terras na Inglaterra eram sempre os homens da família. Se, por acaso, o dono da propriedade só tivesse filhas mulheres, todo o patrimônio era destinado a um outro parente – sempre do sexo masculino (Pois é!).

DowntonAbbey6Logo, já viram, né? A situação dos Crawley é justamente essa! O Conde de Grantham só possui três filhas e seu sobrinho herdeiro morreu. O próximo na linha da herança é Matthew Crawley, um parente distante do senhor da Dowton Abbey e advogado de posição social considerada um tanto “inferior”. Esse fato gera um certo desconforto na família, principalmente para Mary, a filha mais velha, que ainda não desistiu de conseguir pelo menos uma parte da herança.

E é a partir de então que se dá o desenrolar da primeira temporada… Mas não para por aí! Afinal, até agora só falei da parte “de cima” da mansão! Uma das grandes diferenças da série em relação às outras criações é justamente a forma com que ela explora o cotidiano dos empregados. Se na área “superior” da propriedade temos conflitos sociais e questões de cunho financeiro (e rico!), nos cômodos inferiores temos a disputa interna dos funcionários – picuinhas pessoais, um tentando superar o outro e “puxões de tapete”…! Ou seja, na forma, as duas classes podem até serem diferentes… Mas é como se “por dentro” tudo fosse a mesma coisa!

DowntonAbbey2O que mais me surpreendeu em “Downton Abbey” foi justamente essa dualidade de narrativas em conflito: as maquinações e movimentações dos senhores vs. as tramoias e manipulações dos empregados. Isso faz com que a série se destaque das demais produções – geralmente focadas apenas naqueles que, teoricamente, movimentam a vida social da região, ou seja, nos “senhores”. Uma grata surpresa , que enriquece bastante a história! (Se vocês repararem, o próprio “logo” da série apresenta essa duplicidade. A divisão está ali o tempo todo!)

DowntonAbbey4Dentre as produções britânicas a série é uma das de maior audiência e até entrou para o Guiness Book como “o programa de televisão em língua inglesa mais aclamado pela crítica” (sério!). “Downton Abbey” também conquistou diversos Emmys em 2011, dentre eles, Melhor minissérie ou filme para TV; Melhor roteiro de minissérie, filme ou especial dramático de TV; Melhor direção de minissérie, filme ou especial dramático (Brian Percival); e Melhor atriz coadjuvante em minissérie, série ou filme de TV (Maggie Smith – que dá um show como a viúva Condessa de Grantham!), além de receber o Globo de Ouro de Melhor minissérie ou filme para TV em 2012. Ufa!!! Haja prêmio – e, cá entre nós, merecidos!

Atualmente, o seriado conta com três temporadas concluídas, sendo que a quarta já está em produção. E gente, tipo assim… A segunda temporada se passa em meio à Primeira Guerra Mundial! Precisa de mais incentivo? O que você está esperando para assistir????

 

Sobre o autor

Sabrina Inserra, paulistana, geminiana, curiosa e irrequieta. Prefere a cidade ao campo, mas o campo à praia. Gosta de música, tecnologia, livros e cappuccino. Na sua bolsa nunca faltam o iPod, o celular e, é claro, a leitura do momento. Quer fazê-la feliz? Dê um cartão ilimitado para ser gasto em uma livraria.

PsychoSeries – OUaT

Boa tarde, gentes!

Ain, que emoção! Hoje vou invadir o espaço da Sabrina Inserra (a convite dela) para falar de uma das minhas séries favoritas da atualidade =D

Acontece que eu só assisto a essa série por causa da insistência da Bianca Briones, então, por conta disso, teremos o primeiro PsychoSeries Duplo! Eeeeee <3

Alba - vermelho

Bianca - azul

E cês tudo deem parabéns pra Bi porque hoje é aniversário dela <3

Once Upon a Time

Once Upon a Time

Edward Kitsis e Adam Horowitz

Editora: Sony =D
Páginas: 22 episódios
ISBN: 0
Publicação: 2012
Compre:

Sinopse:

A série se passa na cidade fictícia litorânea de Storybrooke, Maine, em que os moradores são, na verdade, personagens de contos de fadas que foram transportados para o "mundo real" através de uma maldição poderosa. A única esperança reside em Emma Swan (Jennifer Morrison), que foi transportada do mundo de conto de fadas antes que ela pudesse ser amaldiçoada. Como tal, ela é a única pessoa que pode quebrar a maldição e restaurar as memórias dos personagens perdidos, auxiliada por seu filho, Henry, que tem um livro de contos de fadas que detém a chave para acabar com a maldição.

Cada episódio centra-se em uma história por trás de um personagem. Um segmento de detalhes da sua vida no mundo de conto de fadas que, quando revelados, acrescenta uma peça ao quebra-cabeça sobre os personagens e sua conexão com os eventos que precederam a maldição e suas conseqüências. O outro (segmento), no dia de hoje, segue um padrão semelhante, com um resultado diferente, mas também oferece uma visão semelhante.

(Fonte: Wikipedia)

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Sobre o autor

Alba Milena, casada, 35 anos, é mãe do menino mais lindo do mundo: o Lucas. Supereclética nas suas escolhas de leitura, nutre um ódio profundo e inexplicado por Danielle Steel. Também pode ser encontrada no @AlbaMilena.

#PsychoSeries: Gossip Girl

Boa noite galera! o/

 

Eu sei, eu sei… De duas uma: ou você vibrou ao ler o título desse post, ou torceu o nariz e já está com o mouse em cima do botão “fechar”. É esse o sentimento que essa série causa em muito seriemaníacos… e que causou em mim.

Quer ficar por trás dos detalhes sórdidos de Gossip Girl? Chega mais!

 

Confesso que antes de começar a assistir à série da CW também fazia pouco caso e até achava o enredo um pouco “fútil” (e é mesmo. Mas televisão não é entretenimento?).  Porém, foi só começar a ver os primeiros episódios e… acabei sendo consumida pela história de Serena, Blair, Chuck, Dan, Nate e Jenny.

Mas, antes de falar sobre a série televisiva, vale ressaltar que ela surgiu como uma adaptação da obra literária da autora americana  Cecily von Ziegesar – e que conta com 12 (!!!) livros… tirando os spin-offs!

Ao longo dos seus episódios (e páginas), acompanhamos o dia a dia das meninas e meninos do Upper East Side (um dos lugares mais elitizados de Nova York), regado a muito luxo, glamour, dólares e, é claro fofoca (afinal, está até no nome!). E que fofocas! Antes elas fossem só boatos, mas a verdade é que a vida dos estudantes da Constance Billard School é bem movimentada e cheia de intrigas! Ou seja, tudo o que a gente adora!

A primeira delas (e que dá início à série) é o motivo misterioso que teria levado a popular Serena van der Woodsen a brigar com a sua melhor amiga e se mudar para um colégio interno do Connecticut – e que acaba vindo à tona quando ela volta para visitar sua família. Mas Blair, ou melhor, a “Queen B” não vai deixar esse retorno se dar tão pacificamente…

Aliás, aí está, senhoras e senhores, o motivo que leva 10 entre 10 viciados em séries a assistir Gossip Girl: Brair Waldorf – e sua química incrível com o igualmente incrível Chuck Bass. As armações dela, aliadas ao estilo “I’m Chuck Bass” dele de ser, fazem com que fiquemos grudados na cadeira, adiando querendo adiar o episódio até a sua próxima cena!

Não que a dupla de “bons moços” Serena e Dan não nos conquiste… Pelo contrário! No início da série achava bem fofa a ideia de “menino pobre e inteligente se apaixona por moça rica” – sem falar que Dan é um verdadeiro amante dos livros e sonha em ser um escritor (qualquer semelhança…)! Mas, com o passar dos capítulos, eles acabam se tornando coadjuvantes perto do estilo, da ironia e do sarcasmo presente no primeiro casal.

Na primeira temporada acompanhamos justamente esse mote: o relacionamento conturbado de Dan e Serena, a tensão sexual entre Blair e Chuck e a necessidade que Jenny, a irmã de Dan, tem de se inserir na elite da escola – a qualquer custo. Mas, com o avançar das sesons, esses temas vão indo, voltando, mudando, se aprofundando…

Atualmente, a série está na sua sexta (e última) temporada e a produção da série já avisou! Nesse final conheceremos finalmente a identidade da Gossip Girl, a entidade por trás dos e-mails, SMS e posts que espalham todos os detalhes sórdidos dos jovens do Upper East Side! Quem será? Alguém arrisca?

O seriado já acumula uma legião fiel de fãs… Será que você será algum deles? Vale a pena dar uma chance! ;)

xoxo,

Gossip Girl

Sobre o autor

Sabrina Inserra, paulistana, geminiana, curiosa e irrequieta. Prefere a cidade ao campo, mas o campo à praia. Gosta de música, tecnologia, livros e cappuccino. Na sua bolsa nunca faltam o iPod, o celular e, é claro, a leitura do momento. Quer fazê-la feliz? Dê um cartão ilimitado para ser gasto em uma livraria.