Resenha Tripla: Impressões
Oi, gentes!
Hoje vamos falar de um livro nacional que tivemos o PRAZER de ler antes do lançamento. A duologia "Sonhos de Avalon" da autora (e amiga) Bianca Briones já está pronta, esperando apenas uma editora pra ser lançada! Bora lá saber o que a gente achou do primeiro livro?
Duologia "Sonhos de Avalon"
Impressões - Ainda sem data de lançamento
Vivências - Ainda sem data de lançamento
A capa do livro é provisória e foi presente da Ren Deville para a Bianca Briones. <3
Alba - vermelho
Mari - lilás
Sabrina - laranja
Impressões
Bianca Briones
Páginas: 650
ISBN: 0
Publicação: Ainda sem data definida
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[Hotsite] [Leia um trecho]
Sinopse:
Quem nunca sonhou em viver na Idade Média com Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda? Quantas versões já foram abordadas? E se todas elas fossem uma tentativa de Merlin para salvar Arthur e a Britânia? Neste livro, você descobrirá que heróis lendários são reais e conhecerá o projeto ambicioso de um dos feiticeiros mais poderosos de todos os tempos para reescrever a história de seu rei. 'Sonhos de Avalon' conta a jornada de Melissa, uma garota dos tempos modernos, predestinada a voltar à Idade Média para se casar com Arthur e salvar a Britânia, porém quando sentimentos são envolvidos os resultados podem ser imprevisíveis.
Resenha Tripla: The Edge of Never
Olá, pessoal!
Hoje vamos nos juntar para comentar um pouco sobre a leitura de The Edge of Never. Tudo começou com a indicação da Guta do Murphy's Library e nós só temos a agradecer a dica maravilhosa!
Alba - vermelho
Mari - lilás
Bianca - azul
The Edge of Never
J.A. Redmerski
Páginas: 425
ISBN: 1480095532
Publicação: Novembro 2012
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Sinopse:
Twenty-year-old Camryn Bennett had always been one to think out-of-the-box, who knew she wanted something more in life than following the same repetitive patterns and growing old with the same repetitive life story. And she thought that her life was going in the right direction until everything fell apart.
Determined not to dwell on the negative and push forward, Camryn is set to move in with her best friend and plans to start a new job. But after an unexpected night at the hottest club in downtown Raleigh, North Carolina, she makes the ultimate decision to leave the only life she's ever known, far behind.
With a purse, a cell phone and a small bag with a few necessities, Camryn, with absolutely no direction or purpose boards a Greyhound bus alone and sets out to find herself. What she finds is a guy named Andrew Parrish, someone not so very different from her and who harbors his own dark secrets. But Camryn swore never to let down her walls again. And she vowed never to fall in love.
But with Andrew, Camryn finds herself doing a lot of things she never thought she'd do. He shows her what it's really like to live out-of-the-box and to give in to her deepest, darkest desires. On their sporadic road-trip he becomes the center of her exciting and daring new life, pulling love and lust and emotion out of her in ways she never imagined possible. But will Andrew's dark secret push them inseparably together, or tear them completely apart?
Resenha Tripla: Estudos Sobre Magia
Oie, Gente!!! \o/
A resenha de hoje dá continuidade ao post de Estudos Sobre Veneno, MAS FIQUEM LIGADOS, essa resenha PODE TER SPOILERS MODERADOS SOBRE O PRIMEIRO LIVRO!
Mari – lilás
Tata – verde
Alba – vermelho

Estudos Sobre Magia
Maria V. Snyder
Tradutor: Maurício Araripe
Editora: Harlequin Books
Páginas: 416
ISBN: 9788539800803
Publicação: 2011
Preço de Catálogo: R$39,90
Compre:

Sinopse:
Uma lição sobre lealdade. Traição em família, um poderoso assassino serial à solta e a iminência de uma crise diplomática ameaçam a vida de Yelena. Os conflitos em Ixia a obrigam a voltar para Sitia, onde nasceu. Porém, o reencontro com seu clã, do qual estava separada desde que fora sequestrada por Mogkan aos 6 anos de idade, torna-se insípido devido às acusações, por parte de seu irmão, de que ela seria uma espiã. Ao ser levada para a Cidadela, local em que os magos passam Ensinamentos místicos, Yelena começa a desenvolver sua magia. Logo descobre que seus poderes são maiores do que imaginava, talvez raros. Seria ela uma Descobridora de Almas? Mas tudo se complica ainda mais com a chegada de representantes de Ixia em missão diplomática. E Valek, espião, assassino e amante de Yelena, arrisca sua vida ao integrar a delegação envolto em mais um de seus disfarces.
Comentários
Maria V. Snyder sempre desenvolve duas histórias em um único livro, com começo meio e fim. No primeiro, as histórias, que se interligavam, eram sobre Yelena no cargo de provadora de comida e sobre a as tramoias de Brazel. No segundo, Yelena está se redescobrindo como pessoa e desenvolvendo seus talentos como feiticeira e acaba se evolvendo na busca de um feiticeiro que tem sequestrado e matado jovens por toda fronteira. Depois de 14 anos em Ixia, a protagonista retorna a Sítia para finalmente reencontrar sua família, o clã Zaltana, mas ao chegar lá, além de descobrir que tem um irmão, Leif, não é bem recepcionada por ele.
Em estudos sobre veneno, ficou claro que a personagem principal era alguém impulsiva e sinônimo de problemas e, agora em Sítia a situação não é diferente. Mesmo cercada de pessoas que a querem bem, ela tem dificuldades em confiar nelas está sempre se arriscando e fazendo o que quer. Mesmo não sendo mais uma provadora de comida e ser literamente livre, ela tem sempre que ser cuidadosa em sua retaguarda, pois não é bem-vinda.
Sinceramente não vi grandes mudanças da personagem entre o primeiro e segundo livro, e acho que a grande questão que ainda continua sendo muito trabalhada no enredo é a sua dificuldade em confiar nas pessoas. Mesmo Yelena sendo a personagem principal, ela não é o grande foco nessa história. Personagens secundários passam a ter mais destaque nesse livro.
Vou discordar da Tata… Em minha opinião houve uma grande mudança em Yelena. A protagonista está mais solta, mais confiante, apesar de continuar meio cabeça dura em algumas situações. A história é sobre ela, mas o plano de fundo toma conta do enredo. A narrativa segue em primeira pessoa, e todas as decisões de Yelena são devidamente pautadas e estudadas – apesar de algumas serem tomadas de forma precipitada.
Irys, mentora e guia de Yelena, é bem destacada. Em estudos sobre magia descobrimos um pouco mais sobre suas funções como quarta feiticeira e suas especialidades no que se refere à magia. Valek, ao contrário do primeiro livro, não tem uma participação tão grande como no primeiro enredo, apesar de estar sempre presente nos pensamentos de Yelena. Leif, irmão de Yelena, é uma pessoa que aparentemente carrega muitos fantasmas do passado e tem sérios problemas em confiar em sua própria irmã.
Não posso deixar de falar um pouco sobre Cahill. Sobrinho do rei que foi morto na tomada de poder pelo Comandante Ambrose, acredita que voltará a governar Ixia porque é seu direito. No começo do livro, tenta sequestrar Yelena e se aproveitar da situação, tentando arrancar informações úteis para seu grande plano, mas sabemos que não é tão fácil domar Yelena. Cahill muda muito ao longo do livro e acredito que terá grande importância no próximo da série. Opal merece ser mencionada, aparece pouco, mas tem grande importância na trama e acabou ganhando uma trilogia (Glass) só para ela.
Senti muita falta de Valek. Os personagens de Sítia não me conquistaram por completo, não tive grande conexão com eles; não por não serem marcantes ou bem-construídos, mas achei bem difícil esquecer os personagens de Ixia.
Mais uma vez autora se superou em manter o leitor vidrado na narrativa, imaginando mil e uma possibilidades e no final das contas descobrirmos que não era nada daquilo imaginado.
Narrado em primeira pessoa, sob o ponto de vista de Yelena, a leitura é rápida, com cenas de ação no momento certo para manter o ritmo e reviravoltar de tirar o fôlego. Com personagens bem-construídos e cativantes, todos têm seu papel definido na trama, mesmo aqueles que tinham sido deixados para trás em Ixia.
Ah! Eu falei do serial killer? É. Serial Killer. Dos Bons. Então, além de toda magia, romance, ação, suspense, política, venenos, ainda tem serial killer. Só a Snyder mesmo para fazer essa combinação dar certo!
O enredo é realmente de tirar o fôlego! Se você terminou “Estudos sobre veneno” achando que Maria Snyder daria uma folga para nossa protagonista, enganou-se. Há, durante toda a leitura, uma montanha russa de acontecimentos. A cada página ela nos mostra novas possibilidades e acrescenta um novo suspense. A forma como lida com a política do mundo que criou é superinteressante e intrigante. Não sou muito fã de joguetes políticos, mas a autora os monta como ninguém!
Uma das coisas que realmente precisa ser melhorada é a revisão. Algumas frases devido a um erro ortográfico, falta de uma vírgula ou acréscimo desnecessário de uma letra exigiam uma segunda ou terceira lida para entendimento, mas em se tratando da qualidade da história em si, o livro é maravilhoso.
Mais uma vez a editora não teve muito esmero na revisão do livro, que, por ser tão mal-feita, chega a tirar um pouco da magia do enredo.
- Eu planejava mesmo encontrá-la – ela disse – É muita gentileza sua ter me poupado o trabalho.
- Eu sou assim mesmo. Sempre pensando nos outros.
Página 400
Dei três passos à frente e mergulhei nos braços dele, onde era o meu lugar. Aqui não havia confusão. Não havia preocupações. Não havia problemas. (…)
Página 281
- Viver é um risco. Cada decisão, cada interação, cada passo, cada vez que que sai da cama de manhã, está correndo risco. Sobreviver é saber que está correndo tal risco e não sair da cama se agarrando a ilusões de segurança.
Página 242

Alba

Mari

Tata
Playlist
- Foo Fighters – Learn to Fly
ATENÇÃO: Serão sorteados dois kits com marcadores, livretos e calendário harlequin entre os comentaristas \o/
RESULTADO DO SORTEIO:
Resenha Tripla – Estudos Sobre Veneno
Oie, Galera!!!
Bom galera, hoje nossa resenha tripla é do primeiro livro da série “As Lendas de Yelena Zaltana”. Lá fora, já foram publicados 3 livros, sendo eles:
Poison Study – Publicado em 2005
Magic Study – Publicado em 2006
Fire Study – Publicado em 2008
Aqui no Brasil, até o momento já são 2 livros publicados pela editora Harlequin:
Estudos sobre Veneno – Publicado em 2011
Estudos sobre Magia – Publicado em 2011
Bora descobrir o que nós 3 achamos do primeiro livro?!?! \o/
Alba – vermelho
Mari – lilás
Tata – verde

Estudos Sobre Veneno
Maria V. Snyder
Tradutor: Maurício Araripe
Editora: Harlequin Books
Páginas: 416
ISBN: 9788539800759
Publicação: 2011
Preço de Catálogo: R$39,90
Compre:

Sinopse:
Prestes a ser enforcada, Yelena é agraciada com uma prorrogação extraordinária para sua pena. Ela aceita se tornar provadora de comida e morrer no lugar do Comandante de Ixia. Mas Valek, o chefe da segurança, não deixa brecha para fuga e a envenena com Pó de Borboleta. Somente se apresentando diariamente para ele, Yelena poderá tomar o antídoto. Enquanto tenta encontrar um meio de escapar, rebeldes planejam sitiar Ixia, e Yelena desenvolve poderes mágicos. Sua vida é ameaçada e ela precisa escolher de novo…
Comentários
Yelena foi condenada à forca pelo assassinato de Reyad, filho do coronel Brazel. Prestes a ser executada a sentença, ela tem uma escolha: morrer na forca ou se tornar a nova provadora de comida do General Ambrose. Yelena aceita o novo cargo, afinal é uma oportunidade de tentar se manter viva. Mas a tarefa não será fácil, pois além de possíveis tentativas de envenenarem a comida do general, ela ainda tem que comparecer todas as manhãs ao escritórios de Valek, chefe da segurança pessoal do general, para tomar uma pequena dose de um antídoto, pois para garantirem que ela não tentaria fugir, foi envenenada com o Pó de Borboleta.
Falar de Maria V. Snyder e de sua escrita chega a ser covardia. Já tinha ouvido falar muito de suas obras, mas nunca imaginei que a narrativa tivesse a fluência tão boa e que eu me apaixonaria tão perdidamente por todos os personagens. Yelena Zaltana é dessas protagonistas que, mesmo quando tudo parece estar perdido ela não se deixa abater. Sempre procura uma saída, sempre luta contra o sistema.
A Livia do blog Wishing a Book, sempre me recomendou essa série, mas eu nunca tinha tido a oportunidade de comprá-la até que em um passeio pela livraria eu vi o lançamento em português, mal acreditei! Comprei e não me arrependi!
Quando a Alba falou que o livro era MARAVILHOSO, achei que ela estava exagerando, mas ela não estava. Simplesmente devorei o livro e tive uma depressão pós-leitura.
Yelena é uma personagem determinada a se manter viva e extremamente aplicada a aprender sobre os venenos, mas os fantasmas de seu passado e dos abusos sofridos por ela nas mão de Brazel a atormentam constantemente. O passado dela é um grande mistérios no início. Sabemos que ela sofreu abusos, mas não sabemos de que tipo e em qual grau. Seu passado é revelado em pequenas doses ao longo da história.
A personagem principal, Yelena é fantástica! Uma das poucas personagens femininas do mundo literário que são realmente independentes. Forte, determinada e escaldada por causa do seu passado, não entra em um local fechado antes de analisar quais são suas possibilidades de fuga.
Valek (pegaeu) é uma incógnita na história. Ele é imprevisível e impossível de ser interpretado. Às vezes ele parece alguém tão humano, tão acessível e no momento seguinte ele se torna fechado, obscuro.
A construção dos personagens é maravilhosa. Valek é o oposto de Yelena. Arraigado à sua fidelidade ao General Ambrose, é capaz de tudo para protegê-lo. Suas facetas vão sendo descobertas aos poucos e ficamos numa montanha russa de emoções conforme ele vai se mostrando à Yelena.
Impossível não destacar dois personagens secundários: Janco e Ari. Esses dois soldados, trazem um humor único a leitura, duas pessoas completamente opostas, mas que se completam como irmãos. Ao longo do livro, eles se afeiçoam a Yelena e se tornam amigos e protetores dela.
A hirerarquia de Ixia, local onde se passa a história, lembrou a estruturação da Idade Média, com comandantes, soldados e o General do “estado”. Apesar de um sistema “militar”, o General Ambrose é rígido, mas justo. E o que eu mais gostei, não há a diferenciação entre homens e mulheres. Em seu governo, os cargos podem ser preenchidos tanto por homens, quanto por mulheres.
A história do livro, apesar de ser uma série, tem início meio e fim. Nada é deixado para trás, toda a trama principal tem desdobramento, claro, com algumas atitudes e novas possibilidades abertas para a continuação do enredo no próximo livro. Essa é a beleza da escrita de Maria V. Snyder: ela consegue nos deixar satisfeitos com o final do enredo e, mesmo assim, ansiosos pela sua continuação!
O livro é narrado em primeira pessoa, sob o ponto de vista da Yelena, por isso, logo no início do livro ela conquista o leitor. A construção de personagens é impecável, tanto os principais quanto os secundários têm seu papel bem determinado dentro da trama. E o que falar do enredo? Ele é tão diferente e bem construído, o ambiente, a política, a magia, hierarquias e tudo isso é apresentado sem deixar o leitor entediado. Romance, ação, reviralvoltas e muito suspense, faz com que o leitor não queira largar o livro enquanto não chegar ao final.
P.S. Durante toda a leitura um fator me incomodou MUITO. O livro está repleto de erros de tradução, ortográficos, de digitação e de concordância. A diagramação é ruim, com pouca margem na página e com letras muito pequenas. Acredito que poderia ter sido feito um trabalho mais cuidadoso. Espero que as próximas edições tenham essas falhas corrigidas. Gostaria de deixar claro que a minha classificação para a obra (5 estrelas) é devido à trama. Se fosse tirar estrelas pelos erros encontrados, o livro não chegaria a 3 estrelas.
(Faço das palavras da Alba, as minhas. Quem tiver interesse na série, leia pelo enredo e narrativa da autora, se puder, o faça em inglês)
Valek era líquido em movimento. Enquanto o observava, outra palavra me veio à cabeça: lindo. Seus movimentos tinham a velocidade e a cadência de uma apresentação de dança complexa. Em comparação, seu adversário lembrava um potro recém-nascido, balançando e sacudindo os braços e pernas, como se aquela fosse a primeira vez que ficasse de pé.. Os ataques precisos e bloqueios graciosos de Valek desarmaram seu adversário em pouco tempo.
Página 201
Os primeiros meses das experiências de Brazell apenas testaram meus reflexos. Com que velocidade eu era capaz de me desviar de uma bola ou me esquivar de um golpe de vara, bem inofensivo, até a bola se transformar em uma faca e a vara em uma espada.
Página 63
Eu podia admirar-lhe as habilidades e ficar aliviada que ele estivesse do meu lado em uma briga. Porém, uma ratazana gostando do gato? Tal cenário só terminava de um jeito. Com uma ratazana morta.
Página 109
![5 Estrelas [CLASSIFICAÇÃO 1]](http://www.psychobooks.com.br/wp-content/themes/brightpage/images/5 Estrelas.png)
Alba

Mari

Tata
Playlist
Art of Dying – Die Trying
Three Days Grace – Let You Down
Resenha tripla | Sorteio: Se você me visse agora
Boa noite, gentes!
Hoje vamos falar do livro da Cecelia Ahern, publicado aqui no Brasil pela Editora Rocco. “Se você me visse agora” é um romance com toque de fantasia. Hoje teremos três opiniões diferentes sobre a obra, minha (Alba) da Mari e da Cibele do blog “Eu leio, eu conto“. Bora lá saber o que a gente achou?
Alba – vermelho
Mari – lilás
Cibele – azul

Se você me visse agora
Cecelia Ahern
Tradutor: Angela Pessôa
Editora: Editora Rocco
Páginas: 304
ISBN: 9788532523228
Publicação: 2011
Preço de Catálogo: 39,50
Compre:

Sinopse:
Elizabeth Egan não tem tempo para amigos e muito menos para a imaginação fértil do sobrinho Luke. O menino de seis anos acaba de conhecer Ivan, um amigo imaginário. Ao notar que Elizabeth às vezes pode ouvi-lo e sentir que está por perto, Ivan resolve conhecê-la melhor e, a partir daí, começa a aparecer frequentemente em sua vida, levando-a a sair de seu ritmo normal e retilíneo. Autora de P.S. Eu te amo, que foi adaptado para o cinema, Cecelia Ahern constrói, mais uma vez, uma trama cheia de momentos surpreendentes.
Comentários
Prepare seu medidor de glicose: esse livro contém alto teor de açúcar.
Prepare seu medidor de glicose E sua imaginação.
Sabe aqueles dias em que você precisa ler algo pra te alegrar, te tirar da fossa, dar um up nas suas expectativas e fazer com que você enxergue tudo sob uma nova perspectiva. Então, “Se você me visse agora” é o livro que deve ser escolhido!
Eu não me senti muito animada com o livro, me senti meio triste na verdade. Pode ser uma história de amor, ok, mas ela está namorando o amigo invisível de outra pessoa. Ela é uma pessoa boa, merecia namorar pelo menos um amigo imaginário que tivesse sido inventado pela mente dela.
Cecelia criou um romance com toque de fantasia. Elizabeth tem 34 anos, sempre levou sua vida pautada no real. Sempre muito responsável, largou tudo para cuidar de seu sobrinho Luke, filho de sua irmã Saoirse, que é irresponsável e está constantemente bêbada e aprontando com ela.
Gostaria que essa relação familiar tivesse sido um pouco mais explorada. Não queria que roubasse a cena, porque o foco é outro, mas queria saber um pouco além do que Cecelia nos permitiu saber.
Até que chega Ivan. Ivan trabalha com crianças, sua responsabilidade é fazer com que elas superem algo, dando apoio, brincando e ouvindo-as durante um período difícil. Ivan é um amigo imaginário.
Felizmente a narrativa conseguiu me fazer sentir como se ele fosse uma pessoa de verdade que só é vista por crianças e não exatamente imaginário (mas ainda é estranho).
É preciso ter muita coragem para misturar ingredientes tão infantis em um romance adulto. Como criar um romance em que o mocinho não é visto por ninguém? Cecelia consegue e humaniza sua protagonista durante o processo.
Exatamente por causa dessa mistura de ingredientes, que a Alba comentou que gosto dos livros da Cecelia. Não é novidade que não gosto muito dos livros de chick-lit, mas os que a Cecelia escreve, tem sempre alguma coisa a mais para diferenciar dos outros livros desse gênero.
Nessa temática de “amo alguém invisível” foi interessante variar do clássico “fantasma” para o esquecido “amigo imaginário”. Nunca li nada do tipo e foi sem dúvida uma novidade interessante. A protagonista conseguir evoluir com essa “convivência” foi uma das coisas mais atraentes no livro.
A narrativa é em terceira pessoa,(OBS: Sua linda, as partes do Ivan são em primeira pessoa) ora acompanhando a visão de Ivan, ora a de Elizabeth. Durante a narrativa de Elizabeth ela volta ao passado, o que nos dá uma visão completa de tudo o que ela passou e o porquê de ser tão metódica. Luke tem muita participação no início do enredo, mas quando Elizabeth se torna o foco de Ivan, ele perde espaço. Achei que a autora poderia ter dado mais ênfase à relação da tia e do sobrinho.
A construção dos personagens é fantástica, principalmente a Elizabeth, você consegue compreender o motivo de todo seu afastamento das pessoas e porquê ela gosta de estar no controle da situação, mesmo que seja apenas para dizer quem entra ou não na sua casa. A evolução da personagem é crível, aos poucos ela vai se entregando, mas não muda da água para o vinho num estalar de dedos. Ivan conquista qualquer um, sempre pronto para agradar as pessoas e ajudar, rende cenas lindas!
Pontos positivos: O livro é leve, a leitura flui superbem e o toque de magia incorporado no enredo é de fazer suspirar.
Concordo com tudo. Mas (não me julgue nem pergunte em que mundo vivo) consigo sentir mais “realidade” em um livro de fantasma que em um de amigo imaginário. Talvez seja porque já estou acostumada.
Pontos negativos: Por vezes me vi ansiosa para pular algumas partes, de tanto que Elizabeth divagava. A lição de moral por trás da história também fica evidente demais.
-Você tem razão, eu não tenho bom-senso. Não quero acreditar no que todo mundo acredita. Tenho ideias próprias, coisas que não me ensinaram e que não li nos livros. Aprendo a partir da experiência… você, você tem medo de experimentar qualquer coisa e por isso sempre vai ter o seu bom-senso e só o seu bom-senso.
Página 163
Elizabeth ouviu um estalido e a linha ficou muda. Alô e adeus não eram a especialidade de seu pai; ele continuava a achar que telefones celulares eram uma espécie de tecnolologia alienígena futurística, projetada para confundir a raça humana.
Página 37
… mas, por mais que tentasse, não conseguia evitar que seu coração se acelerasse quando a pele dela roçava a sua; não conseguia impedir-se de procurá-lo quando achava que ele talvez estivesse por perto. Não conseguia impedi-lo de invadir seus pensamentos. Ele se aconchegava em seus braços mesmo quando eles não estavam abertos; aparecia em sua casa sem ser convidado e ainda assim ela não conseguia deixar de abrir a porta uma vez após a outra. Era atraída por sua presença e pelo modo como a fazia sentir-se, por seus silêncios e por suas palavras. Ela estava se apaixonando por ele.
Página 168

Alba

Mari

Cibele
Playlist
- Roxette – Listen to your heart
- Eagle Eyed Cherry – Save Tonight
- Chocolate – Snow Patrol
REGRAS DO SORTEIO
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Resenha Tripla: Trilogia Millennium
Boa noite, gentes!!
Hoje vamos falar da trilogia Millennium, do autor sueco Stieg Larsson. Estamos perto da estreia da versão Hollywodiana do livro, então acreditamos que seria interessante contar para vocês um pouco desse triller de tirar o fôlego. Esqueça todas as obras policiais que você leu até agora. Esqueça todos os personagens cativantes. Conheça Lisbeth e sua história e se apaixone. Sejam bem-vindos ao enredo que vai mudar seu modo de encarar a literatura internacional.
Alba – Vermelho
Mari - Lilás
Tata – Verde – FALANDO SÓ DO PRIMEIRO LIVRO =)

Trilogia Millennium
Stieg Larsson
Tradutor: Paulo Neves e Dorothée de Bruchard
Editora: Cia das Letras
Páginas: 528, 608, 688
ISBN: 9788535920024 
Publicação: 2005/06/07
Preço de Catálogo: 42,00 a 45,00
Compre:

Sinopse:
No primeiro volume da série, ‘Os Homens que não Amavam as Mulheres’ Henrik Vanger está certo de que sua sobrinha Harriet, que está desaparecida, foi assassinada por um dos membros da família. Mikael Blomqvist e Lisbeth Salander investigam o caso, mas o que eles não sabem é até onde a Familía Vanger está disposta a ir para se proteger. Em ‘A Menina que Brincava com Fogo’, segundo volume da trilogia, um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres são mortos brutalmente, e na arma usada no crime foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth Salander, que desaparece. Mikael Blomqvist, editor chefe da revista Millennium, sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo, mas sabe também que mesmo garotas talentosas como ela podem encontrar inimigos muito mais formidáveis. No último volume da trilogia, ‘A Rainha do Castelo de Ar’ Lisbeth está planejando sua vingança contra o homem que tentou matá-la e contra as instituições governamentais que quase acabaram com sua vida. Acusada de homicídio, ela conta a ajuda de Mikael para não apenas provar sua inocência como também identificar e denunciar os políticos corruptos por trás de tudo isso.
Comentários
Vocês devem ter percebido que um burburinho sobre a obra se Stieg Larsson está se formando. Em 2006, quando tive o primeiro contato com o autor, o livro era bastante falado, mas agora, devido ao lançamento do filme isso definitivamente aumentou. Para quem não sabe nada da obra e do autor vou contar um pouco: Stieg Larsson é um autor sueco que tem sua vida intrinsecamente ligada à de seu protagonista, Mikael Blomkovist. As semelhanças com os acontecimentos na vidas dos dois é enorme. Como seu protagonista, Stieg também era jornalista, também fundou uma revista e também recebia ameaças de morte por seus textos contundentes a favor dos direitos humanos.
Mas não pense aqui que Millennium então seja sobre Mikael e suas peripécias. Claro que ele tem muito espaço no trama e um papel de destaque, mas a obra de Stieg Larsson é focada em uma pessoa: Lisbeth Salander.
A Lisbeth é foda! Sem mais…
Lisbeth é rica e sem peitos! Sem mais… (rs)
Sempre me perguntei durante a leitura, e conforme fui conhecendo Lisbeth mais a fundo, se o autor sempre quis que ela fosse o foco da história ou se chegou um momento em que ela, com toda sua atitude peculiar, deu dois tapinhas no ombro de Stieg dizendo: “Hey, camarada, chega de Mikael, eu sou a estrela desse livro”, ao que Stieg prontamente respondeu “Ok”.
E aqui nasce a protagonista mais improvável e mais apaixonante de toda a literatura policial. Lisbeth ganha espaço aos poucos, conhecemos suas características lentamente. Sua história é revelada, e gente, que história! Stieg amarra todas as pontas, tudo tem motivo para acontecer, todos os acontecimentos convergem para Lisbeth. Tudo está ligado a ela.
Lisbeth é personagem feminina que mais me cativou até hoje, não tem como não simpatizar com sua história, apoiar suas atitudes e admirá-la como mulher independente e inteligente.
Lisbeth é intrigante, chamativa, amável e ao mesmo tempo odiável, despertando a atenção de todos não só pela ousadia e excentricidade como também pela inteligência. Impossível não conquistar a simpatia ou admiração do leitor. Quero ser igual a ela quando crescer! (mas com peitos!)
Falando particularmente de cada obra, os 3 livros são maravilhosos, mas é necessária perseverança no primeiro volume. Stieg ainda se aquecia no “Os Homens que não amavam as mulheres“. Muita coisa tinha que ser revelada, muitos passos dados até chegarmos à história em si. O resultado é um começo moroso. Avance a leitura, persista na história que garanto que valerá à pena. Mas anotem uma dica: é de extrema importância que você tenha as duas obras seguintes assim que terminar de ler o primeiro volume. É impossível esquecer a trama e não se jogar nos outros dois livros.
Um dos maiores problemas da trilogia, é o início. Os Homens que não Amavam as Mulheres em suas mais de 150 páginas iniciais é um verdadeiro teste de persistência. A leitura não flui, muitos personagens são apresentados, e os nomes não são muito ‘comuns’ para nós, brasileiros, o que deixa a cabeça do leitor bem confusa, eu cheguei a fazer uma lista de personagens para não me perder. Mas podem acreditar em mim, quem passa desse ponto da leitura é agraciado com uma das melhores histórias que já li até o momento.
A história do primeiro livro se desenrola de uma maneira bem preguiçosa, quase parando. As primeiras páginas (aproximadamente as 100/150 páginas iniciais rs) são apresentação de personagens e construção do cenário que a trama irá se desenrolar. Se você persistir e conseguir ultrapassar essa parte, não irá se arrepender, pois a leitura deslancha de vez e fica IMPOSSÍVEL parar.
O que mais me intrigou nesse livro foi que ele não me deu muitas brechas para criar minhas teorias malucas de quem é o culpado e o que aconteceu. A trama é muito bem amarrada e a primeiro momento as pistas não são nada conclusivas e você fica sem saber o que pensar. Há um culpado ou vários? O que aconteceu com a Harriet, ela foi morta, sequestrada…?
Além da história base, também é retratado de forma semidireta a violência contra a mulher e a “guerra” e busca desenfreada de superempresas pelo maior capital.
Dica de leitura: O livro é sueco. As ruas, cidades, estados, sobrenomes… Enfim, todos os nomes são bem estranhos e difíceis de gravar, nunca lia completamente o nome delas – todos cheios de consoantes e tremas e blá. Lia o comecinho da palavra e o resto apenas moldava à minha vontade, por exemplo: o bairro de Kungsholmen, para mim, virava Kung e pronto. XD
Leitura mais que recomendada, principalmente para quem gosta de literatura policial e personagens femininas fortes, independentes e decididas
Millennium 1: Referindo-se ao quadro de Lisbeth Salander, o relatório mencionava um grande risco de abuso de álcool ou de drogas e falta de instinto de preservação. Seu caso era descrito em termos categóricos: introvertida, socialmente limitada, ausência de empatia, egocêntrica, comportamento psicopata e antissocial, dificuldade de colaboração e de aprendizado. (…)
Página 152
Millennium 2: Ela sempre tinha adorado quebra-cabeças e enigmas. Aos nove anos ganhara um cubo mágico da mãe. O objeto desafiara seu senso de lógica por quarenta minutos, até ela entender seu funcionamento. Depois disso, não fora difícil solucioná-lo. (…)
Página 26
Millenium 3: – Lisbeth Salander se tornou um assunto de Estado – disse o primeiro-ministro, chegando a sorrir. (…)
Página 386

Alba

Mari

Tata
Trailer Sueco
Trailer Americano
Playlist
- Disturbed – Stricken
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Resenha Tripla: Amante Eterno
Boa noite, gentes!
Hoje vamos falar do segundo livro da série “Irmandade da Adaga Negra”. Essa é uma série adulta, bem erótica, então recomendamos a leitura para pessoas com mais de 16 anos. Bora lá saber o que a gente achou?
Alba – vermelho
Mari – lilás
Tata – verde
Irmandade da Adaga Negra:
- Amante Sombrio | Resenha
- Amante Eterno;
- Amante Desperto;
- Amante Revelado;
- Amante Liberto;
- Amante Consagrado;
- Amante Vingado;
- Amante Meu (Lançamento em janeiro de 2012)
- Lover Unleashed (em inglês);

Amante Eterno
J.R. Ward
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Editora: Universo dos Livros
Páginas: 448
ISBN: 9788579300844
Publicação: 2010
Compre:

Sinopse:
Nas sombras da noite em Caldwell, Nova York, desenrola-se uma sórdida e cruel guerra entre os vampiros e seus carrascos os redutores. Há uma irmandade secreta, sem igual, formada por seis vampiros defensores de sua raça. Possuído por uma besta letal, Rhage é o membro mais perigoso da Irmandade da Adaga Negra. Dentro da Irmandade, Rhage é o vampiro de apetites mais vorazes. É o melhor lutador, o mais rápido a reagir, baseado em seus instintos, e o amante mais voraz, porque em seu interior arde uma feroz maldição lançada pela Virgem Escriba. Possuído por esse lado sombrio, Rhage teme constantemente que o dragão dentro de si seja liberado, convertendo-o num perigo letal para todos à sua volta.
Comentários
Começo falando de IAN com um pouco de alívio ao final de “Amante Eterno“. Li “Amante Sombrio” aos trancos e barrancos, o começo da série se arrastou, não me agradou e terminei o livro com uma vontade louca de mandar tudo às favas e parar de ler a saga dos Irmãos. Graças a vocês, leitores aqui do blog, e a constante insistência pelo twitter e pelos meus vídeos é que segui lendo. Bem, vocês prometeram que o segundo era melhor e eu tenho que concordar: a série melhora bastante na sua continuação.
Comigo aconteceu a mesma coisa, não achei tão empolgante a leitura de Amante Sombrio, mas muita gente pediu para que eu desse mais uma chance à série, pois o livros iam melhorando bastante e até me surpreendi com a leitura de Amante Eterno.
Ao contrário do primeiro livro, que falava do Wrath e da constituição da Irmandade, esse livro é voltado apenas para o personagem, Rhage.
Tenho que confessar que em questões de divertimento, ele é o meu “irmão” favorito.
O cuidado de J.R. Ward com o enredo de pano de fundo é interessante mas não chega a conquistar completamente. Fica claro desde o início que sua intenção é focar no romance de cada Irmão e é isso o que ela faz. Há, durante o crescente da série, a pré-apresentação de outros possíveis casais e a inserção de outros personagens, o que enriquece a leitura.
Falando propriamente do romance e do Irmão em foco no livro – Rhage -, achei que toda a construção de sua história com Mary Luce foi bem mais crível e delicada, não deixando em nenhum momento o tom erótico de lado. Em alguns momento há o exagero na constante autoafirmação dos vampiros e sua vontade exacerbada de se provar o macho mais poderoso da espécie, mas nada que tire o interesse do livro.
Eu tinha ficado um pouco ‘traumatizada’ com toda aquela história de posse de fêmea que aconteceu no primeiro livro e em Amante Eterno isso é mais suave. Rhage mostra que quer realmente estar com Mary Luce, não força a barra, deixa ela ter seu tempo e sofre por pensar que pode machucá-la.
Mesmo deduzindo como será o final da história, o enredo passa de forma envolvente, pois como a Mari disse acima, Rhage sofre do mal do amor, pois por amar a Mary, ele a deseja, mas ao mesmo tempo não acha certo ficar com ela, porque tem medo de machucá-la o que piora por ela ser humana e ele ter uma “profissão” de risco. Por causa disso, às vezes age como um tremendo cafajeste.
Mary Luce sem dúvida conquista logo de cara. Ao contrário de Beth, - a protagonista do primeiro livro, que me arrancou gargalhadas por seu comportamento completamente sem sentido – ela é ponderada, sabe de seus limites e é doce.
No geral o livro leva a cabo sua proposta: divertir e romantizar – com um toque bem mais adulto – um tema tão batido: sobrenatural + vampiros. Vale a pena conhecer a série e passar pelos terrores do primeiro livro para chegar a esse. Confio que vocês estejam certo e a saga melhore mais ainda.,
A narrativa é feita em terceira pessoa, sob o ponto de vista de vários personagens, proporciona uma visão completa sobre os sentimentos e ações dos personagens envolvidos na trama. A leitura é divertida, sexy – leia-se adulta – rápida e envolvente.
Alguns trechos são dispensáveis, principalmente os da sociedade redutora. A autora se estende demais em algumas descrições, além de enrolar excessivamente em alguns acontecimentos.
O que me conquistou no livro e me levou a dar 4 estrelas foi o bom humor e a forma como a leitura flui fácil.
P.S. Não quis falar dos redutores… Há tempos não via vilões tão sem-graça, sério, pulei a parte deles várias vezes, não acrescentam quase nada à história.
Um dos motivos de eu ter gostado mais desse livro é que os redutores aparecem menos, porque vamos combinar que eles são uma piada e não vilões que possam ameaçar a vida de vampiros poderosos.
Rhage, todo reflexos força animal, cuidava dos redutores sozinho. Utilizava uma mistura de diferentes artes marciais, o casacão ondulando atrás dele enquanto chutava cabeças e perfurava torsos. Ele era lindo de morrer à luz da lua, a face contorcida num rosnado, seu corpanzil convertido em uma máquina de moer redutores.
Página 48
Ela ficou sem fôlego. Deus, aqueles olhos brilhavam outra vez. De um azul tão profundo como o mar. Um oceano onde nadar. Afogar-se. Morrer.
Página 103
Ela imediatamente se aproximou da cama para proteger Rhage, mesmo que fosse estúpido pensar que ela poderia com algo tão grande como o vampiro parado na soleira.
Página 276

Alba

Mari

Tata
Playlist
- Madonna – Erotica
- Britney Spears – I’m a slave 4 U
- Christina Aguilera – Dirrty
- Britney Spears – Womanizer
- Peter Gabriel – “My Body Is a Cage”
- Black Lab – “This Night”
Resenha Tripla | Sorteio: Marina
Marina foi lançado em espanhol em 1999, mas por causa de uma disputa judicial ficou anos sem poder ser traduzido para outras línguas. Zafón o escreveu pensando no público mais jovem, diferente dos livros anteriores lançados no Brasil, este é mais breve e com uma narrativa cheia de aventuras e elementos fantásticos.
Ao contrário da Alba, o suspense foi o que mais me manteve atenta à narrativa, assim como os elementos fantásticos. Acredito que quem for ler Marina, esperando um pouco do que leu em A Sombra do Vento ou O Jogo do Anjo, vai se decepcionar um pouco, afinal, este é um tema bem diferente dos dois primeiros livros lançados em português. É claro que toda genialidade narrativa de Zafón está presente e dessa vez, com um toque bem macabro.
“Benjamim Sentís era um homem corpulento que vivia no interior de um roupão de flanela cor de vinho. Apertava um cachimbo apagado entre os lábios e seu rosto era enfeitado por um daqueles bigodes que se junta às suíças, estilo Júlio Verne. (…)”
Páginas 56 e 57
(…) De repente, senti. Intenso e penetrante. O mesmo fedor de podridão. No ar. No quarto. Em minha própria roupa, como se alguém tivesse esfregado o cadáver de um bicho em decomposição em minha pele enquanto eu dormia. (…)Página 90
- De nada adianta toda a geografia, trigonometria e aritmética do mundo se você não souber pensar por si mesmo – argumentava Marina. – E nenhum colégio ensina isso. Não está no programa.Página 49
Playlist:
Paula Toller – Meu Amor se Mudou para a Lua
Joss Stone – Take Good Care
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Resenha Tripla: Antes que eu vá
Alba – Vermelho
Tata – Verde
Sabrina – Laranja
Lauren Oliver
Editora: Intrínseca
Páginas: 360
ISBN: 9788580570595
Publicação: 2011
Compre: Submarino | Saraiva | Cultura
Skoob
Sinopse:
Comentários:
Fazendo um gancho ao que a Alba disse acima, achei esse livro extremamente autorreflexivo. Afinal, como ela disse, qual seria a finalidade desse retorno? Acredito que seja devido aquele ditado popular “aqui se faz, aqui se paga” e que esse retorno talvez seja sua chance de não ser mais a garota cruel.
A primeiro momento temos a impressão que Sam, Elody, Ally e Lindsay são amigas fiéis e inseparáveis, do tipo que só de você olhar para a pessoa, já sabe o que ela está pensando.
Antes elas praticamente eram vistas como uma coisa só, uma personalidade complementando a outra, mas conforme Sam vai revivendo seu último dia seguidamente, sua visão vai mudando, pois ela consegue enxergar suas amigas individualmente e, com isso perceber seus defeitos e virtudes.
Além disso, ela também passa a perceber que não existe apenas o mundo delas. Além delas há outras pessoas com sentimentos, medos e necessidades.
O livro não é apenas uma história para adolescente sobre intrigas e paixões, ele está além disso. Bullying, preconceito, amor, drogas e as verdadeiras amizades são retratados sobre o ponto de vista de uma jovem que teve uma segunda, terceira, quarta chance… Mas será que todos nós teremos a mesma oportunidade? Vale a pena refletir sobre isso e seus atos…
“Algumas coisas se tornam lindas quando você realmente olha.”Página 261
” Agora eu me deito para dormir,
Oro a Deus para minha alma guardar.
Se eu morrer antes de acordar,
Oro a Deus para minha alma levar.”Página 92
“Talvez você possa se dar ao luxo de esperar. Talvez para você haja um amanhã. Talvez para você haja mil amanhãs, ou três mil, ou dez, tanto tempo que você pode se banhar nele, girar, deixar correr como moedas entre os seus dedos. Tanto tempo que você poça desperdiçar.
Mas para alguns de nós só existe hoje. E a verdade é que nunca se sabe”.Página 205
| Alba |
| Tata |
| Sabrina |
Resenha Tripla: Filha da Tempestade
Série Dark Swan
Filha da Tempestade – 2011
Thorn Queen (EUA) – 2009
Iron Crowned (EUA) – 2011
Shadow Heir (EUA) – lançamento em 2012
Alba – Vermelho
Mari – Lilás
Tata – Verde
Richelle Mead
- Editora: Agir
Páginas: 432
ISBN: 9788522012091
Publicação: 2011
Compre: Submarino | Saraiva | Cultura
Skoob
Sinopse:
Comentários:
Acredita em mim agora? Bora deixar todo mundo com vontade de ler Dark Swan \o/
Resolvi começar a ler a série quando estava viciada em Academia de Vampiros (
Eugenie é – na minha opinião – a personagem feminina mais forte que a Richelle já escreveu, para quem gosta da Rose de Academia de Vampiro, vai achar que ela cresceu e mudou de nome. Sarcástica, bem-humorada e sempre disposta a dar um chute no traseiro de qualquer trangressor, Eugenie tem que se cuidar, não pode confiar em qualquer pessoa, porque todas as criaturas do Outro Mundo a querem, e existe um bom motivo para isso.
Impossível não se encantar pelo temperamento forte e as piadas sempre prontas da Eugine e, como a Alba já disse em uma caixa de correio, ela é a Rose madura.
Não há dúvidas que a Richelle escreve imensamente bem, mas sinceramente ainda não me decidi se gosto dessa mistura xamanismo x deuses gregos, mas a autora soube levar essa mistura muito bem e além disso, não é unanimidade os xamãs da história (ela e Roland) seguirem os mesmos deuses, pois cada um tinha “..o próprio grupo de deuses a quem recorrer – ou, nesse caso, Deus. Todos nós invocávamos o divino de formas diferentes.” (pág. 31)
Dorian – suspira – é um Rei sedutor, faz tudo a seu alcance para conseguir o que deseja, tem uma queda pela escravidão, não mente para a Eugenie, só omite algumas coisas que lhe são convenientes. No segundo livro da série, ele aparece mais, portanto, preparem-se!
Impossível não desejar um Kiyo, mas confesso ser team Dorian.
Eu ainda acho que existe um certo mistério em volta da personalidade do Kiyo. Em alguns casos, isso é bom, mas nesse caso acho mistério demais, ao contrário do Dorian, que é o que é, não nega o que faz, mas tem um charme irresistível ao mesmo tempo em que ele é às vezes uma pessoa difícil de ‘se ler’. Nem sempre é possível saber como ele irá reagir, o que está pensando ou o que determinada expressão facial diz.
E assim como as meninas eu adoro o Volusian, ele sempre deixa claro suas intenções futuras para a sua mestra, mesmo que atualmente seja extremamente fiel a ela. Sinceramente nunca sei se ele está sendo divertido, ou se eu que acho a seriedade dele divertida.
E sem comentários da Nandi, totalmente corta pulsos! Como a própria Eugine diz, por que não inventaram prozac pra fantasmas ainda?! (Y)
“Uau. Nunca tinha ouvido falar que alguém realmente tivesse uma sala de música, a não ser no jogo Detetive. (…) vi Dorian parado diante de uma tela com uma paleta de pintor e um pincel nas mãos. Dorian, na sala de música, com o castiçal, pensei. Quero dizer, pincel.”Página 340
“Ele fez uma reverência, e me levantei para mandá-lo de volta. Antes de fazer isso, não pude deixar de provocá-lo. Afinal, eu ainda estava nua.
- Ei, Volusian, vocÊ não andou me espionando, não é?
Ele me olhou com a mesma cara sem graça de sempre.
- Garanto a você, ama, que a única coisa que sua carne nua desperta em mim é a lembrança de como será fácil rasgá-la.
Dei uma gargalhada. Se não fosse pelo fato de Volusian estar realmente falando sério, ele seria muito engraçado.”Página 181– Tim escolheu aquele momento para entrar no quarto, atraído pelo barulho.
- Eug, o que…
Ele ficou boquiaberto – e não foi só por minha causa. Olhei ao redor, para todos nós: eu com a minha camisola, Kiyo com o peito nu, Dorian com seu roupão extravagante e Tim com suas vestes nativas. - Meu Deus – murmurei, me levantando -, parecemos os integrantes do Village People.”Página 250
Alba
Mari
Tata
Playlist:




























