Boa noite galera!! o/
Atendendo a pedidos, hoje venho comentar sobre uma série “das antiga” que, durante sua exibição, era a queridinha de 7 entre 10 seriemaníacos: The O.C.!
Portanto, solte a voz, e…
“Californiaaaaaaaa… Here we cooooooooome”
Eram lá pelas bandas de 2003 quando nos deparamos pela primeira vez com Ryan Atwood, um adolescente problemático que, após se envolver em problemas com seu irmão, é retirado da prisão pelo advogado Sandy Cohen, que acaba convidando-o para morar em sua casa.
A partir daí, adentramos o universo das mansões, festas e esbanjamentos de Orange County… E conhecemos alguns dos personagens mais carismáticos da história das séries!
Quem não se lembra do conturbado Ryan, da instável Marissa, da patricinha Summer (“Cohen, EW!”) e do retraído Seth? Com suas personalidades marcantes e bordões repetidos à exaustão, o trio de protagonistas foi conquistando a simpatia do público e alçou o seriado ao sucesso – pelo menos entre o público juvenil/adulto.
Sério, gente! Atire a primeira pedra quem nunca torceu, riu e vibrou com Seth e Summer, o casal mais carismático e mais fofo da Califórnia!
Aliás, acredito que esse foi um dos principais trunfos do seriado: não sei quanto a vocês, mas na época da sua estreia não havia tantas séries com essa temática de relacionamentos, encontros e desencontros entre jovens – pelo menos não com uma repercussão tão grande quanto a de The O.C..
Com um enredo repleto de reviravoltas e dramas pessoais – passando por conflitos entre familiares, jogadas políticas, drogas, sexo e rock and roll – a série passou por altos e baixos durante as suas 4 temporadas.
Mas, enquanto durou, o programa criado por Josh Schwartz ficou bastante conhecido por cenas icônicas e momentos marcantes, como a chegada de Ryan ao condomínio dos Cohen, a overdose de Marissa no México, o tiro que a moça dá em Trey ao som de “Hide and Seek”, o beijo do Homem-Aranha… E muitas outras!
Muita gente relaciona a “derrocada” do programa à S P O I L E R ! ! ! ! ! morte de Marissa, no final da 3ª season, mas, cá entre nós, se eu tive algum problema com alguma temporada foi com a 2ª… Acho que a personagem da Mischa Barton nunca esteve tão “chata” (sim, ela sempre foi o “bode expiatório”).
Apesar das críticas à sua última temporada, The O.C. conseguiu terminar “redondinha” – tipo final de novela da Globo, sabe? – e isso não necessariamente é uma coisa ruim, ainda mais depois que os roteiristas tiveram que segurar a saída da protagonista. Também gostei bastante do destaque que deram para a Taylor no final… A coadjuvante até então irritante acabou roubando a cena e conquistou o público!
Agora, não tem mesmo como falar sobre a série sem citar a trilha sonora! Muito antes de rechearmos nossos ipods com as músicas de Grey’s Anatomy, The Vampire Diaries e Pretty Little Liars, The O.C. era a grande responsável pelas nossas buscas desenfreadas pelos hits de cada episódio.
E os sucessos não se restringiam apenas à trilha… Muitas bandas, até então “desconhecidas”, marcaram presença fisicamente no seriado, como The Killers e Death Cab for Cutie. Tem como não amar?
Portanto, se você ainda não se jogou em The O.C., vá sem medo! Agora, se você já é um fã de carteirinha como eu… Nunca é tarde para rever de novo e de novo!!!












Mas, é claro, essa é apenas a pontinha da pontinha do enorme iceberg construído magistralmente por Martin. Recheada de tramas políticas, jogos de poder e uma pitada de fantasia capaz de gelar os ossos, a história se desmembra em diversas narrativas paralelas que se cruzam nesse enorme emaranhado que cobre as páginas – e as telas – de Game of Thrones (traduzido como A Guerra dos Tronos aqui no Brasil).
















































