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O envio do prêmio ao vencedor é de responsabilidade da Editora Gutenberg.
Resenha | Sorteio: A Turma
Oi, Gentes!
Hoje vou falar de um livro jovem-adulto que apesar de surpreendente, não me conquistou completamente... Bora lá?
A Turma
Alissa Grosso
Editora: Gutenberg
Páginas: 288
ISBN: 9788582350591
Publicação: 2013Preço de Catálogo: R$34,90
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[Leia um trecho]
Sinopse:
Este romance conta a história de Hanna Best, uma líder popular idolatrada e a estrela do ensino médio de sua escola. A turma existe por causa de Hanna, e tudo gira em torno dela, mesmo com o apoio incondicional das amigas Gilda, Olivia, Sheila e Patrícia, além de Alex, seu namorado fofo, gentil e amoroso. Todos estão sempre lá para ajudar. As amizades, o colégio e a rotina são sua referência e segurança no mundo, mas essa vida está prestes a acabar com o fim do ensino médio, e isso é apavorante para a jovem.
Porém as coisas começam a ruir bem antes, quando uma reviravolta revela o profundo e chocante segredo de Hanna, que só Alex conhecia. E é somente vencendo dores antigas e questões profundas que uma nova fase poderá começar na vida de todos. Com uma história surpreendente, A turma fará você se apaixonar por Hanna, e sentir na pele os dramas, sentimentos e conflitos adolescentes da protagonista, em uma profunda e comovente narrativa.
Resenha: Trocada
Oi, gentes!
Hoje vou falar de um romance sobrenatural que fez bastante sucesso lá fora e que será lançado pelo Editora Rocco amanhã (16/03), aqui no Brasil. Bora lá entender um pouco da série "Trylle".
Série "Trylle":
#1 Trocada - 16/03/13 (português)
#2 Torn - 15/11/10 (inglês)
#3 Ascend - 11/01/2011
Trocada
Amanda Hocking
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 320
ISBN: 9788579801341
Publicação: 16/03/2013Compre:
Sinopse:
Quando Wendy Everly tinha seis anos, sua mãe foi convencida de que ela era um monstro e tentou matá-la. Onze anos mais tarde, Wendy descobre que sua mãe poderia estar certa. Ela não é a pessoa que ela sempre acreditou ser, e toda a sua vida começa a ser desvendada. Tudo por causa de Finn Holmes. Finn é um cara misterioso e parece estar sempre olhando para ela. Cada encontro deixa Wendy profundamente abalada. Mas não é muito antes de ele revela a verdade: Wendy é uma changeling que foi trocada ao nascer e ele veio para levá-la de volta para casa. Agora Wendy sobre a viagem a um mundo mágico que ela nunca soube que existia, um que é ao mesmo tempo bela e assustadora. E onde ela deve deixar sua antiga vida para trás para descobrir qual será o seu destino.
Resenha | Sorteio: Tá falando grego?
Boa noite,gentes
Hoje vou falar de um livro de fantasia jovem-adulto. É um livro curto e voltado pra quem quer saber um pouco mais da história grega. Bora lá?
Tá falando grego?
Ricardo Hofstetter
Páginas: 191
ISBN: 9788579800979
Publicação: 2012Preço de Catálogo: R$27,00
Compre:
Sinopse:
Em "Tá falando grego?", Hofstetter conta a história de Paulinho Acne, Leonardo e sua grande paixão, Tatiana. Paulinho é um cara esquisito e não é muito bom em nenhuma matéria do colégio (com exceção de história, em que misteriosamente só tirava nota máxima). Seu apelido o definia com perfeição: “Acne, por causa das milhares de espinhas que nasciam diariamente em sua cara”. Já Leonardo é o mais esperto da turma, além de ser o único capaz de aturar o papo chato e as estranhezas de Paulinho. No livro, Tatiana é “uma deusa morena, maravilhosa e saudável” aos olhos de Leonardo. Juntos, os três amigos descobrem que um livro de matemática, aparentemente comum, contém questões que ao serem solucionadas, farão essa turma viajar no tempo e parar na Grécia Antiga.
Observações:
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Resenha entre blogs: Toda sua
Boa tarde, gentes!
Hoje a resenha é dupla, mas diferente. Hoje vou, juntamente com a Bianca Briones do site “Bianca Briones“, destrinchar a obra “Toda Sua” da trilogia “Crossfire“. Essa postagem está sendo publicada de forma simultânea nos dois sites. O texto é o mesmo. =)
A resenha entre blogs foi idealizada pelo Psychobooks e pelo site “Eu leio, eu conto“.
Trilogia Crossfire:
Toda sua – 2012 (português)
Reflected in you – esperado em inglês para 2 de outubro de 2012
Entwined with you – esperado em inglês para 31 de dezembro de 2012
Alba – vermelho
Bianca – azul

Toda sua
Sylvia Day
Tradutor: Alexandre Boide
Editora: Paralela
Páginas: 280
ISBN: 9788565530118
Publicação: 2012
Preço de Catálogo: 29,90
Compre:

[Leia um trecho]
Sinopse:
Eva Tramell tem 24 anos e acaba de conseguir um emprego em uma das maiores agências de publicidade dos Estados Unidos. Tudo parece correr de acordo com o plano, até que ela conhece o jovem bilionário Gideon Cross, o homem mais sexy que ela — e provavelmente qualquer outra pessoa — já viu. Gideon imediatamente se interessa por Eva, que faz tudo o que pode para resistir à tentação. Mas ele é lindo, forte, rico, bem-sucedido, poderoso e sempre consegue o que quer — e é claro que Eva acaba se entregando.
Uma relação intensa começa. O sexo é incrível. Capaz de levar os dois a extremos a que jamais tinham chegado. E, então, eles se apaixonam — o que pode ser tanto a chave para um futuro feliz quanto a faísca que trará de volta os traumas do passado.
Comentários
“Nunca falei tão sério na minha vida”. Inclinando-se para frente, Gideon passou a ponta do dedo no canto da minha boca, depois lambeu o restinho de molho que tirou de lá. “Você não é a única possessiva aqui. Eu também vigio bem de perto o que é meu”.
Página 101
Achei legal começar com um trecho do livro pra vocês já começarem a captar um pouco do que quero abordar, juntamente com a Bi, nessa resenha. Essa abordagem transcende um pouco a premissa desse livro. Quero englobar toda essa “nova” modinha que tomou conta do mercado editorial desde o lançamento de 50 Tons de Cinza e seu enfoque erótico. Digo “nova” entre aspas, porque essa abordagem pode ser tudo, menos nova. Desde os meus 13 anos leio livros de banca que têm EXATAMENTE esse enfoque com uma abordagem bem mais agradável. Há também os livros de Fantasia (Todos os Amantes da J.R. Ward e também os Senhores do Mundo Subterrâneo, da Genna Showalter) com a mesma pegada. Então, o que há de novo? Qual foi o gatilho para o sucesso? E principalmente, minha gente: O que há de tão lindo em uma relação doentia e possessiva para agradar tanto as mulheres e as fazerem suspirar pelos cantos? Vamos destrinchar o gênero e tentar entender.
Desde que li o primeiro capítulo disponível no site da editora, fiquei em polvorosa. Era perceptível que a autora tinha qualidade. Eu queria ler algo dessa “nova” tendência e o pouco que li de “50 Tons de Cinza” me fez querer atirar o livro longe, mas ainda era cedo para saber que esse novo gênero possui um esquema pronto de personagens e enredo. Alerta: um esquema que odiei.
Em “Toda Sua”, Eva é uma mulher que acabou de se mudar para Nova York com seu melhor amigo Cary. Ela é mimada e tem tudo a mão, mas ao mesmo tempo gosta de brigar por seu espaço, por isso vive em meio à riqueza proporcionada por sua mãe e padrasto e à vida dura que leva como uma simples assistente de publicidade. É a velha história da “pobre menina rica”, que quer provar seu valor. Essa abordagem é mais velha que andar pra frente e não acrescenta nada à história em si, a não ser a possibilidade de, apesar de ser apenas uma assistente, ela não se furte em andar sempre muito bem-arrumada com as melhores grifes.
Apesar da abordagem clichê, me mantive curiosa e percebi que a narrativa era ágil e fluente, assim como o cenário e personagens eram bem-descritos. Um livro sempre começa como 5 estrelas para mim, depois, no decorrer da história, ele vai perdendo ou não pontos comigo.
Na outra ponta temos Gideon Cross, um rico empresário de apenas 28 anos que galgou sua história de sucesso empresarial apoiado em sua astúcia e foco. Lógico que sua beleza é acima do comum e que seu poder se estende até aonde a vista alcança. Gideon é poderoso, mas incapaz de manter um relacionamento. Mais uma vez essa abordagem é mais velha do que andar pra frente: o pobre menino rico que apesar de ser um excelente profissional é incapaz de encontrar o amor, devido a traumas que conheceremos mais à frente.
É nesse ponto, quando Gideon foi apresentado, que a narrativa começou a perder pontos. As características, principalmente desse personagem, são uma salada de fruta. A autora juntou elementos que, conjuntos, são impossíveis de conviver na mesma pessoa. Ele foi apresentado como um homem seguro (falso), maduro (falso) e profissional (falso). Cada uma das características foi desconstruída ao longo do livro. Seria melhor se ele fosse o filho mimado do dono da empresa, se enquadraria ao papel que nos é apresentado. E, vejam bem, em pleno séc. XXI, seu chefe diz que quer te comer (com essas palavras) e isso não é assédio. ¬¬
Até aqui tá tudo lindo. A premissa é óbvia? Sim, é. Mas isso não tira em nada o valor do livro. O texto descamba completamente na, agora sim, nova moda que tomou conta do mercado editorial: relacionamentos abusivos.
E foi aqui que as estrelinhas começaram a diminuir. Poxa, pra que isso? POR QUÊ? Por que um livro “erótico” precisa ter SEMPRE personagens abusivos, traumatizados e loucos? Gente, é assim, desculpa se serei a primeira a falar isso, mas gente normal também faz sexo intenso. O maior problema dessa nova moda é isso: não saber lidar com o sexo. Não é preciso o cara controlar todos os seus passos pra ser bom de cama. Não é preciso você se isolar de todas as pessoas da sua vida pra ter uma vida frenética entre quatro paredes. Não é preciso sua personalidade ser subjugada para você ter prazer. O que as pessoas fazem quando estão sozinhas é problema delas e cada um sabe o que gosta ou não, mas NÃO deixem um cara ou uma mulher assumir a sua vida (fora da cama) como dele(a). Ainda que ele seja o homem/mulher mais delícia que você já viu na vida. Não há sexo que compense uma vida enclausurada.
Eu tenho dois culpados para isso: Bella e Edward. Conhecem? Então. Esses dois personagens de Stephenie Meyer ganharam o coração de milhões de adolescentes com seu amor puro, ingênuo e… Abusivo! Edward controla os passos de Bella durante todo o livro, ao ponto de observá-la dormir. Claro, são dois adolescentes (você pode dizer), ok! (mesmo um dos adolescentes tendo 117 anos!), mas pulemos essa parte e vamos ao ponto que quero realmente atingir: Bella e Edward deixaram uma legião de fãs esperando pela bendita cena de sexo entre eles, o que a Tia Meyer não deu. Resultado: fanfics e mais fanfics tendo como base a cena tão esperada dos dois. O relacionamento abusivo veio junto, como “prêmio” de consolação.
A Alba citou todos os motivos que me fizeram odiar Bella e Edward, deixando meu pai orgulhoso (beijo, pai). Quem dera que o problema de Crepúsculo fosse um vampiro brilhar. Esse relacionamento abusivo, amplamente aprovado pelas fãs, ocasionou o buum de histórias patéticas que estão sobrecarregando o nosso mercado. Repito: não é pelo erotismo, afinal, eu queria ler por esse motivo. Só gostaria de poder conhecer um relacionamento sadio em vez de me preocupar TODA VEZ com a sanidade mental dos protagonistas.
Mas não nos desfoquemos, voltemos a Gideon e Eva, que são a “bola da vez”.
Gideon, ao contrário de tudo o que sua vida de empresário de sucesso devia ditar, é na verdade inseguro. Passa para seu relacionamento com Eva toda essa insegurança da forma que vocês viram na frase que deixamos ali em cima. Eva é dele, só dele. Ninguém mais toca. Ninguém mais olha. Ninguém mais cheira. Ninguém mais… Me entenderam? E Eva, claro, como uma boa menina, ACATA e ainda fala: “Tá bom, mas você também é só meu, chega da amigas!”. CHEGA DE AMIGAS.
Recentemente abandonei a leitura de “Belo Desastre”. Motivo? Mocinho problemático conhece mocinha problemática, aos trancos e barrancos iniciam um relacionamento que os isola do mundo. E ai de quem resolver que quer ter uma vida além do namoro. Sabe como termina isso? Não é no final feliz que os livros estão pintando. É você levando o primeiro murro na cara, é você sendo forçada a fazer sexo se não estiver com vontade no dia, é seu amigo apanhando porque falou “oi” a você, é você perdendo sua vida (nem sempre figurativamente falando).
Vocês enxergam, gente? Enxergam o tipo de relação ABUSIVA que esse tipo de livro vende como se fosse a coisa mais sensacional do mundo? A ideia é: ele te ama, você é dele, deve responder apenas a ele e, de forma alguma, contrariar suas vontades! Afinal o que mais uma boa menina pode querer? Um homem que a ame, que a enjaule em casa, que a afaste de todas as suas amigas, amigos e afins e que, claro, seja um deus do SEXO. Não, meninas! Isso não é o ideal, e digo mais, isso não estava na moda nem quando eu, com meus 13 anos, lia livros de banca! Isso é tão RETRÓGRADO que chega a ser risível! É o oposto do que pregam todos os chick-lits que já li em toda a minha vida. É o oposto do que prega toda a boa literatura. É o RETORNO À ERA DAS CAVERNAS. Próximo livro do gênero o homem abaterá sua fêmea e a levará para sua caverna, devidamente arrastada pelos cabelos, como manda o figurino.
Quando eu tinha 13 anos, muitas vezes lia livros ambientados em séculos passados. Normalmente o mocinho era machista e, às vezes, controlador, mas a premissa sempre mostrava uma mocinha que lutava contra isso e o relacionamento ia pra frente de forma sadia. Agora parece que se não for doentio não é amor.
O bom sexo, por mais sensacional que seja, não justifica a aceitação de uma relação com um homem – ou uma mulher, vejam bem – que sufoque e tenha exigências no que concerne às suas ações fora do relacionamento. Um relacionamento SAUDÁVEL respeita as barreiras do indivíduo. Sabe onde começa um e termina o outro e sabe, principalmente, tirar proveito do melhor dos dois. Um relacionamento que exclui não é adequado. Se há afastamento, se há divisão, a luz amarela deve ser ligada. Atenção é a palavra.
Temo pelo momento da literatura que estamos vivendo. Não consigo entender a mentalidade das pessoas que estão em polvorosa por Mr. Grey, Gideon Cross ou Travis. Vocês acham que isso é o melhor que vocês podem conseguir? Só pelo cara ser fisicamente lindo e rico? Isso basta para criar fantasias e aceitar qualquer um que te coloque em um cabresto? Vocês optariam pelo cara gostoso e abusivo quando há homens normais aí fora? Sim, os homens normais nem sempre são deslumbrantes quanto esses malucos da literatura, mas você prefere alguém que é capaz de te seguir, trancar em casa e te controlar de todas as maneiras?
E o que me deixa mais atarantada ainda é que essa fórmula é nova! Nora Roberts, rainha do gênero romance/ erótico sempre pregou contra relacionamentos abusivos e sempre prezou pelo bom relacionamento de seus protagonistas e principalmente do crescimento da relação dos dois. Daniele Steel, que confesso claramente odiar em minha bio, sempre defendeu o mesmo! E o que dizer de Jane Austen? Ok, ela não escrevia livros eróticos, se focava no romance, mas sempre, TODAS as suas protagonistas eram mulheres à frente do seu tempo e que lutavam para serem reconhecidas por suas qualidades, e não por suas belas pernas ou seus lindos seios arredondados.
Onde estão as mocinhas que amadurecem? Onde estão as mocinhas que brigam pelo que querem e não “se vendem” por sexo? (mais uma vez, não importa a superqualidade dele!)
Com esse plot dava para ter feito algo tão lindo (sem tirar o erotismo), uma história de amadurecimento dos personagens e superação dos traumas de infância. Mas, não. Gideon disse: “Quero te comer” e ela não resistiu. Superdifícil dizer não e mostrar para o cara que ela não era um pedaço de carne, né?
Para arrematar a resenha, Crossfire é uma trilogia. Li o primeiro, fiquei boquiaberta com a construção e espero, espero DE VERDADE, que a relação dos dois amadureça no bom sentido e que a trama tenha outro caminho.
Eu acho, de verdade, que teremos o amadurecimento que a Alba e eu esperamos, apenas no terceiro livro. Será que eu aguento continuar a ler? Não sei.
E mais, espero que essa “modinha” caia logo e que o mercado editorial volte-se à premissas que engrandeçam o relacionamento saudável. A leitura ajuda e constrói caráteres. Que tipo de ideais estamos apregoando ao “vender” esse tipo de relacionamento, encarando-o como normal?
Ah, eu também espero que a “modinha” passe logo e que possamos ver mais relacionamentos saudáveis, mas não tenho tanta fé assim na humanidade.
Em tempo: esse tipo de livro seria perfeito se o final fosse diferente. Se ele mostrasse a verdade do que uma relação dessas pode causar em uma vida. Como aquele filme “Nunca Mais” com a Jennifer Lopez. Aliás, a autora viu esse filme porque cita no livro a atriz e modalidade de luta que a personagem da Jennifer aprendeu para se defender do marido abusivo. Aí eu me pergunto: ela viu o filme e não entendeu a mensagem?
“Não posso perder você, Eva.” Gideon se deitou sobre mim enquanto meu corpo se contorcia de prazer. “Não posso”.
Página 234
Sempre havia algo escondido nas entrelinhas, a postos para vir à tona e estragar tudo.
Página 240

Alba

Bianca
Playlist
- Pitty – Pulsos
- Leona Lewis – Bleeding Love
Resenha | Sorteio: Três Céus
Olá, pessoal!
Em 20 de dezembro de 2010, eu postei a resenha de um livro que ainda não tinha sido comprado por nenhuma editora, o Três Céus, do querido Enderson Rafael, também autor de Todas as Estrelas do Céu.
Me apaixonei pela história que o Enderson desenvolveu, com seus três personagens principais que têm seus destinos entrelaçados no céu do nosso Brasil ao som do Coldplay.
Para quem ainda não tinha lido a resenha, segue abaixo para vocês e em seguida o sorteio de um exemplar ;)
Três Céus
Enderson Rafael
Páginas:
ISBN: 8565383520
Publicação: 2012Compre:
Sinopse:
'Três Céus' é um romance que tem como protagonistas tripulantes técnicos e comerciais de uma grande companhia aérea brasileira. Suas três tramas, que se entrelaçam e se somam na parte final do livro, e suas histórias de amor, dramas pessoais, aventuras e paixões têm como pano de fundo o universo da aviação.
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Resenha: Tequila Vermelha
Olá, Pessoas!
Tequila Vermelha é o primeiro de 4 romances protagonizados por Tres Navarre e é voltado para um público mais adulto. Nesse novo segmento de Rick Riordan, encontraremos humor negro, sarcasmos e mistérios de sobra. Preparados para conhecer?!?!
Tequila Vermelha
Rick Riordan
Editora: Record
Páginas: 432
ISBN: 9788501091550
Publicação: 2011Compre:
Sinopse:
Jackson 'Tres' Navarre retorna para sua cidade natal dez anos após o assassinato de seu pai. Porém, o caminho para as respostas em San Antonio, Texas, é bem mais difícil do que se pensava. Encontros com a máfia, jogos políticos, corrupção e dramas familiares tentarão desviar Tres da verdade ou matá-lo, o que acontecer primeiro.
Resenha Dupla/ Sorteio: Travessia
Boa noite, gentes!
A emoção é tanta que nem sabemos por onde começar! Já lemos a continuação de Destino e estamos ansiosas para dividir nossas impressões com vocês! Bora!
Série Matched:
Destino – 2011 (Brasil) | Resenha
Travessia – 05/06/12 (Brasil)
Reached – 13/11/12 (EUA)
Alba – vermelho
Mari – lilás
Atenção: Essa postagem- a partir da sinopse aqui embaixo – contém spoilers do primeiro livro da série.

Travessia
Ally Condie
Tradutor: Renato Marques
Editora: Suma de Letras
Páginas: 280
ISBN: 9788581050744
Publicação: 05/06/2012
Preço de Catálogo: 32,90
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Sinopse:
Em busca de um futuro que pode não existir e tendo que decidir com quem compartilhá-lo, a jornada de Cassia às Províncias Exteriores em busca de Ky – levado pela Sociedade para uma morte certa –, mas descobre que ele escapou, deixando uma série de pistas pelo caminho. A busca de Cassia a leva a questionar o que é mais importante para ela, mesmo quando vislumbra um diferente tipo de vida além das fronteiras. Mas, à medida que Cassia tem certeza sobre o seu futuro com Ky, um convite para uma rebelião, uma inesperada traição e uma visita surpresa de Xander – que pode ter a chave para revolta e, ainda, para o coração de Cassia – mudam o jogo mais uma vez. Nada é como o esperado em relação à Sociedade, onde ilusão e traição fazem um caminho ainda mais confuso.
Comentários
Há toda uma expectativa que envolve a continuação de uma série, ainda mais quando o primeiro volume causa tanto impacto e nos deixa no final da leitura com tanta ansiedade pela sua continuação. A leitura foi rápida, confusa, frustrante e, de certa forma, empolgante. Vamos explicar:
Claro que Cassia iria atrás de Ky. Isso era fato. O desenrolar das coisas é que ficaram bem confusas.
Além de confusas, ficaram um pouco enroladas, deixando a sensação de que os personagens estavam correndo contra o tempo, mas o inimigo é invisível. Faltou uma motivação real para toda essa correrria.
Já começamos com a mudança da narrativa. No livro “Destino”, conhecemos apenas a visão de Cassia, suas dúvidas, sua inocência e suas descobertas. No segundo livro, a autora resolveu dividir a narrativa entre o Ky e a Cassia, alternando os pontos de vistas para podermos acompanhar cada um deles em sua jornada. A preocupação de cada um com o destino do outro é palpável durante toda a narrativa.
Eu gosto quando o autor usa pontos de vista diferentes na narrativa, pois deixa o leitor entrar na cabeça dos personagens, saber como eles se sentem em relação a algum fato e o principal, não tem como esconder os verdadeiros sentimentos do leitor. Mas não é qualquer autor que se dá bem com essa fórmula, se usada da forma errada, deixa a leitura muito confusa.
A caracterização deles é que me deixou realmente descontente. Cassia continua com sua inocência irritante e, infelizmente, passamos a conhecer os pensamentos de Ky… Digo infelizmente porque não o achei nada agradável; um personagem que já era envolto em mistério no início da série e que agora que pude conhecê-lo melhor… Hum… Como posso colocar? Preferia ter ficado no escuro.
Concordo com a Alba, a narrativa do Ky em si é boa, mas não gostei de saber seus verdadeiros segredos e motivação, esperava uma caracterização muito diferente do que me foi apresentada, eu que era Team Ky, já larguei essa bandeira…
A narrativa é boa, mas confusa. Em vários momentos tive que voltar na leitura para entender o motivo de estarem em algum lugar ou o porquê de alguma ação. Ficava com um sentimento de ter pendido alguma coisa o tempo todo. Várias pontas ficaram soltas, várias ações não foram justificadas, maasss – e que maasss – o final foi de certa forma surpreendente e me deixou com curiosidade para ver o final da série.
Infelizmente Travessia sofreu a terrível maldição do segundo livro, onde não foi tão bom quanto o esperado, a autora tentou uma nova fórmula que não deu muito certo, na tentativa de aproximar o leitor de Ky, acabou me afastando. O mais irritante é chegar ao final da leitura e continuar perdido no enredo, sem saber muito bem o motivo de tudo aquilo ter acontecido, fatos importantes que não tiveram continuação e muita ponta solta…. muita.
No geral, o livro foi apenas uma ponte do primeiro para o terceiro da série, sem muitas revelações, com muitas pontas soltas. A sensação final é de que tudo ficou muito jogado. Espero que no terceiro livro a autora amarre todas as pontas e dê todas as respostas.
É claro que irei ler o último livro da trilogia, na esperança de que minhas perguntas sejam respondidas, mas confesso que não estou muito empolgada para seu lançamento.
Se você ama alguém, se alguém ama você, se essa pessoa te ensinou a escrever para que você pudesse falar, como é que você poderia ficar de braços cruzados, sem fazer nada? O melhor é tirar suas palavras da terra e roubá-las do vento.
Porque quando você ama, não há o que fazer. Você ama e não tem como voltar atrás.Página 52
(…) Em algum lugar acima de nós o céu derrama chuva e penso em neve caindo. Pinturas feitas com água. Poesia sussurrada entre beijos. Coisas bonitas demais para durar.
Página 222

Alba

Mari
Playlist
- Fun. & Janelle Monáe – We are young
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Resenha/ Sorteio: Tempest
Boa tarde, gentes!
Hoje vou falar de um lançamento da Editora Jangada que estava louca para ler. Tempest, conta a história de um viajante no tempo! Bora lá saber o que Julie Cross criou!
Série Tempest:
Tempest #0,5 – Tomorrou is Today (conto – prequel) – 2011 (EUA)
Tempest #1 – 01/06/12 – Brasil
Tempest #2 (Ainda sem título) – 2013 (EUA)

Tempest
Julie Cross
![]()
Tradutor: Denise de C. Rocha Delela
Editora: Jangada
Páginas: 368
ISBN: 978-85-64850-09-5 
Publicação: 01/06/2012
Preço de Catálogo: 36,90
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Sinopse:
Em 2009, o jovem Jackson Meyer descobre que pode viajar no tempo. Durante os seus ‘saltos’ para o passado, nada muda no presente. Isso era apenas uma diversão inofensiva, até que sua namorada Holly morre durante uma invasão à sua casa. Em pânico, ele consegue voltar dois anos, mas descobre que ficou preso no tempo. Desesperado para voltar e salvar Holly, Jackson resolve tocar sua vida em 2007 e tentar descobrir o que puder sobre suas habilidades. Não muito tempo depois, as pessoas que atiraram em Holly, membros de um grupo apelidado pela CIA de ‘Inimigos do Tempo’, vêm a sua procura para recrutá-lo ou matá-lo. Com tudo isso acontecendo e Jackson ainda tentando encontrar pistas sobre as origens de sua família para descobrir mais sobre suas habilidades, ele precisa decidir até onde está disposto a ir para salvar Holly e possivelmente o mundo inteiro.
Comentários
Viagem no tempo é sempre um tema complicado de ser abordado. Como criar as particularidades do tema sem cair no lugar comum e ao mesmo tempo sem contrariar tudo o que se refere ao assunto e que já estamos acostumados a lidar?
Julie Cross conseguiu inovar na temática. Vamos à premissa:
Jackson Meyer é um garoto de 19 anos, que, durante uma soneca numa aula da faculdade, descobriu ser capaz de viajar no tempo. A partir daí ele começa, junto com seu amigo Adam, a estudar esses episódios e ver do que é capaz em seus saltos; ele consegue voltar numa janela de até 48horas no passado e suas ações não alteram o futuro de modo algum… Bem, não até alguns desconhecidos entrarem no dormitório de sua namorada Holly e ele realizar um salto completo, para 2007 e ficar preso ali.
As particularidades da viagem no tempo que Julie Cross criou são complicadas de entender: Jackson tem sua base principal, quando faz meio-saltos, não altera seu futuro. Quando realiza saltos completos, uma nova base principal é criada, em paralelo com sua outra realidade. Durante a narrativa vamos conhecendo como tudo é relacionado e, juntamente com o protagonista, vamos descobrindo as possibilidades de suas viagens, bem como suas consequências.
A narrativa é todo feita em primeira pessoa, sob o ponto de vista de Jackson. Sim, vou me repetir: isso limita muita nossa visão completa do enredo, mas também facilita as explicações que a autora deseja incluir no enredo; e acreditem quando digo, esse recurso é usado muitas vezes, dadas as complicações e detalhes que o assunto traz à tona.
O enredo é focado em Jackson e em suas atitudes. Toda a história gira em torno dele e consequentemente nas relações com os personagens que ele encontra durante suas viagens, mas tudo se resume a isso: consequências. A névoa da possibilidade de um encontro não ter consequências futuras é ao mesmo tempo frustrante e libertadora; durante todo o tempo essa realidade de não mudar o passado em seus meio-saltos o acompanha, então algumas de suas realizações são carregadas de angústia e da impossibilidade de mudança. Isso fica evidente quando ele se encontra com sua irmã gêmea, que morreu aos 14 anos.
A história é dividida em duas frontes: Jackson em 2009 e posteriormente o Jackson de 2009, preso em 2007. A partir daí começam a ser reveladas as verdades por trás de seu nascimento, e os motivos de seus poderes de viajar no tempo.
Curti bastante as habilidades de Jackson e a forma como a autora desenvolveu o enredo: cheio de ação e carregado de romance. Não houve em nenhum momento pressa em contar a história ou detalhes da trama. Tudo está conectado, tudo faz parte do quebra-cabeças criado pela autora, para levar seu protagonista à revelação – e decisão – final. No início, os personagens coadjuvantes são apresentados de forma rasa, para mais à frente conhecermos melhor suas idiossincrasias e nos envolvermos completamente.
Tudo foi pensado, tudo está ligado. O final é de tirar o fôlego e abre uma janela interessantíssima para a continuação da série.
A sensação conhecida de me partir ao meio toma conta de mim. Eu seguro a respiração e espero que passe. Não é agradável, mas a gente acaba se acostumando.
Página 13

Playlist
- Peter Gabriel – In your Eyes
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Resenha dupla/ Sorteio: Terrível Encanto
Boa noite, gentes!
Hoje vamos falar de mais um jovem-adulto sobrenatural. Já tínhamos ouvido falar bastante de “Terrível Encanto” e a curiosidade pela história da Melissa Marr era grande! Bora lá saber o que a gente achou \o/
Série “Wicked Love”
Terrível Encanto – 2011 (Brasil)
Tinta Perigosa- 2012 (Brasil)
Stopping Time Part I e II (#2,5) – 2010 (EUA)
Fragile Eternity – 2009 (EUA)
Radiant Shadows – 2010 (EUA)
Darkest Mercy – 2011 (EUA)
Alba – vermelho
Mari – lilás

Terrível Encanto
Melissa Marr
Tradutor: Maria Beatriz Banquinho da Costa
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 360
ISBN: 9788579800832
Publicação: 2011
Preço de Catálogo: 29,50
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Sinopse:
Desde pequena, Aislinn possui um dom especial – a Visão, que permite que ela perceba os seres encantados que circulam entre os humanos, invisíveis para a maioria dos mortais. Mas, ao contrário do que as histórias infantis sugerem, as fadas podem ser extremamente perversas e egoístas, a ponto de machucarem as pessoas de propósito. Aislinn mora na decadente cidade de Huntsdale, nos Estados Unidos e sempre viveu pautada por três normas básicas. Regra número 3: não encare as criaturas invisíveis. Regra número 2: não responda a criaturas mágicas invisíveis. Rega número 1: nunca desperte a atenção dos seres mágicos. Mas, mesmo com todos os seus cuidados, Ash, como a jovem também é conhecida, quebra todas as regras num mesmo dia ao ser descoberta por Keenan, o Rei do Verão. Há nove séculos, o deslumbrante rei procura por aquela que será a sua rainha, a Rainha do Verão. Apesar de todo seu horror ao mundo das fadas, Aislinn sente-se cada vez mais atraída pelo universo fantástico a sua volta, ainda que isso coloque sua vida em risco. No meio desses seres encantados e poderosos, Aislinn quer apenas ter uma vida normal, mas será que ela conseguirá fugir de um destino para o qual parece não haver escapatória? E se falhar… o que virá depois.
Comentários
Há algum muito tempo eu ganhei um sorteio no site da autora Anastasia Hopcus (Shadow Hills) e recebi Wicked Lovely autografado, a Livia do site Wishing a Book já havia me recomendado essa série, mas como eu tenho muitas séries começadas, estava esperando acabar de ler uma delas para que pudesse iniciar outra e como a Alba recebeu Terrível Encanto para resenha, surgiu a oportunidade perfeita para uma resenha dupla!
Gosto muito de livros sobre fadas (The Iron Fey é minha preferida), a forma como cada autor cria seu próprio mundo e regras é fascinante e o melhor é que a ‘essência’ sobre esses seres são muito parecidas. Como por exemplo, fraqueza ao ferro, divisão em cortes, raramente há fadas como a Tinker Bell.
Aqui eu e a Mari começamos a divergir de opiniões. Fadas nunca foram meu forte… Nunca curti nada relacionados a elas e por isso já comecei a leitura meio desconfiada. Não sei muito o motivo, talvez o fato de seres encantados não serem exatamente sexys ou apelativos… Fadas não são meu forte. Já falei isso?
Aislinn ou Ash, é uma garota que herdou de sua família do dom da Visão, que consiste em ser capaz de ver o mundo das fadas, desde criança ela aprendeu com sua avó regras importantes para que ela pudesse viver em segurança, já que esses seres não querem serem visto por humanos. As regras são claras, mas nem sempre fáceis de cumprir: não encare os seres encantados invisíveis; não fale com os seres encantados invisíveis; não desperte a atenção deles e não corra. Mesmo seguindo todas as regras, Ash despertou o interesse de Keenan, o irresistível Rei do Verão que está há séculos procurando por sua verdadeira rainha, para que juntos possam comandar a Corte do Verão.
A narrativa é feita sob a perspectiva de Ash em alguns momentos, a princípio a leitura é um pouco lenta e confusa, mas aos poucos, o leitor vai se famailiarizando com os personagens e mitos e a leitura deslancha. A autora teve um cuidado muito grande para criar a mitologia desses seres, é notável a pesquisa feita para manter os aspectos mais importantes das antigas lendas.
O que realmente gostei na narrativa foi que ela é feita em terceira pessoa e sob a perspectiva de três personagens diferentes: Ash, a possível Rainha do Verão; Keenan o Rei do Verão e o protagonista ávido por se libertar da maldição e poder enfim governar com pleno poder sua corte; e Donia, a Garota do Inverno, a última garota que teve a coragem – ou ousadia – de tentar quebrar a maldição e acabou ela mesma, amaldiçoada. Toda a relação desses três personagens é apresentada de forma gradativa e envolvente. No início, como a Mari disse, não me envolvi muito com a história, mas conforme os fatos começaram a se apresentar a ação a entrar em foco, as coisas realmente melhoraram.
O romance é adorável e bem contextualizado. O desenvolvimento do relacionamento é tranquila, passa por aquela fase gostosa do flerte e vai crescendo até se tornar uma jornada para que os amantes permaneçam juntos.
O romance construído por Melissa é sem dúvidas o ponto alto do livro. Há tanto envolvido e tantas possibilidades que é impossível não ficar ansiosa pelas páginas seguintes e seus possíveis desdobramentos. Curti bastante o fato de, pelo menos essa parte, aparentemente se resolver no final desse livro.
Por se tratar de uma série, algumas perguntas ficam sem respostas, mas tenho certeza que ao final da série, teremos uma boa visão do mundo criado pela Milessa Marr. Já me avisaram que os livros da série vão melhorando progressivamente, então, mal posso esperar para começar a ler Tinta Perigosa.
Eu achei que o livro começou bem morno, quase parado mesmo… A partir da página 150 ou 200 as coisas realmente começam a esquentar e a leitura fica realmente interessantes. Houve um momento que cheguei a duvidar se continuaria lendo a série, essa dúvida acabou quando cheguei no final do enredo. Quero ler a continuação, mas não estou superansiosa.
Para aqueles que se interessaram a ler o livro em inglês, aviso que a escrita da Melissa não é muito simples, eu diria que o nível de inglês é médio/avançado
Em português a leitura flui bem e a tradução em revisão estão boas. Percebi alguns erros de digitação e algumas trocas de referências com alguns personagens, mas nada que comprometesse grandemente a leitura. A diagramação está ótima e as páginas são amarelas, o que realmente facilita a leitura.
No geral, é um livro médio, com algum potencial na sua continuação.
O que me deixou bem contente foi que, apesar de ser um livro jovem-adulto, a autora não se cobriu de pudores ao montar os impulsos sexuais de seus personagens.
- O que eu faria sem você? (…)
- Você nunca precisará descobrir (…)
Página 113
She stepped outside, lips firmly shut against dangerous words. She wanted to speak, to tell the fey to leave so she didn’t have to, but she coulnd’d. Ever. If she dis, they’d know her secret: they’d know sha could see them.
The only way to survive was to keep that secret; Gams taught her that rule before she could even write her name: Keep your head down and your mouth closed (…)
Página 6

Alba

Mari
Playlist
- Ben Harper – Waiting for You
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Resenha dupla: The truth about forever
Boa noite, gentes!
Voltamos com Sarah Dessen! A verdade é que a autora é tão boa, cria histórias tão originais que não conseguimos nos manter longe de suas obras! Bora lá?
A caminho do verão
Just Listen
Lock and Key
O que aconteceu com o adeus
Alba – vermelho
Mari - lilás

The truth about forever
Sarah Dessen
Editora: Speak
Páginas: 374
ISBN: 9780142406250
Publicação: 2006
Compre:

Sinopse:
Sixteen-year-old Macy Queen is looking forward to a long, boring summer. Her boyfriend is going away. She’s stuck with a dull-asdishwater job at the library. And she’ll spend all of her free time studying for the SATs or grieving silently with her mother over her father’s recent unexpected death. But everything changes when Macy is corralled into helping out at one of her mother’s open house events, and she meets the chaotic Wish Catering crew. Before long, Macy joins the Wish team. She loves everything about the work and the people. But the best thing about Wish is Wes—artistic, insightful, and understanding Wes—who gets Macy to look at life in a whole new way, and really start living it….
Comentários
Como começar a falar de Sarah Dessen sem cair no lugar comum e revisitar todas os elogios que já fizemos à ela aqui no site? Acredito que seja uma tarefa quase impossível. A autora se tornou – sem achismos, falo com absoluta certeza – a nossa preferida. A leveza de seus textos, a verdade que eles passam, a inocência… Enfim: o conjunto é tão perfeito e tão verdadeiro que é impossível não terminar a leitura sem se sentir completamente arrebatada!
Todas as vezes que falo sobre a Sarah Dessen, tenho ataques de Fangirl, seus textos são muito bem construídos, todos os livros que li até o momento ficam entre 4,5 estrelas e 5. Se você ainda não leu nada dessa autora, inclua um livro dela nas suas próximas compras, vale a pena!
Dessa vez Sarah nos apresenta Macy, (quando conversávamos em off sobre o livro, a Mari chamou minha atenção para o fato de todas as mocinhas da autora terem nomes incomuns, É VERDADE!) e claro, com ela toda uma carga emocional: ela perdeu seu pai há pouco e foi quem o achou caído, à beira da morte. O resultado é uma protagonista completamente rígida consigo mesma e buscando o impossível para atingir a perfeição. Aliás, faço uma pausa aqui para observar algo, a Sarah constrói suas personagens de duas maneiras: as que buscam a perfeição e ao longo do livro chegam ao meio termo ou as que são completamente rebeldes e – vejam vocês – no decorrer da narrativa chegam ao meio termo.
Perder o pai de forma tão repentina, mudou a vida de Macy. Em sua casa, cada um lidou com essa perda da melhor forma possível. Sua mãe preferiu eliminar todos os traços do pai pela casa e se jogar no trabalho para permanecer no controle. Já Macy, voltou sua vida para os estudos, uma forma de buscar a perfeição e manter o controle sobre alguma coisa, ela parou praticar corrida, uma das coisas que mais gostava, mas seria muito doloroso voltar a correr sem o apio de seu pai.
Macy tem um namorado, Jason, que é o ideal de perfeição: bonito, inteligente, bem-sucedido… Tudo o que uma garota pode querer. Com a chegada das férias de verão, ele ficará fora por 8 semanas, e nesse meio tempo, nossa protagonista terá que, além de cuidar do trabalho dele na biblioteca da cidade, aguentar o peso de perder sua ‘muleta emocional’.
Convenhamos, Jason é um grande nerd que não ganhou minha simpatia por causa de suas atitudes logo no começo do livro.
Então, sua vida é dividida em duas frontes: A Macy perfeita de Jason e a filha ideal, imprescindível para a sanidade mental de sua mãe após a perda tão dolorosa do pai; e a Macy que trabalha num buffet, e vive numa montanha russa de emoções, acostumada a lidar com o imprevisível.
Cada uma das frontes possui personagens marcantes! A mãe e a irmã de Macy são personagens interessantíssimas, que dão equilíbrio e ao mesmo tempo causam sofrimento à ela. Do outro lado, no buffet, temos Delia, Bert, Monica, Kristy e Wes, com eles, ela aprende que há equilíbrio mesmo dentro do caos e que ser perfeita é um objetivo inatingível.
A irmã de Macy – Caroline -, tem papel fundamental para que ela possa se reerguer e conseguir encontrar um balanço em sua vida. Ao redecorar a casa da praia, que era muito importante para o pai, Caroline traz à tona lembranças que estavam esquecidas, fazendo com que sua irmã e mãe passem pelo luto da perda que havia sido reprimido, para elas possam seguir em frente.
Mais uma vez, todos os personagens coadjuvantes – se é que há esse tipo de personagem nos livros da Sarah – são belamente construídos e nos deixam completamente encantadas.
Mais uma vez a Sarah construíu um personagem masculino encantador. Wes é sobrinho de Delia, trabalha no buffet Wish e conhece Macy, aos pucos, os dois vão se aproximando de uma forma pouco convencinal, um jogo de perguntas e respostas. Wes é do tipo de arrancar suspiros femininos por onde passa, sem ao menos se dar conta disso.
O livro é encantador. A narrativa continua com a característica marcante de Sarah: a leitura é calma, leve, com quase nenhum acontecimento de tirar o fôlego. Tudo vai acontecendo ao seu tempo e as peças se encaixam a seu modo. Tudo lindo, tudo perfeito. Impossível terminar a leitura sem um longo suspiro… Super-recomendado!
O livro é emocionante, leitura mais que recomendada! Com um enredo que aborda temas reais, superação, luto, amizade, família, a protagonista aprende que é possível correr riscos sem se perder.
(…) It was like Cinderella in reverse: if I was a princess for my daylight hours, at nigth I let myself and my composure go, just until the stroke of midnight, when I turned back to princess again, just in time.
Página 105
(…) “You know, feeling and action are always linked, one can’t exist without the other (…)
Página 139

Alba

Mari
Playlist
- Kelly Clarkson – Stronger
- The Beatles – A Hard Day’s Night















